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O processo pode ser complicado, mas com essas informações você vai conquistar seu primeiro imóvel

O Minha Casa Minha Vida é um programa habitacional lançado em 2009 pelo Governo Federal em parceria com estados, municípios, empresas e entidades sem fins lucrativos.

O objetivo do programa é facilitar o financiamento da casa própria, além de também oferecer um valor de entrada mais baixo do que seria obrigatório no caso de um financiamento comum.

Entretanto, o programa é voltado para pessoas de algumas faixas salariais. Por isso, ele não financia todos os imóveis e não são todos podem participar. Confira este passo a passo para comprar uma casa ou um apartamento Minha Casa Minha Vida:






Sendo quase sempre o primeiro ambiente avistado quando se entra numa casa ou apartamento, a sala de estar é considerada o cartão de visita de uma residência. Em dos seus mais recentes projetos, o decorado do Residencial Sonnata em Brasília, a arquiteta Juliana Sabatine mostra como levar beleza, aconchego, funcionalidade a esse espaço e ao mesmo tempo agradar diferentes estilos


Considerada o cartão de visita de uma casa ou apartamento, a sala de estar costuma ser é um dos ambientes que mais recebe atenção durante a elaboração de um projeto. E não é por menos, afinal ela é quase sempre a primeira a ser avistada quando alguém chega, é também por onde passa o maior fluxo de pessoas dentro de uma residência, pode ser usada para recepcionar, mas também para o descanso e o lazer. Por esses e outros motivos é importante caprichar na decoração desse ambiente.

Mas montar uma bela e confortável sala é sempre um desafio, tendo-se pouco ou muito espaço. Além da área que se tem disponível, também deve-se levar em consideração o tipo e a funcionalidade da mobília, a harmonização entre cores, tons e iluminação, o uso dos adereços certos que conversem com o ambiente e claro o estilo de quem irá usar a sala. Esse ambiente é o destaque num dos mais recentes projetos da arquiteta Juliana Sabatine.

A profissional assina o decorado do Residencial Sonnata, edificado pela Elmo Incorporadora no Setor Sudoeste no Distrito Federal. No projeto, ela traz uma sala de estar que permite o uso de cores neutras, texturas, acessórios, móveis e, ainda assim, agradar os mais variados públicos. "Como se trata de um apartamento decorado no qual muitas pessoas de estilos variados irão visitar optamos por um pouco de impessoalidade nas cores e utilizamos tons neutros e voltados para o terra", diz ela ao explicar que dar esse ar de neutralidade ao ambiente foi o maior desafio.

Segundo Juliana, o espaço destinado à sala de estar do decorado foi generoso já que foi ampliado, utilizando um dos quatro quartos presentes na planta, totalizando um ambiente com XX m² e apresentando aos visitantes uma nova oportunidade de utilização da sala. A arquiteta diz que se preocupou bastante com a integração dos ambientes e com a dimensão dos móveis. "Como a sala ficou bastante espaçosa demos uma atenção especial à transição de um espaço para outro, deixando a sensação de que há várias opções para utilizar e que a pessoa não fica isolada no ambiente. Demos um grande enfoque para a socialização", justifica.

A arquiteta revela também que com revestimentos, pisos e iluminação - buscou retratar a modernidade e a praticidade do empreendimento, tendo sempre em foco o aspecto do aconchego e do conforto, outras funções do ambiente de estar. "A sala é o reflexo de toda a decoração da casa, por esse motivo nos preocupamos bastante em trazer para ela revestimentos, tapetes e acessórios que retratam modernidade e conforto", esclarece.

Para não errar
Para quem deseja fazer uma decoração especial na sala de estar de um apartamento e não errar, Juliana Sabatine aconselha que é sempre importante haver uma boa dose de integração, ou seja, este ambiente precisa "conversar" com os outros. "Essa dica vale principalmente quando se tem uma sala com muito espaço", acrescenta.

A arquiteta enfatiza que tornar uma sala de estar grande mais aconchegante não significa entupi-la de objetos, móveis e cores. "O recomendado é manter o mesmo padrão nos revestimentos, acabamentos e estofamentos, a divisão dos espaços pode ficar por conta de tapetes ou móveis", sugere. E, para completar o cenário revigorante e agradável que uma sala precisa ter, a arquiteta indica a utilização de quadros e artes nas paredes. De acordo com ela, eles servem de ponto focal, atraindo olhares e expulsando a monotonia de uma superfície lisa demais.





Fonte: Comunicação Sem Fronteiras
O projeto segue para a sanção do presidente Michel Temer



A Câmara dos Deputados finalmente aprovou nesta quarta-feira (5 de dezembro) a regulamentação de direitos e deveres dos distratos. O projeto determina que metade do valor pago pelo comprador seja retido pela incorporadora se o acordo for desfeito e o imóvel estiver no regime conhecido como patrimônio de afetação. Nos demais casos, a penalidade será de 25 por cento. Nos loteamentos, a retenção pode chegar a 10 por cento do valor pago e a devolução deverá ocorrer em 12 parcelas. A matéria segue agora para a sanção presidencial.

Além da definição dos percentuais retidos em casos de rescisão, o projeto prevê prazo de 7 dias a partir da assinatura do contrato para arrependimento se a compra tiver ocorrido fora da sede da incorporadora, com devolução integral de todos os valores pagos, inclusive corretagem.

A matéria ainda determina que as construtoras podem atrasar em até 180 dias a entrega do imóvel sem serem penalizadas.

Investimento em novos lançamentos movimenta mercado da construção civil gerando emprego e renda

Após divulgação do balanço financeiro do terceiro trimestre em que a MRV Engenharia alcançou o recorde histórico de receita líquida com R$ 1,35 bilhão, agora a companhia atinge novo recorde, alcançando a marca de 400 mil unidades lançadas em toda a sua história. Nos últimos 12 meses a empresa lançou mais de 42 mil unidades atingindo o valor geral de vendas de R$6,33 bilhões. O número de unidades é um recorde entre as construtoras da América Latina.

Considerando a média nacional de 3,3 moradores por domicílio, de acordo com dados do IBGE, 400 unidades habitacionais são capazes de fornecer moradia para mais de 1 milhão de pessoas, número que se aproxima da população total de Maceió, São Luís, Goiânia, Campinas, São Gonçalo e Guarulhos, todas cidades em que há atuação da MRV.



Com o valor investido em residências foi possível movimentar a economia e gerar emprego nas localidades onde a empresa opera. A geração de emprego e os investimentos ocorreram em todas as regiões, de norte a sul do país. A MRV possui abrangência nacional com presença em 157 cidades de 22 estados, além do Distrito Federal. Segundo dados da Fundação Getúlio Vargas, a estimativa é de que a cada R$ 1 milhão de reais investidos, 14 novos postos de trabalho são gerados nas construtoras e outros 8 empregos surgem na indústria de materiais de construção, nos serviços e no comércio de materiais.

Para o copresidente da MRV Engenharia, Rafael Menin, as 400 mil unidades lançadas ao longo dos 39 anos de atuação no mercado, atreladas a geração de emprego e a redução do déficit habitacional reforça o caráter sustentável da construtora. “A implantação de empreendimentos movimenta toda a cadeia produtiva da construção civil e muitas outras áreas indiretamente. É gratificante ver que nossos esforços em investir está gerando renda e emprego para milhares de pessoas em meio a esta situação de crise econômica em que vivemos. Se os nossos recordes estão afetando positivamente o desenvolvimento econômico e a vida das pessoas isto significa que estamos no caminho certo”, afirmou.

Sobre a MRV
Fundada em outubro de 1979, em Belo Horizonte, a MRV Engenharia é a maior construtora residencial da América Latina e líder nacional no mercado de imóveis econômicos. Presente em 157 cidades de 22 Estados e no Distrito Federal, a companhia tem como compromisso contribuir para o desenvolvimento e transformação social investindo nas comunidades onde atua, melhorando a qualidade de vida de seus habitantes. Somente nos últimos três anos, investiu mais de meio bilhão de reais em obras de infraestrutura, com a construção de parques, praças, escolas, creches, Unidades Básicas de Saúde, Estações de Tratamento de Esgoto, obras viárias, entre outros.

Fonte: Comunicação Sem Fronteiras
Sem surpresas negativas na economia em 2019, empresário espera um novo ciclo de crescimento para o setor

Passada a fase mais dura da crise que derrubou a construção civil, um dos empresários mais emblemáticos do setor vê a aproximação de um “novo boom imobiliário” no País. “Só gostaria que esse boom não fosse tão grande quanto no passado”, diz o fundador e presidente do conselho de administração da Cyrela, Elie Horn. Ele acredita que, com a retomada da economia e com uma solução para a devolução de imóveis, que está em fase final de tramitação no Congresso, o setor vai viver uma virada de mesa a partir do ano que vem.

A companhia já sente os efeitos da recuperação do País e acumula em torno de R$ 800 milhões em vendas de outubro a novembro de 2018. “Há muito tempo não tínhamos esse sabor. É muito gostoso ter clientes na porta, vender e assinar contratos”, diz o empresário de 74 anos. A incorporadora lançou neste ano uma nova marca, a Vivaz, com foco em empreendimentos populares, dentro do programa federal de habitação Minha Casa Minha Vida, que deve responder por 30% dos novos projetos nos próximos cinco anos.

O otimismo de Horn com o setor se estende ao futuro governo, cuja equipe econômica ele classifica como “sensacional”. O empresário é próximo do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, com quem chegou a fazer negócios. Os dois investiram juntos, há cerca de dois anos, na criação da Hospital Care, empresa voltada para a compra e administração de hospitais no País. Os aportes foram feitos pelo fundo Abaporu, da família Horn, e pela gestora Bozano Investimentos, da qual Guedes era sócio e de onde agora está se desligando para assumir o cargo público a partir de janeiro.

Elie Horn
Embora continue indo diariamente à Cyrela, Horn se afastou das tarefas executivas do dia a dia e passou o bastão da presidência para os filhos Raphael e Efraim. Ele está fazendo um tratamento contra o Mal de Parkinson, doença que o acomete há quase seis anos. Mas a maior parte do seu tempo está voltado para a prática do judaísmo, da filantropia e para reuniões com outros empresários em busca de doações para causas sociais.

Em parceria com Rubens Menin, controlador da MRV, Horn lançou neste mês a ONG Bem Maior, que atuará na conscientização e na mobilização da sociedade civil para fomentar ações sociais. A meta do movimento é dobrar a participação das doações empresariais em relação ao PIB brasileiro nos próximos dez anos, passando de 0,2% para 0,4%. O próprio empresário está puxando a fila, e já anunciou o compromisso de doar em vida 60% de sua fortuna estimada em R$ 3 bilhões para caridade. A seguir, trechos da entrevista.

Qual sua expectativa para o País em 2019?
Estou animadíssimo. A equipe técnica do governo é muito boa, a equipe econômica é sensacional. Acho que estamos vivendo uma virada. Nos últimos dois meses, temos visto muitos lançamentos e muitas vendas. Os números são muito bons. Tudo nos leva a crer que teremos ótimos quatro anos.

O sr. acredita que o governo tem capacidade de colocar em prática as reformas e acelerar o crescimento da economia?
O governo depende da economia. Ele não tem como se sustentar sem um bom resultado da economia. E como a equipe técnica é muito boa, acredito que vai dar certo.

A melhora esperada para o País vai chegar de modo relevante ao setor imobiliário?
Com certeza. O setor imobiliário depende do País. Se o País vai bem, o setor também irá.

O sr. planeja crescimento das operações da Cyrela no próximo ano?
Se Deus quiser, vai ter crescimento. O último bimestre está indo muito bem. Vendemos em torno de R$ 800 milhões neste bimestre de outubro a novembro. Há muito tempo não tínhamos esse sabor. É muito gostoso ter clientes na porta, vender e assinar contratos.
E como estão os efeitos dos distratos de imóveis?

O distrato é uma tristeza econômica, política e até moral, pois não é normal que o vendedor receba o apartamento de volta depois de vendido. O incorporador toca as obras com o valor recebido das vendas. Se tem de devolver o dinheiro do apartamento, como fica? A empresa morre. Só sobrevivemos por milagre. Temos um caixa sólido e bom planejamento, mas muitas empresas não sobreviveram.

O sr. ficou satisfeito com o teor da lei dos distratos? O projeto aprovado na semana passada no Senado, e que agora segue para a Câmara, prevê multa de até 50% para o comprador do imóvel que optar pela rescisão do negócio. Até então, a multa era decidida por juízes e oscilava entre 10% e 25%.
Se for aprovado, sim (risos).

Se a lei de distratos for mesmo aprovada, quais seriam as consequências imediatas para o setor?
Nós aumentaríamos os investimentos imobiliários. A regulamentação destrava decisões de investimento ao se gerar mais confiança e garantias. É uma virada de mesa. Daria início a um novo ciclo para o setor. Após superados anos de crise e com os distratos resolvidos, não tem mais nenhum problema que irá segurar o boom imobiliário. Só gostaria que esse boom não fosse tão grande quanto no passado. Nós crescemos 100% ao ano por dois anos seguidos lá trás. Isso foi muito indigesto.

Os problemas desse crescimento exagerado afetam o balanço da empresa ainda hoje. Isso está superado?
Infelizmente tivemos problemas do passado com sócios e empreendimentos locais (fora de São Paulo, local de origem da Cyrela), que mexeram com os resultados da empresa. Espero que não tenhamos mais surpresas negativas. E também tivemos muitos distratos, que afetaram os resultados. Foram R$ 9 bilhões de imóveis em distratos nos últimos cinco a seis anos, isso é uma fortuna. Uma empresa só aguenta isso se for muito bem preparada financeiramente. Acho que a partir de 2019, sem mais surpresas negativas, iremos entrar em resultados positivos por muito tempo.

Como a Cyrela vai se posicionar nesse potencial ciclo de crescimento?
Temos de vender bastante e aproveitar todas as faixas do mercado possíveis. Erramos ao atrasar a entrada no Minha Casa Minha Vida, mas finalmente entramos. Esse mercado é a cara do País. Até alguns poucos meses atrás, as únicas empresas do setor que ganhavam dinheiro eram aquelas que estavam no Minha Casa.

Há segurança de que o novo governo dará continuidade ao Minha Casa Minha Vida?
O Minha Casa e o Bolsa Família sustentam uma grande parte da população. São dois projetos que não devem cair. E quem não fizer o Minha Casa corre o risco de ficar alienado, porque o programa já responde por mais da metade do mercado. Olhando o futuro da Cyrela nos próximos cinco anos, acreditamos que os lançamentos do Minha Casa sejam em torno de 30%, enquanto os projetos de médio e alto padrão, 70%. Mas isso pode variar.

O sr. criou uma nova ONG. Qual o objetivo dela?
Ela se chama Bem Maior e engloba um conjunto de dez causas, como combate à pobreza, defesa do meio ambiente, ataque à corrupção na política, auxílio aos idosos, e assim por diante. A ideia é promover a cultura da doação e cutucar o povo brasileiro a doar mais. Nossa meta é multiplicar por dois o PIB social brasileiro, de 0,2% para 0,4%. Já temos uma presidente para a ONG, que é a Carola Matarazzo. Ela foi presidente da Liga das Senhoras Católicas por 18 anos, tem muita experiência. Quem não doa dinheiro, não doa dedicação de si, não doa o que puder, vai sofrer na alma. O dinheiro foi feito para gerar prosperidade. A lei de Deus é dar, não só guardar.

Fonte: Estadão 

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