30 de agosto de 2020

Casa Verde e Amarela vai financiar 1,6 milhão de imóveis, regularizar 2 milhões de moradias e reformar 400 mil até 2024

O Governo Federal lançou nos últimos dias o Programa Casa Verde e Amarela. Sob gestão do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), o Programa tem como objetivo principal facilitar o acesso da população à moradia digna. A ação possibilitará que, pelo menos, 1 milhão de pessoas que estavam fora do sistema de financiamento habitacional possam ter acesso a ele – totalizando 1,6 milhão de famílias de baixa renda beneficiadas com contratos de crédito imobiliário até 2024. O evento de lançamento contou com a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro, e do ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.

Durante a cerimônia, o presidente Bolsonaro lembrou da infância e juventude, quando seu pai sofria para pagar o aluguel. Ele ressaltou o empenho de todo o governo para diminuir a dívida histórica com a população brasileira em relação à habitação. “Nós estamos aqui para servir à pátria e ao povo brasileiro. E isso é motivo de satisfação e de orgulho para todos nós”. Após assinatura durante o evento, a Medida Provisória que cria o Programa Casa Verde e Amarela segue para o Congresso Nacional. “Agora, o parlamento, se for o caso, fará aperfeiçoamentos. Assim é que se fazem as leis, assim é que nos apresentamos para atender a nossa sociedade”, destacou.

De acordo com o ministro Marinho, o programa reduzirá na taxa de juros para a menor da história do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). As regiões Norte e Nordeste serão contempladas com a diminuição nas taxas em até 0,5 ponto percentual para famílias com renda de até R$ 2 mil mensais e 0,25 para quem ganha entre R$ 2 mil e R$ 2,6 mil. Nessas localidades, os juros para os novos contratos poderão chegar a 4,25% ao ano para cotistas do FGTS e, nas demais regiões, a 4,5%.

“É um programa que leva em consideração a criatividade, a eficiência do serviço público, a necessidade de utilizar os recursos com proficiência e cuidado e aplicarmos de tal maneira que faremos muito mais com muito menos”, disse o ministro. “Isso só será possível porque este governo tomou medidas de responsabilidade fiscal que permitiram que estejamos com uma taxa de 2% da Selic”, completou Marinho.

Além dos juros menores, essas regiões terão, ainda, outros benefícios, como uma parcela mais abrangente de famílias beneficiadas – com rendimento de até R$ 2,6 mil ao mês, ante R$ 2 mil das demais regiões. O limite do valor dos imóveis financiados também foi ampliado, com o objetivo de fomentar o interesse do setor da construção civil em atuar nessas localidades. “É um tratamento diferenciado para essas regiões que têm historicamente uma condição menor em relação ao Índice de Desenvolvimento Humano”, destacou Marinho. Outros dois grupos que poderão contratar créditos imobiliários com juros diferenciados são aqueles que recebem entre R$ 2 mil e R$ 4 mil e entre R$ 4 mil e R$ 7 mil. A variação da taxa ocorre de acordo com a renda e a localização do imóvel.

Regularização fundiária e melhorias habitacionais

Além do financiamento habitacional, o programa atuará com regularização fundiária e melhoria de residências, enfrentando problemas de inadequações, como falta de banheiro, por exemplo. A meta é regularizar 2 milhões de moradias e promover melhorias em 400 mil até 2024.

O Governo Federal espera atender um número mais amplo de pessoas em vulnerabilidade social a menor custo para o Poder Público, já que o investimento nas duas modalidades é muito inferior (de R$ 500 a R$ 20 mil) em comparação com a construção de uma unidade habitacional – média de R$ 80 mil.

A Regularização Fundiária vai enfrentar um problema histórico no País e dar o título que garante o direito real sobre o lote das famílias, oferecendo segurança jurídica, a redução dos conflitos fundiários, a ampliação do acesso ao crédito, o estímulo à formalização de empresas e o aumento do patrimônio imobiliário do País. Serão contempladas áreas ocupadas, majoritariamente, por famílias com renda de até R$ 5 mil mensais que vivam em núcleos urbanos informais. Não poderão ser incluídas casas localizadas em áreas não passíveis de regularização ou de risco.

Já a Melhoria Habitacional consiste na reforma e ampliação do imóvel, como construção de telhado, quarto extra, banheiro, instalações elétricas ou hidráulicas, colocação de piso e acabamentos em geral. Também poderão ser instalados equipamentos de aquecimento solar ou eficiência energética.

Renegociação de dívidas dos beneficiários da Faixa 1

Com a Medida Provisória, será possível realizar ajustes na legislação, permitindo, por exemplo, a renegociação de dívidas de financiamentos de imóveis da Faixa 1. No total, cerca de 500 mil famílias estão nesta situação e poderiam correr o risco de serem retiradas de suas casas. “O nosso plano é, junto com a Caixa, após o período de pandemia, fazer um grande mutirão para que essas famílias possam ser atendidas e terem a segurança de permanecer nos seus lares”, explicou Rogério Marinho.

Expectativa

A previsão é disponibilizar, até o fim do ano, mais R$ 25 bilhões do FGTS e R$ 500 milhões do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS) para o Programa Casa Verde e Amarela. Os empreendimentos devem gerar, até 2024, mais de 2,3 milhões de novos postos de trabalho diretos, indiretos e induzidos.

Já para garantir a continuidade das obras de 185 mil unidades habitacionais contratadas, a retomada de 100 mil residências e os empreendimentos de urbanização em andamento, há a previsão de aporte de R$ 2,4 bilhões do Orçamento Geral da União (OGU) para o próximo ano.

De acordo com o presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney, a iniciativa é um programa de investimentos que impulsiona o país a olhar para frente. “Está em linha como o governo vem atuando desde o início. É uma iniciativa que vai nos colocar em um patamar de transição. A construção civil tem o poder de alavancar a economia. O foco aqui é proteger as famílias mais vulneráveis e atrair investimentos para termos uma retomada mais célere da economia”, apontou.

Investimentos realizados

Desde 2019, o Governo Federal vem assegurando a continuidade das unidades habitacionais já contratadas e a retomada de obras paralisadas. Para tanto, já foram investidos R$ 5,78 bilhões de Orçamento Geral da União no programa de habitação. Desse total, R$ 5 bilhões foram para as moradias destinadas às famílias com renda mensal de até R$ 1,8 mil.

Na área de financiamentos habitacionais, foram disponibilizados R$ 62 bilhões do FGTS em 2019 e, neste ano, o montante deve alcançar R$ 61 bilhões – dos quais R$ 25 bilhões já serão direcionados para os contratos de créditos no formato do novo programa.

No mesmo período, foram entregues 612 mil residências, das quais 94 mil para famílias mais vulneráveis, e mais de 13 mil unidades tiveram as obras retomadas. Além disso, mais de 620 mil imóveis foram contratados para as Faixas 1,5; 2; e 3 (renda familiar bruta entre R$ 2,6 mil e R$ 9 mil) e financiadas com recursos do FGTS.

Entenda a diferença entre o Minha Casa, Minha Vida e o novo Programa Casa Verde e Amarela:

Modalidades de atendimento:

MCMV: única modalidade era produção habitacional.

Casa Verde e Amarela: atua com diversas modalidades – regularização fundiária, melhoria habitacional e produção habitacional financiada.

25 08 Tabela PRIMEIRA

Novas taxas de juros de acordo com os grupos:

MCMV: uma única taxa de juro para todo o País, com a variação de acordo com as faixas de renda

Casa Verde e Amarela: taxas de juros variadas, de acordo com a faixa de renda e a localidade do imóvel. Redução da taxa para moradores do Norte e Nordeste, ampliação da abrangência de beneficiadas nessas localidades – com rendimento de até R$ 2,6 mil – e aumento do limite do valor do imóvel financiado.

 25 08 Tabela 1

Fonte : MDR

25 de julho de 2020

Novas Medidas Positivas da Caixa Econômica Federal Alavancam o Setor Imobiliário

A Caixa Econômica Federal, desde o início da pandemia do COVID-19, vem cumprindo um papel fundamental no fomento do setor imobiliário e no incentivo para que novos empreendimentos sejam lançados. Para ilustrar o impacto positivo dessas ações, o mês de junho se apresentou como o melhor na aplicação de recursos do programa Minha Casa Minha Vida nos anos recentes, quando foram contratados aproximadamente R$30 bilhões em empreendimentos. Além disso, com o fluxo de recursos estabilizado, apenas 0,6% das obras do país se encontram paralisadas.

Para manter o mercado aquecido, o maior agente de financiamento do mercado imobiliário brasileiro lançou no último dia 2 de julho novo pacote de incentivos para construtores e compradores. 

Nos próximos dias, quatro grandes mudanças ocorrerão nos financiamentos imobiliários:
  • Cobertura dos custos cartorários e do ITBI - Imposto sobre a Transmissão de Bens Imobiliários no contrato de financiamento;
  • Registro eletrônico do contrato habitacional para empreendimentos vinculados a Caixa; 
  • Flexibilização da exigência de 15% de obra em novos empreendimentos (funding SBPE e FGTS); e
  • Flexibilização da demanda mínima de vendas de 30% para 15% em empreendimentos financiados pelo Apoio à Produção.
Com a inclusão dos custos de cartório e despesas de ITBI no financiamento habitacional, o cliente final passará a poder parcelar estes valores (até 5 % do valor financiado no SBPE e 4% no MCMV). Do lado do empreendedor, esta redução de gastos antecipada durante o período mais oneroso do ciclo financeiro poderá impactar diretamente no volume de vendas, assim como trazer oportunidades para empreendimentos com valores de venda superiores aos planejados inicialmente.

A digitalização dos contratos de venda, já viabilizada com 1356 cartórios de 14 estados do país, visa acelerar o processo de concretização da venda. Um processo de assinatura que, em média, costumava chegar a 45 dias, poderá ser encurtado para aproximadamente 1 semana.

Por sua vez, a redução da demanda mínima de 30 para 15% pela entidade financiadora traz outro impacto no mercado. O período de pré-vendas das incorporadoras e construtoras poderá ser reduzido pela metade, contribuindo para a antecipação do início das obras e entrega dos empreendimentos, viabilizando um giro mais rápido das unidades e antecipação da programação físico-financeira de construtoras e incorporadoras.

Os representantes do setor receberam com muito entusiasmo o pacote de medidas para a cadeia produtiva, tanto do ponto de vista da desburocratização, quanto do desenvolvimento socioeconômico do país. A Caixa espera um volume de contratação de 1280 novos empreendimentos, o que representa 156 mil novas moradias e 485 mil empregos diretos e indiretos. 

Do lado dos negócios, é possível avaliar que todos esses pontos contribuem para um ciclo mais rápido do empreendimento. Ao reduzir a demanda mínima para 15% e digitalizar o processo das assinaturas de contrato, o período entre lançamento e execução pode ser encurtado de 2 a 3 meses. Somado à isso, com o financiamento do ITBI e demais despesas de cartório, o comprador do imóvel pode redirecionar as suas reservas para o pagamento da entrada, eliminando a necessidade de alongar o período de desligamento para evitar o pró-soluto. 


No próximo artigo, abordaremos o tema de como a tecnologia e um ciclo mais rápido do empreendimento podem contribuir para uma maior escalabilidade do negócio de uma construtora ou incorporadora. 

Artigo elaborado por Danilo Menon, Edvaldo Corrêa e Franklin Chao, para a Tecverde Engenharia.

Link live da Caixa:

12 de junho de 2020

AS ATITUDES CORAJOSAS NA LIDERANÇA DE NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS

Em um campeonato de golf, um jogador iniciante, mas muito talentoso disputava com os melhores do mundo e precisava fazer algo diferente para ter alguma chance. A técnica ele já tinha, porém lhe faltava a confiança e a interpretação das jogadas. Seu caddie (carregador de tacos) que também fazia um papel de mentor, em uma das jogadas o provocou para que visualizasse o campo não só pela sua distância até a bandeirinha vermelha onde estava o buraco almejado, mas como o seu principal concorrente fazia: olhando o campo, concentrado, antevendo a jogada e escolhendo a tacada perfeita e única que estaria em perfeita harmonia com aquele momento, todavia era a tacada que o escolhia.*

Se cada campeonato há um campo diferente e se considerarmos que o campo é o mercado imobiliário, teremos sempre que lidar com novos e inesperados desafios, afinal, cada vez mais o mercado muda com rapidez e os líderes têm uma enorme responsabilidade de assumir posições, fazerem escolhas e darem o seu máximo. Sempre haverá uma tacada perfeita para cada momento e a cada dia também haverão novas técnicas e novos campos que certamente serão superados pelas lideranças que estiverem amparadas por uma equipe qualificada, alinhada e comprometida de que esses desafios fazem parte do jogo.



Em tempos de grandes incertezas se espera mais das lideranças; que ele seja capaz de antecipar, dirigir, acelerar, fazer parcerias e confiar. Pesquisas recentes do Instituto Korn Ferry sobre o tema, com mais de 1000 empresas em 12 países evidenciam a importância do líder que assume riscos, engaja seus liderados e ajuda a organização a inovar e buscar novas oportunidades de negócios. Do ponto de vista financeiro os mesmos estudos demonstram que menos de 20% das organizações estão confiantes que os líderes cumpram as prioridades estratégicas definidas. 

Fatores-chave como transparência, criatividade, infalibilidade, adaptabilidade, ética, intuição e resiliência passam a ser imprescindíveis nos negócios. Entretanto, as exigências vão além. Torna-se evidente a necessidade de formar líderes que inspirem e formem novos líderes, na busca de desenvolver processos e modelos de negócios alinhados com a construção de uma nova sociedade mais integrada. 

Dentre dez habilidades previstas em 2020 para as lideranças, destacamos cinco muito importantes ao gestor que quiser compreender como inspirar todos que compõem sua força de trabalho diversificada. 

São elas:

Alfabetização de dados - As empresas do segmento imobiliário que não usam algoritmos, ficarão ou já ficaram para trás. As organizações devem contratar líderes com qualificação na área. Cargo como “cientista de dados” trabalhando em uma incorporadora ou imobiliária não é nenhuma novidade.

Inteligência cultural e diversidade - As organizações são cada vez mais diversas e os líderes mais eficazes devem respeitar essas diferenças e trabalhar com pessoas de diferentes raças, credos, gerações, orientação sexual e crenças políticas. É fundamental ainda que o líder estimule seus times a conhecer outras culturas e idiomas, visto que empresas tendem a se tornar plataformas híbridas de atendimento rompendo fronteiras físicas regionais através da tecnologia e digitalização de seus serviços e produtos.

Adaptação e flexibilidade – A mudança tornou-se parte da operação diária, sendo elemento constante nas transformações dos processos e negócios. Os gestores precisam se comprometer a aprender novas habilidades, sendo flexíveis a novas idéias e maneiras de solucionar os problemas complexos da empresa.

Inteligência emocional - A capacidade do líder estar ciente, controlar e expressar suas emoções será cada vez mais importante e valorizada no ambiente empresarial. O exercício da empatia pessoal ainda sobrepõe a relação técnica racional do robô. A tecnologia ainda não consegue estimular essa habilidade comportamental humana.

Julgamento e tomada de decisão - As máquinas conseguem analisar os algoritmos numa velocidade superior a que nós humanos conseguimos, porém são incapazes de tomar decisões e analisar os dados com profundidade. Por isso, os gestores capazes de fazer a leitura dessas informações para uma tomada de decisão eficaz serão muito valorizados no mercado. 

O futuro sempre foi e será incerto e a dinâmica dos negócios atuais possui uma velocidade de difícil domínio, então nos resta manter o radar ligado, observar, conhecer, testar, aprender e corrigir com rapidez, afinal a maior competência dos grandes líderes sempre foi e será sua intuição e coragem de agir baseado na sua interpretação de dados, cenários, estudos, experiências e riscos calculados.

Texto desenvolvido por Daniel Rosenthal (Plataforma Corretor Global), Edvaldo Corrêa (Head de Novos Negócios B2B da Tecverde) e Telmo Bauler (Bauler Assessoria Organizacional).

Referências bibliográficas: 
  • The 10 skills you need to thrive in the Fourth Industrial Revolution, 2016
  • Global and Regional Real World Leadership Report - Korn Ferry, 2015

Toronto Terá Edifício Residencial Mais Alto do Canadá

Herzog & de Meuron e a Quadrangle projetaram um arranha-céu em Toronto. Se construído, o edifício terá 324 metros de altura e se tornará o edifício residencial mais alto do Canadá.

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A torre será construída na esquina das ruas Bloor e Bay, no bairro de Yorkville. A cobertura será ocupada por um lounge e restaurante com vista para a cidade.



A torre terá 16 andares dedicados a escritórios e estabelecimentos comerciais e 64 andares residenciais com unidades de dimensões variadas.

Mais informações em : https://www.herzogdemeuron.com/index.html





9 de junho de 2020

Setor imobiliário quer reabertura de estandes para venda de unidades

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O setor imobiliário quer reabertura de estandes, para a retomada das vendas após retorno gradual de parte das atividades econômicas em diversos estados do Brasil.

Após um bom desempenho no primeiro trimestre, a pandemia da Covid-19 não paralisou os canteiros de obras, mas derrubou os negócios e os lançamentos do setor, explica o presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Luiz França.

“Nós temos 94% das nossas obras operando com protocolos rígidos em termos de saúde, inclusive temos uma pesquisa que mostra que de 55 mil operários tivemos 0,01% de mortes por Covid-19. O que falta para o setor é termos operando os estantes de vendas, é fundamental que estejam abertos para que nós possamos vender os produtos. Nós estamos investindo muito, estamos gastando dinheiro, mantendo empregos e agora precisamos vender.”

O setor aguarda aval da prefeitura de São Paulo para a reabertura dos pontos de vendas de imóveis. O mercado de baixa renda, Minha Casa Minha Vida, mantém bom desempenho na crise, diferente dos resultados no médio e alto padrão.

Fonte: Jovem Pan

4 de maio de 2020

Campanha Vem Morar (CBIC, ABRAINC e CAIXA)


A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC), em ação conjunta, mobiliza suas entidades e empresas associadas para realizar a campanha Vem Morar. Destinada a potencializar o efeito virtuoso das medidas de estímulo ao mercado imobiliário anunciadas pela Caixa Econômica Federal para a manutenção e geração de novos empregos durante a pandemia pelo novo coronavírus, a iniciativa visa garantir a oferta de benefícios ao comprador na comercialização de imóveis pelas empresas do setor.

A campanha Vem Morar é uma parceria do setor da construção com a Caixa, com duração de 60 dias, que contempla todos os segmentos imobiliários. A iniciativa prevê benefícios oferecidos pelo incorporador/vendedor ao cliente a partir de 3 mil reais sobre o valor do imóvel e, além disso, a Caixa concederá carência de 6 meses para pagamento de financiamentos. Para fortalecer a ação do setor, a Caixa autorizou o uso de sua logomarca nos materiais de divulgação.

Como participar:

A CBIC e a ABRAINC auxiliarão seus associados, cedendo as peças promocionais pré-aprovadas para serem customizadas com a aplicação da logomarca de cada empresa. IMPORTANTE: a empresa participante deverá seguir as orientações do uso da marca contidas no Manual da Campanha).

Para aderir, e consequentemente usar a logomarca da Caixa, a empresa deve cumprir o conjunto de premissas e procedimentos estabelecidos pelo banco, listados a seguir:
Estarão aptas a utilizar a marca da Caixa na divulgação, as construtoras e incorporadoras que gozem de credibilidade e idoneidade comercial, legal e fiscal; que não apresentem impedimentos jurídicos junto à Caixa e que cumpram os seguintes requisitos:
a) Ter negócios vigentes com a Caixa;
b) Estar adimplente em suas obrigações contratuais;
c) Não estar movendo ação judicial em desfavor da Caixa;

O uso da marca será autorizado exclusivamente para promover e divulgar as condições especiais de comercialização de unidades habitacionais adotadas pela empresa, para enfrentar as consequências da pandemia.
a) Essa concessão será garantida por 60 dias, mesmo período das condições especiais divulgadas, prorrogáveis caso o pacote seja estendido pelo agente financeiro e pelo mesmo prazo.

A construtora que atenda aos requisitos exigidos deverá apresentar a Gerência Executiva de Habitação (GIHAB) de seu relacionamento duas vias assinadas do Termo de Licença de Uso da Marca Caixa e/ou Termo de Licença de Uso da Marca Caixa na Internet (baixe aqui), conforme interesse, juntamente com a peça publicitária que será divulgada;
a) De posse desse material a GIHAB, no prazo máximo de 1 dia, analisará se a construtora atende aos requisitos e se a peça publicitária está vinculada a divulgação das condições especiais;
b) Em caso positivo, a GIHAB devolverá 1 via do termo devidamente assinada, o que permitirá a utilização da marca Caixa, observando os modelos ora divulgados, bem como as instruções do Manual de identidade Visual Caixa.

A campanha Vem Morar é estratégica para a indústria da construção. Mais que manter os empregos, garantindo proteção e renda ao trabalhador, será vetor para construirmos a base para uma retomada mais rápida e robusta após a reversão da pandemia. Assim como o governo federal, e seus agentes, está atuando para preservar postos de trabalho e buscar uma saída para a crise, cabe ao setor produtivo dar sua contribuição nesse esforço.

A indústria da construção, e nela o mercado imobiliário, terá papel decisivo nessa jornada.

Vamos ao trabalho!


3 de abril de 2020

Proposta de Nova Linha de Financiamento da Compra de Imóveis é Levada ao Banco Central


Empresários da construção levaram ao Banco Central (BC) a proposta de criação de uma nova linha de financiamento da compra de imóveis, com a taxa de juros atrelada à remuneração da caderneta de poupança e abaixo da média de mercado. A proposta é de autoria da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) e prevê que seria possível oferecer aos consumidores uma taxa de juros em torno de 5% ao ano, patamar inferior à média de 7,5% ao ano praticado nas linhas com recursos captados na poupança – principal fonte de onde os bancos tiram dinheiro para financiar a compra de casas. 


Saiba mais em: https://lnkd.in/dYcd3uv