Presença Internacional aos Poucos Aumenta no Setor Imobiliário

By | quinta-feira, agosto 19, 2010 2 comments
Algo que tem me chamado a atenção nos últimos anos é a presença cada vez mais frequente de grandes players internacionais no mercado de construção imobiliária. Até bem pouco tempo neste mercado praticamente não haviam construtoras, imobiliárias e incorporadoras estrangeiras.  Raras exceções eram a Century 21, a Hotchief, para citar duas boas empresas. Muito se explanava sobre os ativos imobiliários e as dificuldades de entrar em mercados regionais e locais.

De outro lado, por sua vez, nossas grandes construtoras de obras pesadas invadiram o mundo executando obras de grande complexidade. Cito Mendes Junior, Odebrecht, Camargo Correa...

Mas, claro que há alguns anos através de uma política de incentivo, inúmeros investidores internacionais já faziam negócios com estados do Nordeste, com grande destaque para a Bahia, Rio Grande do Norte, Ceará, Alagoas, Paraíba e Pernambuco, em virtude das riquezas turísticas.

Mas, o foco deste post é a entrada de empresas no processo construtivo e no modelo de negócio em si. Temos observado vários paradigmas aos poucos serem quebrados e, na prática, verificamos a inserção de empresas como a portuguesa Bascol, que vem de forma muito consiste para o mercado brasileiro. Na Europa são mais de 25 anos de atuação. E, até pelo fato da crise ter atingido em cheio a União Européia, dificultando parte de seus negócios, a incorporadora veio para nosso país com uma abordagem diferenciada e com vários projetos inovadores, flexíveis e de grande qualidade construtiva.


Já em 2006 o grupo iniciou a internacionalização e em 2008 chegou no Brasil. Estima-se que o investimento do grupo chegue a cerca de R$ 28 milhões. É apenas o início e Curitiba e Londrina são alvos da empresa, em virtude da relativa similaridade com os padrões europeus.

Recentemente também me lembro que a imobiliária neozelandesa Harcourts (outra empresa global), também estava prospectando franquias em algumas cidades brasileiras.

Às nossas empresas, cabe preparar-se ainda mais para fazer boas joint ventures ou concorrer de forma altamente competitiva trabalhando seus diferenciais de negócios.

Então, que venham as empresas internacionais. Boa sorte, bons negócios e sucesso!


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