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Investir em uma propriedade antes de sua construção, tornou-se uma maneira cada vez mais popular para compradores obterem maiores retornos.

Com os avanços da tecnologia, a maioria dos apartamentos na planta são capazes de fornecer imagens geradas por computador, para que você possa ver como o produto acabado deve ser, e avaliar as vantagens financeiras de tal investimento para superar qualquer incerteza. Saiba mais:

Uma maneira mais barata de comprar

Um dos principais aspectos positivos é que o valor no qual você compra um apartamento no estágio preliminar provavelmente terá aumentado quando o desenvolvimento estiver concluído, o que significa que o potencial de valorização do capital é muito maior do que a compra tradicional.

É claro que nada é garantido, por isso é vital garantir que o desenvolvimento esteja situado em uma área com forte potencial de valorização. Outro benefício de comprar um imóvel na planta é que alguns projetos são oferecidos com descontos para os primeiros investidores, enquanto a vantagem adicional de se antecipar é que você pode ser mais seletivo sobre qual propriedade ou lote você quer escolher.

Além disso, muitos desenvolvedores oferecem aos compradores e investidores a oportunidade de reforma em apartamento com equipamentos e acessórios, bem como fornecer pacotes de mobília por um custo extra, o que significa que toda a propriedade é fornecida na conclusão – o que é ótimo para compradores iniciantes.

O processo geral de compra de um imóvel na planta pode ser simples. Muitas vezes você receberá imagens digitalizadas da propriedade que exibirá modelos dimensionados ou até mesmo entrar em showrooms da vida real para obter informações sobre a aparência de seu apartamento na conclusão.

Opções de personalização

Quando você decide investir em uma propriedade que ainda precisa ser construída, é provável que você tenha mais flexibilidade quando se trata da reforma em apartamento na escolha de ambientes, acessórios e acabamentos.

Para avaliar as vantagens destacadas neste texto é recomendado analisar todos os pontos e processos de compra com uma construtora sólida e experiente no mercado.

Quer saber mais? A Lopes fez um hangout comigo sobre este assunto.

Fonte : Blog da Lopes
O Supremo Tribunal Federal estabeleceu, nesta quarta-feira (17/10), que imóveis financiados pelo Programa de Arrendamento Residencial (PAR), da Caixa Econômica Federal, têm imunidade tributária e não pagam IPTU. Os ministros aplicaram ao caso a regra da imunidade recíproca entre entes federados.

"A Caixa Econômica Federal é empresa pública que, em essência, explora atividade econômica. Todavia, não restam dúvidas de que o patrimônio afetado à execução do Programa de Arrendamento Residencial (PAR) é mantido por um fundo cujo patrimônio não se confunde com o da CEF, sendo formado por recursos da União e voltado à prestação de serviço público e para concretude das normas constitucionais anteriormente descritas", argumentou o ministro Alexandre de Moraes.

O programa é destinado a oferta de casas populares à população que tem renda de até R$ 1,8 mil por mês. Para o relator do caso, ao não estar caracterizada a ocorrência de atividade comercial, a imunidade não provoca desequilíbrio à livre iniciativa ou à concorrência entre entes privados.

Imóveis financiados pelo Programa de Arrendamento Residencial, da Caixa, têm imunidade tributária e não pagam IPTU - Arquivo/Agência Brasil
"Esses bens imóveis, bem como seus frutos e rendimentos de patrimônio, não se comunicam com o patrimônio da empresa pública”, pontuou o relator. Ele foi acompanhado pela maioria dos colegas, ficando vencido o ministro Marco Aurélio. Para ele, a Caixa atua mediante remuneração e é a proprietária dos imóveis.

O caso chegou ao Supremo por meio de um recurso da Caixa, que foi condenada em 2ª instância a pagar o tributo ao município de São Vicente (SP). De acordo com o banco, a Constituição garante a imunidade tributária de impostos entre o governo federal e dos estados. Além disso, os advogados da Caixa alegaram que os imóveis pertencem ao patrimônio do fundo, que é da União, e não tem objetivo de exploração econômica.

O Plenário estipulou, para repercussão geral, a tese segundo a qual “os bens e direitos que integram o patrimônio do fundo vinculado ao Programa de Arrendamento Residencial (PAR) criado pela Lei 10.188/2001, beneficiam-se da imunidade tributária prevista no artigo 150, inciso VI, alínea ‘a’ da Constituição Federal”.

O Programa de Arrendamento Residencial (PAR) é promovido pelo Ministério das Cidades e tem a Caixa como banco financiador. Após a compra do terreno e construção das habitações, os imóveis são arrendados para os participantes do programa com opção de compra ao final do contrato.

Sustentações orais
O representante da Caixa, Gryecos Attom Valente Loureiro, reafirmou que os imóveis pertencentes ao PAR são de propriedade da União, estando, dessa forma, abrangidos pela imunidade tributária recíproca. Ele enfatizou que à Caixa incumbe apenas operacionalizar o programa. “A Caixa não é proprietária dos imóveis, não aporta recursos ao fundo e sequer aufere lucros. É uma contratada do governo federal e é remunerada por tarifa, assim como sói acontecer em todos os demais programas sociais por ela operados”.

Pela Associação Brasileira das Secretarias de Finanças das Capitais Brasileiras (Abrasf), o advogado Ricardo Almeida Ribeiro da Silva refutou a alegação de que a atividade realizada pela Caixa na matéria não gera lucro. “É uma atividade remunerada realizada com intuito financeiro. O fato de ser uma atividade de fomento econômico não a transforma em típica de soberania”, disse. Para ele, esse modelo de atividade, por ser econômico, suporta tributação.

O advogado Felipe Gramado Gonzales, representando o município de São Vicente, alegou que não se aplica ao caso a jurisprudência firmada pelo Supremo de reconhecer a imunidade de imóveis dos Correios quanto ao IPTU. Gonzales explicou que aos Correios foi reconhecida a imunidade por se tratar de empresa prestadora de serviço público, de caráter obrigatório e exclusivo do Estado. “Por mais relevante que seja a atuação da Caixa para o país, a atividade bancária não configura um serviço obrigatório, exclusivo e público da União. Nem mesmo a fatia de serviços ligada ao PAR”. Com informações da Assessoria de Imprensa do STF.

Leia aqui a íntegra do voto do ministro Alexandre de Moraes.
RE 928.902

Fonte : EBC
O número de imóveis à venda em Curitiba é assustadoramente alto. Em 2015, a capital paranaense chegou a ter a maior oferta da região sul! 

Isso que a localidade é apenas a oitava maior cidade do Brasil: existem mercados muito maiores e concorridos, como São Paulo e Rio de Janeiro. A alta oferta - principalmente em tempos de crise - pode semear um dos maiores pesadelos dos corretores de imóveis: a indecisão dos compradores. 

Além disso, outro fator que colabora com o surgimento de inúmeras dúvidas na mente de clientes é o fato de que um imóvel é um grande investimento, que demorará muitos anos para ser quitado. Muitos, inclusive, gastarão suas economias ou seu FGTS no pagamento da entrada. Assim, é natural que qualquer um reflita muito antes de se comprometer com a aquisição. 

Por mais que os clientes indecisos sejam algo de rotina no segmento de compra e venda de imóveis, a habilidade para lidar com eles é o que destaca os excelentes corretores de imóveis perante os demais. Confira 6 dicas fundamentais para lidar com esta situação com toda a maestria e feche excelentes negócios: 

1. Use sempre os pilares da venda consultiva 
Os profissionais de vendas são frequentemente vistos com maus olhos. Para muitas pessoas, eles são apenas pessoas que estão atrás de dinheiro fácil, custe o que custar. 

Felizmente, este tipo de profissional não tem mais espaço no mercado. As mídias digitais facilitaram o acesso à informação e tornaram os clientes mais exigentes. Deste modo, quem quer se sobressair deve usar técnicas de venda consultiva. 

Como o próprio nome diz, trata-se de atuar não apenas como vendedor, mas, também, como consultor. Acredite: se você se mostrar interessado em resolver os problemas do seu cliente, a indecisão se dissipará muito mais rápido, o que é sinônimo de venda fechada. 

2. Não tente apressar demais o ciclo da venda 
Você visitaria um imóvel pela primeira vez e o compraria logo em seguida? Claro que não! Afinal, este é um compromisso grande demais para se assumir sem pensar, repensar e considerar as outras opções. 

Se você não faria isso, não tem porque esperar que o seu cliente o faça! Portanto, ao lidar com a indecisão, é importante respeitar o tempo do comprador. 

Exerça a empatia! Mostre-se solícito, jamais perca a paciência ou dê ultimatos. Dizer "se você não fechar até o fim da semana, o apartamento vai para o próximo da fila" não vai te ajudar em nada! 

Em resumo: construa uma relação de confiança. Este é o melhor remédio contra a indecisão! 

3. Não permita que o cliente se afaste 
Quando um cliente está em dúvida sobre comprar ou não um imóvel, tenha certeza de que ele conversará com outras pessoas a respeito disso. 

Neste momento, uma pessoa que você nem conhece pode colocar seu negócio em jogo. Já imaginou que um parente pode dizer que ouviu falar que aquele bairro é inseguro? Ou, então, que um amigo pode dizer que viu um imóvel semelhante, mas em uma localização muito melhor? 

Felizmente, este desfecho desastroso é perfeitamente evitável: basta manter os canais de comunicação com o cliente abertos. Dê seu cartão a eles, responda e-mails e mensagens no WhatsApp com rapidez e gentileza e não hesite em acompanhá-los em mais visitas. 

Em suma: faça-se presente. A ausência pode te custar o negócio! 

4. ...mas tampouco seja invasivo 
Você já teve a experiência de cancelar um serviço, só para ter um atendente te ligando todos os dias, insistindo para você recontratá-lo? Quem já passou por isso sabe que a experiência, além de nada boa, faz com que uma marca perca toda e qualquer credibilidade que possa ter. 

Portanto, este é um hábito que você, como corretor de imóveis, jamais deve cultivar. Lembre-se: um bom profissional da área comercial se interessa verdadeiramente em resolver os problemas de seus clientes! 

Por mais que deixar um cliente se esquecer de você seja imperdoável, ficar em cima dele o tempo todo também o é. Ligar todos os dias pode ter várias consequências, mas acelerar o fechamento do negócio certamente não é uma delas! 

Portanto, encontre um ponto de equilíbrio. Prefira e-mails ou mensagens eventuais no WhatsApp, que são meios menos invasivos e não requerem uma resposta imediata, e restrinja os contatos àqueles fundamentais. Ligações, só se forem fundamentais! 

5. Volte ao início do processo de vendas e reflita sobre a dor do cliente novamente 

Às vezes, um cliente pode ter um problema sem nem sequer saber disso. Seu papel é fazê-lo enxergar esta questão, ao mesmo tempo que oferece uma forma de resolvê-la. 

Por exemplo: digamos que um jovem casal te procure e diga que está à procura apartamentos para vender em Curitiba que sejam muito bem localizados e próximos ao Centro, mesmo que isto signifique ter menos espaço. A prioridade é sair do aluguel. 

Como corretor de imóveis bem-intencionado que você é, prontamente mostrará aos clientes vários espaços com este perfil. Só que, durante uma visita, ouve um deles mencionar que a ideia é ter o primeiro filho dali a menos de dois anos. 

Isto pode significar que, por mais que o casal diga que quer uma coisa, sua necessidade pode ser outra. Neste caso, pode ser que procurar por terrenos à venda em Curitiba, com espaço para construir uma casa mais ampla seja uma solução melhor do que um apartamento compacto. 

Acredite: se você antecipar uma necessidade dos seus clientes, as chances de fechar um excelente negócio são muito mais altas! 

6. Contorne eventuais objeções com maestria 
Um cliente indeciso faz muitas perguntas. Além de natural, isto é excelente: afinal, se o comprador em potencial não estivesse interessado, não diria nada. Os questionamentos são sinal de que há interesse! 

Neste momento, é importante que você saiba respondê-las, contornando as objeções com jogo de cintura. Fazer isto é mais simples do que você imagina: estude o imóvel e a região onde ele está localizado. Tenha as informações na ponta da língua e saiba exatamente como e quando apresentá-las. É venda fechada na certa! 

Conhece alguém que está com dificuldade em vender um imóvel? Compartilhe este conteúdo! Será muito útil, com certeza! ;)



Este texto é uma cortesia do Portal Chaves na Mão
Depois de quase cinco anos de crise que o país enfrentou, o mercado imobiliário apresenta sinais de recuperação. As projeções mostram que a procura muitas vezes supera a oferta e as construtoras correm para oferecer novos lançamentos. Nesta edição, a Revista ES Brasil mostra um paralelo sobre o mercado nacional e capixaba e as instituições competentes apontam quais os melhores investimentos e quando comprar o “imóvel dos seus sonhos”.

Assista ao vídeo:


Um dos empreendimentos mais emblemáticos lançados nos últimos anos foi o Helbor Wide São PauloUm complexo de uso misto na Avenida Rebouças, que reúne em um só lugar residências, um Hilton Hotel, um mall e quatro salas prime Cinemark. 


A agência F.A.V. e a incorporadora acertaram em tudo. A aceitação foi extremamente positiva por parte dos paulistanos. O cinema ganhou força e visibilidade na campanha, sustentando a criação do primeiro Cine Pop Up do Brasil no showroom. Uma sala Cinemark com 40 lugares e uma programação com mais de 80 filmes, sucessos de bilheteria. Os clientes eram convidados a conhecer o produto e viver uma experiência Wide no ponto de venda.



A Helbor S. A., em parceria com a MPD, trouxe para São Paulo um empreendimento inédito e surpreendente, fortalecendo sua posição de uma das maiores incorporadoras e construtoras do País. Lançado no final do ano passado com um sucesso estrondoso de vendas.



A estimativa de entrega é de 40 meses. Serão 339 unidades residenciais, um hotel com 170 quartos, um “street mall” e quatro salas de cinema. 

Vejam algumas peças publicitárias, o decorado e o vídeo do empreendimento.












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