6 de agosto de 2019

Indústria imobiliária tem palco exclusivo no Expo Forum Digitalks

A indústria imobiliária é tema do Digital Real Estate Brazil, palco que é a grande novidade durante o Expo Forum Digitalks, principal evento de negócios digitais do país que acontece nos dias 28 e 29 de agosto, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Realidade aumentada, criptofinanças, aplicativos e soluções digitais para o mercado imobiliário, construtechs, segurança e controle de dados são alguns dos temas desse palco, que pretende atrair toda cadeia do setor – corretores, imobiliárias, construtoras, incorporadoras e entidades – mas está aberto a todos participantes presentes. 

“Essa é a maior iniciativa fora do segmento imobiliário, que traz oportunidades de conhecimento sobre novas soluções, tendências e tecnologia a todos profissionais do setor”, comenta Daniel Rosenthal, um dos organizadores e curador do Digital Real Estate Brazil. Para os realizadores do evento, há uma necessidade grande de rever conceitos nesse mercado de trabalho, levando em conta a mudança do perfil do consumidor das novas gerações, que cria uma demanda específica.“Com uma sociedade cada vez mais digital, é preciso romper resistências culturais e criar um novo mindset, principalmente para os corretores de imóveis e imobiliárias”, complementa Rosenthal. 

Estudos indicam que no âmbito da construção civil, por exemplo, o nível de digitalização ainda é baixo. “O cliente está cobrando uma experiência melhor nesse relacionamento de compra de um imóvel, por exemplo, o que significa atendimento mais rápido e direcionado, algo que as ferramentas digitais podem oferecer na gestão e monitoramento de todo processo”, explica Edvaldo Corrêa, organizador e curador do Digital Real Estate Brazil ao lado de Rosenthal. Eficiência operacional, envolvimento do cliente, inovação e produtividade da força de trabalho são alguns dos benefícios do uso das ferramentas de soluções digitais. 

Modelo atual
A jornada de compra de um imóvel é longa e o modelo atual de trabalho de grande parte dos corretores está no relacionamento com o cliente via website, aplicativos, telefone e visitas pessoais. “Isso quando o corretor tem um site, muitos nem isso têm. E as redes sociais? Poucos profissionais as utilizam como ferramenta de trabalho. E onde está o cliente? Conectado a todo instante. Por isso, é necessário quebrar as barreiras culturais e levar conhecimento a esses profissionais mostrando que a tecnologia, aliada a conceitos de análise de dados, por exemplo, torna a relação com cliente mais positiva e com potencial de fechamento de negócio maior”, complementa Corrêa. Um dos objetivos do Digital Real Estate Brazil é dar visibilidade às ações que já estão sendo oferecidas nesse mercado, ampliando o acesso ao público-alvo em vez de centralizar a informação em ações isoladas, formando um ecossistema de informação de forma geral a todos: corretor, imobiliárias, construtoras e incorporadoras. 

Novos aspectos
Cliente digital: Exige nova relação do uso das ferramentas. São consumidores que querem ser atendidos na hora, com agilidade. 

O papel do corretor: Apesar de já existir um conceito de desintermediação, acredita-se que seja muito difícil deixar de existir esse profissional, pois o processo de compra e venda é complexo, e quando mais capacitado for um corretor em atender esses novos consumidores, mais confiança ele vai estabelecer nessa jornada. 

Comunicação Inboud:
Muitas vezes, o cliente não está maduro pra responder suas próprias necessidades. Entregar informação antes mesmo dela ser solicitada como dados sobre cidades, bairros, financiamento imobiliário, opções de decoração podem nortear a jornada do cliente e aumentar seu índice de confiança. 

Gestão de pessoas no setor: é preciso entender como trabalham os jovens dentro desse mercado, as ferramentas digitais que utilizam e os conceitos de inovação e desenvolvimento sustentável. “Estamos levando o que há de melhor para o Digital Real Estate Brazil. Queremos mostrar tudo que existe – e boa parte do que existe foi criada por pessoas fora do real estate – para fomentar conhecimento, criar um grande debate e construir novas ideias”, finaliza Corrêa. 

O Expo Fórum Digitalks está na sua 10ª edição e espera cerca de 6 mil profissionais de comunicação, marketing e negócios.

Digital Real Estate Brazil
Quando: Dias 28 e 29 de agosto 
Horário: das 9 às 18 horas 
Local: Transamérica Expo – Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387, Santo Amaro/SP
Inscrições: https://digitalks.com.br
Informações: e-mail forum@digitalks.com.br ou telefone (11) 3159-1458 

11 de julho de 2019

Práticas de Inteligência Comercial em Pequenas e Médias Empresas da Indústria Imobiliária

A indústria imobiliária, de uma forma geral, sofreu quedas de vendas sucessivas nos últimos anos em virtude do cenário político-econômico instável. Somado a isto, as profundas transformações pelas quais ela passa têm apresentado enormes desafios para os gestores comerciais das empresas. Eles estão experimentando técnicas, processos e ferramentas de gestão que auxiliam na obtenção de metas e resultados.

Após definido o pleito eleitoral e com as primeiras diretrizes do novo Governo, percebe-se uma leve recuperação. Como é sabido, o mercado imobiliário é cíclico e há demanda habitacional, com uma tendência, caso não haja um revés político de retomada gradativa com um crescimento das vendas já em 2019, pois, a confiança está voltando lentamente, a legislação é adequada e são boas as possibilidades de fortalecimento dos pilares do setor (crédito, emprego e renda).

Neste contexto, nem sempre a tomada de decisões em uma empresa é simples. Envolve percepções, experiência e muita intuição. Assim, uma empresa precisa conhecer bem o mercado onde está inserida, suas principais forças e os pontos de melhoria; ter um norte definido e principalmente alcançar resultados consistentes com os propósitos dela.

E, neste caso, a figura do gestor possui um papel fundamental. Ele pode fazer uso dos conceitos de inteligência comercial, seja para organizar os processos comerciais da empresa ou mesmo para auxiliar na tomada de decisões, além de propiciar ricas informações para o planejamento estratégico.

Como principais vantagens do uso da inteligência comercial, cito: 
  • identificar líderes na organização, que possuam uma atuação transformadora, adaptabilidade, sejam orientados a processos, aprendam continuamente e gerem valor; 
  • saber com precisão se as vendas estão evoluindo; 
  • identificar produtos que possuem aceitação; 
  • identificar as áreas que estão crescendo ou que precisam de alguma intervenção; 
  • identificar pontos críticos e gargalos; 
  • avaliar “novos” processos verificando e testando por um período de tempo; 
  • sintetizar as informações; 
  • diminuir custos e retrabalho; e 
  • ter indicadores. 
É possível também ver os resultados das ações e táticas traçadas no planejamento estratégico, minimizar riscos, aproveitar oportunidades, ter mais segurança em uma análise de uma proposta comercial, por exemplo, além de propiciar uma ação mais ágil e eficaz.

O uso de indicadores aliado a um painel de bordo auxilia significativamente o gestor, pois, é possível comparar a performance de um dado período com dados históricos ou mesmo com informações macroeconômicas, algumas disponíveis gratuitamente em sindicatos e associações. Com isto o gestor não é pego de surpresa com uma possível mudança de estratégia de seus concorrentes ou em última análise, do preço praticado. Bons exemplos de indicadores são custo por “lead”, índice de fechamento de contratos por “leads”, custo de um cliente captado, entre outros.

Cito também como exemplos de usos de conceitos de inteligência a possibilidade de usar o cliente oculto, a gestão de relacionamento com os clientes, a pesquisa e o geomarketing. Tudo com o principal benefício de gerar conhecimento na organização e auxiliar no planejamento estratégico e na busca de resultados.

Para aquelas empresas que ainda não adotaram estes conceitos, sempre é hora de começar. A falta desta visão interna da organização somada a quantidade de informações, muitas vezes contraditórias, pode levar o gestor a tomar decisões equivocadas que podem trazer grandes prejuízos para o negócio.

Mercado Imobiliário no Brasil: enfim, a Retomada?

Depois de vivenciarmos uma época de ouro no início dos anos 2000 onde havia crédito imobiliário abundante, capital disponível, estabilidade econômica e grande perspectiva de crescimento do país, a indústria imobiliária passou por uma crise sem precedentes nos últimos anos. Com o mercado estagnado, muitas empresas fecharam ou tiveram que se reestruturar. As construtoras e incorporadoras que sobreviveram repensaram seus negócios, reduziram a produção e ficaram somente com a gestão de seus estoques, com raros lançamentos.

Por sua vez, sabe-se da existência da demanda por habitação no país. Estudos da ABRAINC (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias) e da FGV (Fundação Getúlio Vargas) apontam que o déficit habitacional hoje é de pelo menos 7,8 milhões de domicílios. E, que o mercado imobiliário é cíclico (expansão, excesso, recessão e recuperação). Estamos finalizando mais um ciclo. Mais recentemente vários estudos setoriais já apontam para este ponto de inflexão. Como exemplo, cito a CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), que relata que o mercado imobiliário brasileiro fechou o ano de 2018 com 19,2 % de aumento nas vendas, com forte potencial de crescimento em 2019 para imóveis de médio e alto padrão, principalmente em virtude de aumento nos recursos da poupança (SBPE) para financiamento. Também os estudos da ABECIP (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) apontam que depois de três anos seguidos houve aumento nos preços, com base no IGMR-I (índice geral de preços imobiliários medido em dez capitais). Outros estudos similares regionais amplamente divulgados na mídia também comprovam este retrato, com raras e pontuais exceções.

Percebe-se também um aumento da confiança dos empresários do setor, conforme estudo de janeiro deste ano da CNI (Confederação Nacional da Indústria). Desde 2014, o índice de janeiro quanto a intenção de investimentos não era tão elevado. Muito em virtude da taxa de juros SELIC baixa (6,50% a.a.), inflação controlada, possibilidades de abertura de financiamentos a produção e para clientes finais, ambiente mais seguro juridicamente (leis da multipropriedade e dos distratos recentemente publicadas) e produtos cada vez mais adequados às demandas da sociedade. E a crença de que barreiras como a elevada carga tributária e excesso de burocracia, por exemplo, serão superadas com o novo Governo. Tudo isto são elementos importantes para acreditarmos em uma melhora.

Para quem investe em imóveis são poucas as dúvidas, pois, as construtoras e incorporadoras ainda não estão alocando estas diferenças de custos nas suas tabelas de preços. Entretanto, espera-se que com a redução dos estoques e aumento das vendas, os preços devam subir, pois, se iniciam novos ciclos de desenvolvimento de produtos imobiliários. Agora é um ótimo momento para fazer negócios pensando no lado do consumidor. Ainda, de uma forma geral a margem líquida da locação continua sendo igual ou superior as aplicações financeiras típicas e sem o investidor correr o risco de entrar em investimentos ainda não regulamentados ou até mesmo duvidosos. Destaque para investimentos em projetos inovadores (condohotéis, coliving, microapartamentos e outros) e terrenos.

Obra TECVERDE


Para as empresas, além da velha e boa gestão empresarial, a hora é de reforçar elementos de inteligência, estudar e compreender melhor estes diversos modelos de negócios disruptivos que estão surgindo na indústria imobiliária; seja para implantar em seu negócio ou mesmo repensar a sua atuação. Finalmente, entender melhor este “novo consumidor”, mais informado, preparado e conectado. Contratar empresas especializadas para auxiliar no posicionamento estratégico e no desenvolvimento dos estudos técnicos e comerciais deixou de ser uma opção para ser uma obrigação.

Quanto a retomada, é possível afirmar que estamos iniciando um novo ciclo. Mas, não é possível apontar a velocidade. Ainda existem questões inerentes ao cenário econômico e político mundial, em constante ebulição, que poderiam impactar nos negócios do setor. E, também de ordem política e econômica locais. Uma aprovação da reforma da previdência e maior alocação de recursos para financiamento habitacional, por exemplo, colocariam esta recuperação em um outro patamar. Momentos como este são inspiradores e desafiadores! Agora é arregaçar as mangas, tirar os projetos da gaveta e trabalhar ainda mais!

11 de junho de 2019

Quinto Andar Começa a Reformar Apartamentos em São Paulo

O Quinto Andar continua inovando! Ainda sem grande alarde na mídia por estar em fase de testes, a empresa começou a rodar o Originals, em São Paulo. Basicamente é um serviço de reforma de imóveis para locação com o intuito de torná-los mais atrativos aos inquilinos e com maior liquidez para os proprietários. A startup financia a obra e o valor investido no imóvel só é pago pelo proprietário após a locação na plataforma. Com uma base de dados gigantesca o Quinto Andar sabe exatamente o que os clientes precisam (são vinte mil visitas agendadas por semana).

Os imóveis do Originals são cuidadosamente selecionados pelo Quinto Andar, que faz uma vistoria inicial e "certifica o imóvel". As readequações incluem desde instalações elétricas e hidráulicas, quebra de uma parede para acoplar a cozinha à sala, pintura, formatação de um novo banheiro, instalação de armários, entre outros pontos.  A priori a empresa está trabalhando com apartamentos de até 130 m2 e bem localizados na capital paulista, mas pretende expandir para outras cidades. 

Quem sabe no futuro a empresa até adquira alguns imóveis, para locação direta pela plataforma. Mas, isto dependerá dos resultados financeiros da Originals, que vem para atender uma grande dor dos clientes de aluguel: a falta de moradias adequadas.


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8 de junho de 2019

Primeiro Unicórnio das Filipinas é do Setor da Construção

Parece sonho, mas, escolher seu imóvel em um catálogo e depois recebê-lo no endereço em que se deseja utilizar já é possível. Criada em 2015, após participar de uma rodada de investimentos no ano passado e valorizar-se em mais de US$ 1 bilhão, a startup filipina Revolution Precrafted quer colocar os negócios de construção em outro patamar, basicamente adotando o conceito de um grande marketplace B2B2C. São 800 empresas na rede global de fabricação e 80 arquitetos e designers (exclusivos).

Robbie Antonio se tornou o primeiro unicórnio das Filipinas basicamente vendendo construções como peças de Lego. Projetos de maior complexidade como resorts e espaços comerciais estão saindo do papel.

Exemplo 

Exemplo 

Exemplo 
Para a CNBC Antonio disse que planeja levar sua empresa para 85 países até 2020 e, com isso, aumentar as receitas da empresa "em vários bilhões de dólares". 

Veja um pouco mais do conceito no vídeo abaixo (em inglês):


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6 de junho de 2019

CAIXA ANUNCIA MEDIDAS PARA O CRÉDITO IMOBILIÁRIO


Banco reduz taxa de juros e apresenta novas alternativas para renegociação de dívidas do financiamento habitacional

A CAIXA anunciou, nesta quarta-feira (05), a redução de até 1,25 p.p. nas taxas de juros para operações pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e divulgou também novas alternativas para renegociação de contratos habitacionais para pessoa física. O foco são as dívidas em atraso.

A taxa mínima para imóveis residenciais enquadrados no Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) será de 8,5% a.a. e a máxima de 9,75% a.a. As novas taxas já começam a valer na próxima segunda-feira, 10 de junho.


De acordo com o presidente da CAIXA, Pedro Guimarães, a redução das taxas de juros do crédito imobiliário facilita o acesso à casa própria. “Além de ampliar a oferta de crédito imobiliário em condições competitivas de mercado, a redução dos juros demonstra nosso compromisso com as melhores condições de financiamento para as pessoas e colabora para a retomada de investimentos no setor, com a criação de empregos, mais renda e aquecimento da economia”, afirma.

Renegociação Habitacional
Os clientes pessoa física da CAIXA também terão novas alternativas e facilidades para regularização de dívidas do financiamento imobiliário. A renegociação atinge cerca de 600 mil famílias e deve beneficiar 2,3 milhões de pessoas.

Segundo Pedro Guimarães, a CAIXA preparou novas condições para os clientes regularizarem as dívidas dos contratos habitacionais em atraso. “Entendemos que os brasileiros passaram por situações difíceis nos últimos anos e, diante disso, estamos oferecendo uma oportunidade para que possam regularizar os pagamentos, adequar os compromissos e manter o equilíbrio financeiro familiar”, diz o presidente.

Para os contratos de financiamento habitacional serão oferecidas diferentes opções de negociação da dívida, com destaques para:
Pagar à vista um valor de entrada e incorporar as parcelas atrasadas nas próximas prestações a vencer até o fim do prazo contratual.
Utilização do saldo da conta vinculada do FGTS para reduzir o valor da prestação, conforme regras do Fundo.
Alteração da data de vencimento da prestação.
O cliente que não se enquadrar nos critérios anteriores pode procurar uma agência da CAIXA para verificar a possibilidade de um acordo.

As condições de renegociação oferecidas dependem da situação do contrato, tais como valor contratado, valor da garantia, cota de financiamento e quantidade de prestações já pagas.

Essa ação é para todo o território nacional e os clientes poderão receber atendimento pelo telefone 0800 726 8068 opção 8, pelo site www.caixa.gov.br/negociar, nas redes sociais da CAIXA no Facebook (facebook.com/caixa) e Twitter (twitter.com/caixa), App CAIXA Habitação, Internet Banking CAIXA (IBC), além das agências.

A alternativa, abaixo, é uma simulação da retomada do fluxo financeiro do cliente com as novas medidas de renegociação.

Exemplo:


Fonte:
Assessoria de Imprensa da CAIXA
(41)4501-8641

10 de maio de 2019

Cooperativa da construção civil lança site com as negociações realizadas

A Cooperativa da Construção Civil do Estado de Minas Gerais (Coopercon-MG) agora tem um site exclusivo (www.coopercon-mg.org.br). A página foi criada com objetivo de aperfeiçoar a comunicação entre a entidade e as construtoras cooperadas que estão em busca de melhores preços e prazos de pagamento nas compras dos seus insumos. 

No novo site, a empresa cooperada tem acesso a uma área exclusiva onde é possível visualizar as últimas negociações realizadas com mais de 30 fornecedores da construção. Com dois anos de existência, a Coopercon-MG possui 70 construtoras cooperadas, já possui negociada 60% da curva ABC de custos e possui na sua cartela de itens negociados 12 mil produtos, entre eles, aços, concretos, argamassas, elevadores, tintas e esquadrias.

"Com o site vamos otimizar as informações sobre as negociações realizadas com os nossos fornecedores e oferecer aos cooperados uma maior rapidez e clareza sobre os melhores preços e prazos comercializados. Sabemos que o sucesso de uma cooperativa vem da união de seus cooperados, mas investir na comunicação é primordial para dar visibilidade ao bom trabalho que tem sido feito!", avalia o supervisor de Projetos da Coopercon-MG, João Lopes. 

Na página também é possível visualizar as últimas notícias sobre a Coopercon-MG, ter acesso a informações sobre o sorteio que será realizado para contemplar as construtoras que mais movimentarem compras em 2019, visualizar a logomarca das empresas fornecedoras, ler os depoimentos dos construtores cooperados e solicitar informações sobre como se associar à Coopercon-MG. 




Saiba mais:
www.coopercon-mg.org.br

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