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O comprometimento de boa parte do orçamento das famílias brasileiras tem estimulado a adoção de outras alternativas de complementação da renda para a compra do imóvel pelos consumidores, como dar o automóvel como parte do pagamento. Com esse objetivo, a VistaCorp Empreendimentos Imobiliários e a Valente Incorporações lançaram uma campanha de incentivo a essa condição especial para a aquisição dos apartamentos do Barigui Woodland Park Residence, condomínio residencial com conceito de sustentabilidade próximo ao Parque Barigui, em Curitiba. 

Barigui Woodland Park Residence (obra). Crédito: divulgação 

Barigui Woodland Park Residence (fachada). Crédito: divulgação
O diretor da VistaCorp Empreendimentos, Rodrigo Gomes de Abreu, explica que são aceitos carros e motocicletas como parte da negociação para qualquer unidade do empreendimento, sem restrições de marca, modelo ou quilometragem. “Essa iniciativa surgiu de uma reivindicação dos próprios clientes. Ao oferecermos esse benefício de ele dar o automóvel como parte do pagamento com a incorporadora, nós estamos facilitando e flexibilizando seu planejamento financeiro, assim como ampliando o seu poder de compra”, comenta. 


O processo funciona da seguinte maneira: o cliente apresenta o automóvel (carro ou motocicleta) à incorporadora como parte do pagamento e é orientado a levar o veículo para avaliação e cotação junto à uma revenda especializada que é parceira da empresa. Essa avaliação é repassada diretamente para o cliente para aceite. Se o cliente aceitar a proposta, o veículo já fica com o lojista para a venda e o crédito desse valor é feito diretamente do lojista para a incorporadora, em nome do cliente, para abatimento do saldo devedor do imóvel. Dessa forma, todo o processo de transferência de titularidade do veículo e de análise da documentação é efetuada diretamente entre a revenda especializada e o cliente. 

No caso da compra na planta, o crédito obtido com a venda do automóvel pode ser usado para aumentar o valor da entrada ou amortizar as parcelas do pagamento da poupança, ou seja, do percentual do valor do imóvel que é pago à incorporadora durante o período de obras. No Barigui Woodland, a tabela sugerida pela empresa é de 30% do preço do apartamento para pagamento da poupança e de 70% para financiamento bancário. 

Além disso, Abreu ressalta que a incorporadora oferece bonificações ao cliente para a antecipação do pagamento, concedendo descontos crescentes e proporcionais à entrada. Ou seja, quanto maior o valor da entrada, maior o desconto. Esse cálculo é feito caso a caso, quando da apresentação da proposta pelo comprador no plantão de vendas. “A economia para o comprador é significativa. Como a entrada vai ser maior, o saldo a pagar será menor e o índice de correção que vai incidir sobre todo o saldo consequentemente será menor. Ele tem ganhos financeiros nas duas pontas: na entrada e no processo de pagamento da poupança”, explica o diretor. 

Foi dessa forma que o representante comercial Francisco Azambuja Jr. conseguiu trocar o imóvel. Ele trocou de estado civil, vendeu a casa em que morava e para sair do aluguel começou a procurar um apartamento próximo ao Parque Barigui num condomínio com infraestrutura de lazer que atendesse os filhos de seis e oito anos e tivesse segurança. Dar o carro como parte da entrada foi a alternativa para viabilizar a compra do imóvel na sonhada localização. 

“Numa condição diferenciada de outras empresas que eu tinha consultado, a incorporadora aceitou o meu carro como parte da entrada para a compra do imóvel. Era um carro de 2008, que já tinha sido rodado, o qual eu tentei vender, mas estava tendo dificuldade. Com essa possibilidade, eu consegui comprar o imóvel que eu queria e ainda não precisei me incomodar em vender o automóvel por conta própria”, revela Azambuja. 

A previsão de entrega do Barigui Woodland Park Residence é para segundo semestre de 2017. Até lá, os clientes que já compraram sua unidade podem dar o automóvel como parte do pagamento para amortizar as prestações e os que irão comprar também como parte da entrada. Atualmente, restam apenas 30% das 177 unidades do condomínio para venda, incluindo apartamentos tipo e Garden (com jardim privativo). As unidades com 2 dormitórios têm 56 m² de área privativa e as com 3 dormitórios têm 71m² de área privativa, e até três vagas de garagem. Os apartamentos Garden contam ainda com um terraço exclusivo de 48 a 71m². 

Serviço: 
até setembro, é possível visitar o apartamento decorado no local (R. Tobias de Macedo Júnior, 1.138). 

Informações: (41) 3273-7733 ou www.bariguiwoodland.com.br

Fonte: contato@memilia.com
Nessa última quinta-feira (23) aconteceu o pré-lançamento do Quinta Santa Bárbara Eco Resort, um empreendimento que estará em perfeita harmonia com a arquitetura da cidade e contribuirá com a economia e o turismo local. O público pode conhecer detalhes do projeto, assim como as modalidades de aquisição, na sala de vendas da Rua do Bonfim, Centro.

O empreendimento será construído em área do Centro Histórico, ao lado da Igreja Nosso Senhor do Bonfim. O projeto é uma reestruturação da antiga Pousada Quinta Santa Bárbara, que está na cidade desde início dos anos 80. Com uma proposta de integração ao conjunto arquitetônico da cidade e respeito ao meio ambiente, o terreno de 60 mil m² será ocupado com edificações em apenas 10% de sua área total, terá 72% de área permeável, e 30 mil m² de áreas verdes, que incluem a área de preservação permanente (APP). As edificações terão altura máxima de 8,5m² em até dois pavimento. A arquitetura será em estilo colonial e contará com elementos contemporâneos. No total, serão 192 apartamentos de um ou dois quartos.




“Desde quando começamos a pensar esse projeto, nossa intenção foi adotar um conceito arquitetônico que tivesse em completa harmonia com a história, cultura e arquitetura da cidade, ou seja, um empreendimento com a cara de Pirenópolis. Essa proposta irá proporcionar aos hóspedes experiências inesquecíveis e marcantes, totalmente inseridas no destino”, explica a arquiteta Juliana Mesquita, responsável pelo projeto de arquitetura do Quinta Santa Bárbara Eco Resort e diretora da BSA Arquitetura.

O Quinta Santa Bárbara Eco Resort é uma realização das empresas B3 Incorporadora e Construtora, Quintas Empreendimentos Turísticos LTDA, JVG Investimentos, Procen Engenharia e New Time Administração e Marketing. O grupo empreendedor acumula mais de 30 anos de experiência em empreendimentos de lazer, incorporação e obras de infraestrutura. As vendas serão feitas pela Cia de Negócios e a New Time.

O início das operações está previsto para 2020. A administração hoteleira do Quinta Santa Bárbara Eco Resort ficará a cargo da B3 Hotels - empresa brasiliense, com cases de sucessos em Brasília e Caldas Novas, e com projetos em estudos e andamento nas cidades de Campos do Jordão-SP e Barretos-SP. 

Além dos apartamentos, os hóspedes contarão com uma completa estrutura de lazer que inclui praça de eventos, redários, piscinas aquecidas adulto e infantil, piscina de hidromassagem, piscina com toboágua, playground, brinquedoteca, quadra poliesportiva, fitness, salão de jogos, sauna, pista de caminhada inserida dentro das áreas verdes, lago contemplativo, restaurante e salão de eventos.

O empreendimento contará com 181 vagas de estacionamento, número maior do que o exigido pela legislação para acomodar os veículos. A entrada será voltada para a Rua do Bonfim, cujo acesso pode ser feito por fora do Centro Histórico.

Pela proximidade das áreas gastronômicas e de compras da cidade, os visitantes hospedados no Quinta Santa Bárbara Eco Resort serão incentivados a realizarem passeios a pé pela cidade, reduzindo assim os impactos no trânsito local, principalmente em períodos de alta temporada.

Empregos
As obras de infraestrutura do terreno serão iniciadas em julho/16 e as obras das edificações estão previstas para começar em 2017. A expectativa é que, durante as obras, cerca de 130 pessoas sejam contratadas, de forma direta ou indireta. Quando entrar em operação, a previsão é que o empreendimento gere mais de 100 empregos formais, entre diretos e indiretos.

Trabalhos de artesãos locais serão utilizados na montagem do empreendimento, na decoração de ambientes de áreas comuns e interior dos apartamentos, movimentando assim a economia.

Sustentabilidade e infraestrutura urbana
Importantes obras de infraestrutura serão executadas no entorno e no terreno do Quinta Santa Bárbara Eco Resort, beneficiando não só o empreendimento, mas também o bairro vizinho e a cidade.

Será construída na Rua Santa Bárbara galeria de água pluvial com dezenas de “bocas de lobo” para captação e escoamento de enxurradas, que estará ligada a uma rede pluvial interna ao terreno e estas serão amortecidas em bacias construídas em sistema de gabião que irão corrigir um antigo problema de inundações no local.

Juntamente com a ação de reflorestamento da Área de Preservação Permanente (APP) existente na área, será realizado um trabalho de educação ambiental com crianças carentes do bairro vizinho e suas famílias, possibilitando a produção de mudas que serão adquiridas pelo empreendimento. A área a ser reflorestada tem aproximadamente 25.000m².

O empreendimento não utilizará água da rede da cidade fornecida pela Saneago. Após liberação de outorgas, foram perfurados três poços artesianos, além da limpeza de um outro já existente. Esses poços foram doados para a Saneago que utilizará o excesso como contribuição ao abastecimento da cidade.

Além disso o projeto irá promover captação e tratamento de águas das chuvas, instalação de sistema de aquecimento solar, instalação de transformador e grupo gerador, implantação de uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), para tratar 100% dos resíduos produzidos no empreendimento e não poluir o subsolo, as águas dos córregos e os rios da cidade.

As chamadas águas cinzas (provenientes de chuveiros e lavatórios) serão tratadas pela ETE e reutilizadas para molhar jardim, lavar calçadas e para abastecer as descargas das bacias sanitárias. As águas negras (que possuem resíduos sólidos orgânicos) serão tratadas e usadas para produzir adubos que será aproveitados para manutenção das áreas verdes do terreno.

Benefícios para o turismo
Atualmente, o turismo é a principal economia de Pirenópolis, cujo desafio é se tornar um destino conhecido nacionalmente. A cidade hoje enfrenta a baixa ocupação no meio de semana e ainda é um destino predominantemente regional. De acordo com dados da Goiás Turismo, 86% dos visitantes da cidade são de Goiânia, Anápolis e Brasília. Já o Ministério do Turismo diz que apenas 4% dos 51 milhões de turistas internos que circulam pelo Brasil manifestam interesse pelo Centro-Oeste. 

O Quinta Santa Bárbara Eco Resort irá contribuir para alterar esse cenário em Pirenópolis. Um dos benefícios será o estímulo à ocupação da cidade no meio da semana através da modalidade de aquisição, a fração imobiliária, alternativa em que o apartamento é comercializado para vários compradores, que dividem o tempo de uso da propriedade.

“Nessa modalidade, o usufruto é feito por semanas inteiras, a tendência é que o hóspede permaneça nas cidades durante os sete dias, estimulando a economia”, explica Josemar Borges Jordão, da B3 Hotels. Vale ressaltar que a fração imobiliária é um direito real, na qual o proprietário recebe escritura registrada em Cartório de Registro de Imóveis e pode inclusive ser deixado como herança aos sucessores.

O empreendimento também será associado à RCI - empresa líder mundial em intercâmbio de férias e que integra o grupo Wyndham Worldwide, uma das maiores empresas do mundo na indústria de hospitalidade. Com isso, irá atrair turistas de outras regiões do País e hóspedes internacionais.

Na prática, a RCI funcionará da seguinte forma: os proprietários de frações no Quinta Santa Bárbara Eco Resort poderão trocar suas semanas no empreendimento por hospedagens em hotéis e resortscredenciados à RCI no Brasil e no mundo. Em contrapartida, o empreendimento de Pirenópolis passará a ser um destino disponibilizado pela RCI para seus mais de 3,8 milhões de associados espalhados em diferentes países

Fonte:

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Mais de 250 mil pessoas visitaram o evento deste ano

A Caixa Econômica Federal encerrou a 12ª edição do Feirão da Casa Própria, neste fim de semana, em Salvador (BA), com a marca total de R$ 10,3 bilhões em negócios. Ao todo, foram mais de 13 mil negócios realizados no evento. Mais de 250 mil pessoas passaram pelas 14 cidades onde o Feirão foi realizado neste ano.

A capital baiana contabilizou mais de R$ 500 milhões em cerca de 2.700 negócios. Mais de 13 mil visitantes passaram pelo Parque de Exposições Agropecuárias de Salvador (BA) durante os três dias do evento.

Para o presidente da CAIXA, Gilberto Occhi, o resultado de 2016 alcançou as expectativas do banco. “Nós conseguimos manter o mesmo desempenho do ano passado. Isso foi fundamental, porque percebemos que, mesmo com a crise, a demanda existe. O balanço é positivo”, afirmou.

Com foco no financiamento de habitação popular, Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) e das demais operações com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o 12º Feirão CAIXA da Casa Própria contou, pela primeira vez, com a capital maranhense

Números por localidade:
O 12º Feirão percorreu 14 cidades do país, de abril a junho de 2016. Confira, abaixo, a tabela com os dados do fechamento em cada uma delas:


Atendimento:
A rede de agências da CAIXA continua a atender aos interessados em financiar a casa própria, com as mesmas condições oferecidas no Feirão. O site da CAIXA também disponibiliza uma ferramenta que permite simular o financiamento imobiliário a partir do valor do imóvel ou capacidade de pagamento do cliente. O simulador da CAIXA pode ser acessado no endereçowww.caixa.gov.br, opção "Habitação".

Fonte:
Assessoria de Imprensa da CAIXA - (41) 3544-5641



O juiz da 4ª Vara da Fazenda Pública de Curitiba, Guilherme de Paula Rezende, deu sentença favorável à Guarenas Investimentos Imobiliários Ltda. e outras incorporadoras no processo (0002695-29.2015.8.16.0179) ajuizado pelas incorporadoras questionando o aumento do Funrejus (Fundo de Reequipamento do Poder Judiciário), taxa que incide sobre atos de registros realizados nos cartórios paranaenses, pelo Governo do Estado do Paraná.

Na sentença, o juiz pronuncia-se do seguinte modo: “julgo procedente o pedido contido na inicial, para confirmar a liminar antes concedida, de forma a afastar especificamente a Lei estadual nº 18.415/2014 e reconhecer o direito das autoras em proceder ao pagamento de taxa ao FUNREJUS conforme redação dada ao art. 3°, VII, da Lei Estadual nº 12.216/1998 pela Lei estadual nº 17.835/2013”. Com a decisão, as empresas autoras da ação passarão a pagar o Funrejus para averbação da conclusão da obra com base no teto máximo para recolhimento. A sentença é passível de recurso de apelação pelo Estado do Paraná.

O assessor jurídico da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR) e autor da ação que recebeu parecer favorável da 4º Vara de Fazendo Pública, Ricardo Campelo, explica que, desde 2015, a taxa para o Funrejus que era limitada ao teto de R$ 1.822.88 por ato, passou a incidir de forma ilimitada em 0,2% sobre o valor do imóvel, para cada ato registral. No caso da averbação da conclusão de um empreendimento de incorporação, por exemplo, a taxa paga pelas incorporadoras vem sendo exigida nesse percentual, aplicado sobre o custo total da obra com base no Custo Unitário Básico de Construção (CUB) do Paraná.

“O aumento na base de cálculo do Funrejus ocorreu em flagrante ilegalidade, eis que a exclusão do limite de valor para o tributo em questão fere o princípio da retributividade, segundo o qual a quantificação das taxas deve ser coerente com o custo da atividade estatal correspondente. Como não houve aumento no custo do serviço público exercido a justificar esta abissal elevação do Funrejus, a majoração do montante tributário carece de amparo jurídico”, defende o assessor jurídico da Ademi/PR.

A Federação das Indústrias do Paraná (FIEP) e o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Paraná (Sinduscon-PR) ingressaram com um mandado de segurança coletivo questionando a legalidade do aumento da taxa. O processo está aguardando julgamento no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Fonte: contato@memilia.com


O estoque de apartamentos residenciais novos segue em forte queda em Curitiba e em abril chegou a 8.819 unidades, quase 20% a menos do que em abril de 2015, quando havia 10.949 unidades novas disponíveis para a venda na capital paranaense. Os dados são da pesquisa mensal realizada pela Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), em parceria com a BRAIN Bureau de Inteligência Corporativa, que revela ainda um recuo de 3% no estoque de imóveis novos na variação mensal. Em março, havia 9.087 apartamentos na cidade. O estudo é o mais completo do setor de incorporação imobiliária para Curitiba e região.

A pesquisa da entidade de classe, que representa as incorporadoras e construtoras com atuação no Paraná, evidencia que os apartamentos econômicos (com preço de R$ 200 mil a R$ 250 mil) foram os que mais contribuíram para a redução do estoque. Nos últimos 12 meses, tendo abril como mês de referência, o número de unidades à venda no padrão teve queda de 78,4%, passando de 1.858 para 401 apartamentos. Ainda no período, o estoque de studios, lofts e apartamentos de um dormitório teve redução de 33,5%, passando de 2.659 para 1.767 unidades. Ambas as categorias lideram a diminuição de estoque também em termos nominais.

“A queda de estoque, especialmente para os imóveis chamados especiais, ou seja, com um dormitório, é um excelente indicador para o setor, pois, a cidade recebeu diversos empreendimentos com essa tipologia nos últimos anos e concentrados em regiões específicas. Essa redução, somada ao recuo de 14% da oferta dos apartamentos com essa configuração em Curitiba, revela que o padrão está ajustando a relação entre oferta e demanda, o que reflete numa estabilização do setor como um todo”, analisa a presidente da Ademi/PR, Aline Perussolo Soares.

No segmento econômico, a redução da oferta de novos foi de 64% em 12 meses, passando de 4.980 apartamentos em abril de 2015 para 1.790 em abril desse ano. “Tendo em vista a restrição do crédito imobiliário e a diminuição do poder de compra da população em função da crise econômica, as incorporadoras e construtoras ficaram mais cautelosas em lançar produtos com essa configuração. Em contrapartida, as que atuam em padrão mais elevados reforçaram seus investimentos em lançamentos”, explica o diretor de Pesquisa de Mercado da Ademi/PR, Fábio Tadeu Araújo.

Os imóveis supereconômicos (com preço de até R$ 200 mil) e superluxo (com preço acima de R$ 2 milhões) também tiveram um incremento da oferta no período, bem como apresentaram o melhor desempenho em índice de unidades vendidas nos últimos 12 meses. Para Araújo, esse panorama deixa claro a importância do financiamento imobiliário para a compra da casa própria no país. 

“As categorias que apresentaram os melhores resultados estão nos extremos da pirâmide de preços, abarcando as pessoas para as quais as condições de crédito à época estavam mais atrativas e acessíveis, em função do programa no Minha Casa Minha Vida, e aqueles consumidores que precisam menos do crédito, pois, podem comprar o imóvel à vista, dar uma entrada maior ou usar o imóvel atual como parte do pagamento do novo”, avalia.

Preços – O preço médio do metro quadrado privativo para os imóveis novos em Curitiba ficou em R$ 6.587,60 em abril desse ano, valor 5% maior do que o mesmo mês de 2015, conforme a pesquisa da Ademi/PR e da BRAIN. Considerando os últimos 12 meses, os apartamentos de quatro dormitórios lideram o índice de reajuste, com correção de 14,8% e metro quadrado privativo a R$ 10.046,00, em média.

No acumulado do ano, até abril, os imóveis novos em Curitiba contabilizaram reajuste de 1,4%. Destaque para os apartamentos com quatro dormitórios, com alta de 1,8% no período, e para os com dois dormitórios, com correção de 1,6% e preço médio do metro quadrado privativo a R$ 5.919,00. Na variação mensal, o metro quadrado privativo foi atualizado em 0,6%, puxado pelos studios, lofts e apartamentos de um dormitório.

Na análise por bairro e para o respectivo mês, o Batel continua a deter o maior valor do metro quadrado privativo para todas as tipologias, com metro quadrado privativo a R$ 10.141,00 para os apartamentos de um dormitório; de R$ 11.218,00 para os de dois dormitórios; de R$ 8.589 para os de três dormitórios e de R$ 12.352 para os de quatro dormitórios. 

A pesquisa da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR) e da BRAIN Bureau de Inteligência Corporativa, em abril de 2016, contou com uma amostra de 371 empreendimentos e 8.819 apartamentos residenciais novos (na planta, em construção ou concluídos) à venda por construtoras, incorporadoras e imobiliárias em Curitiba, coletados diretamente junto às empresas do setor.

Fonte: contato@memilia.com

O número de alvarás de conclusão para unidades residenciais em Curitiba atingiu o menor volume dos últimos seis anos. Os dados da pesquisa mensal da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), em parceria com a BRAIN Bureau de Inteligência Corporativa, revelam que de janeiro a março desse ano, o Habite-se, certificado de conclusão de obras, foi emitido para 2.246 imóveis na capital, menor número desde 2010, quando contemplaram 1.874 edificações para o período. O pico de emissões de alvarás de conclusão na cidade no primeiro trimestre aconteceu em 2013, quando 4.118 unidades foram licenciadas. O estudo é o mais completo do setor de incorporação imobiliária para Curitiba e região.

Analisando apenas os apartamentos residenciais novos em Curitiba, no ano passado foi entregue o menor volume de unidades novas dos últimos cinco anos. Em 2015, foram repassadas 7.634 habitações aos compradores, contra 7.924 unidades entregues em 2010. Acompanhando a curva de redução dos alvarás de conclusão, o pico de entregas foi em 2013, quando 13.633 apartamentos residenciais foram transferidos aos adquirentes. 

A presidente da Ademi/PR, Aline Perussolo Soares, comenta que essa diminuição, aliada à redução do número de unidades lançadas e ao recuo do estoque pelo quarto mês consecutivo, evidenciam que o setor está encerrando o seu ciclo de ajuste em Curitiba, com equalização da oferta e da demanda. “A conjunção dessas variáveis indica que, mantendo-se essas condições, é possível que haja uma drástica redução da oferta de imóveis novos na cidade em breve. Ainda, sinaliza que os novos empreendimentos virão com preços maiores do que os atuais e quem esperar poderá pagar mais pelo mesmo imóvel. Por isso, a hora de comprar é agora”, avalia.

A pesquisa da entidade de classe revela ainda que o volume de alvarás para construção residencial emitidos no primeiro trimestre desse ano alcançou o menor patamar desde 2008. À época, 3.710 unidades foram licenciadas em Curitiba. No ano passado, foram apenas 2.052 edificações. Até o momento, todos os lançamentos foram de empreendimentos com menos de 100 unidades. Já em relação ao estoque, o estudo mostrou que em março desse ano havia 9.087 unidades disponíveis para a venda, montante 18,7% menor do que em março de 2015, quando existiam 11.189 apartamentos novos em estoque na cidade. “Acreditamos que até o fim desse ano, a questão do estoque estará equacionada na cidade”, prevê Aline.

Estoque - Considerando os últimos 12 meses, em termos percentuais e nominais, a redução de estoque mais significativa foi para os apartamentos econômicos (com preço de R$ 170.001,00 a R$ 250 mil) e standard (com preço de R$ 250.001,00 a R$ 400 mil). No primeiro, a queda foi de 78,7% das unidades disponíveis, passando de 1.943 apartamentos novos em março de 2015 para 413 em março desse ano. No segundo, a diminuição do estoque foi de 33,5%, passando de 3.329 para 2.211 habitações.

“Analisando esses dados, fica clara a importância do crédito imobiliário para a aquisição do imóvel, assim como das campanhas de benefícios oferecidas pelas construtoras e incorporadores para os imóveis prontos. Com o aumento da inflação e da taxa de juros para os empréstimos habitacionais, a opção da maior parte dos compradores foi para habitações que, atualmente, melhor se encaixam na capacidade financeira da classe média, maior fatia do público comprador, e nas linhas disponíveis pelos bancos”, avalia o diretor de Pesquisa de Mercado da Ademi/PR, Fábio Tadeu Araújo.

A retração do estoque foi um reflexo do desempenho nas vendas de imóveis novos que, entre residenciais e comerciais, teve alta de aproximadamente 5% no primeiro trimestre desse ano na capital paranaense, em comparação com o mesmo período do ano passado, totalizando 1.291 unidades comercializada. O Volume Geral de Vendas (VGV), faturamento obtido com a venda de todos os imóveis comerciais e residenciais no período, teve alta de 17%, contabilizando um montante de R$ 663,2 milhões. Apenas no segmento residencial, a venda de apartamentos teve alta de 21% no primeiro trimestre desse ano, em relação ao mesmo período do ano passado, totalizando 1.183 unidades. Já quanto ao VGV, o crescimento na comparação entre os períodos foi de 30%, contabilizando R$ 623,3 milhões em 2016.

Preço – Tomando como base os últimos 12 meses, e tendo março como mês de referência, o preço médio do metro quadrado privativo para os apartamentos residenciais novo em Curitiba foi reajustado em 5%, a R$ 6.545,00. O melhor desempenho no período foi para os imóveis com quatro dormitórios que foram corrigidos em 17,4%, com preço médio do metro quadrado privativo a R$ 10.063,00. No acumulado do ano, os imóveis novos na capital têm variação de 0,8%.

Na análise por bairro e para o respectivo mês, o Batel continua a deter o maior valor do metro quadrado privativo para todas as tipologias, com metro quadrado privativo a R$ 10.548,00 para os apartamentos de um dormitório; de R$ 11.991,00 para os de dois dormitórios; de R$ 8.589 para os de três dormitórios e de R$ 12.326 para os de quatro dormitórios. 

A pesquisa da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR) e da BRAIN Bureau de Inteligência Corporativa, em março de 2016, contou com uma amostra de 372 empreendimentos e 9.087 apartamentos residenciais novos (na planta, em construção ou concluídos) à venda por construtoras, incorporadoras e imobiliárias, em Curitiba, coletados diretamente junto às empresas do setor.

Fonte: contato@memilia.com


Instituto MRV desenvolve projeto de voluntariado para sanar dúvidas pessoais de trabalhadores no canteiro de obras

Os funcionários da MRV Engenharia de Curitiba receberam orientações jurídicas no próprio canteiro de obras. A ação fez parte de um projeto voluntariado chamado “Direito de Saber”, desenvolvido pelo Instituto MRV.

Segundo um dos advogados participantes, Luis Fernando Braúna, durante a consulta foram sanadas dúvidas pessoais referentes a dívidas bancárias, inscrições indevidas em órgãos de proteção ao crédito, questões envolvendo direito imobiliário, família, sucessões, entre outras. “É um ação de voluntariado que tem grande receptividade nas obras, além de ser muito gratificante para os advogados internos da empresa, que podem estar mais próximos aos colegas da obra e contribuir com estes trabalhadores que, muitas vezes, não têm acesso a uma assessoria jurídica qualificada”, contou.

De acordo com Braúna, em Curitiba este foi o segundo evento realizado nos canteiros de obras, mas o programa ocorre em todas as regionais da construtora.

Fonte:
Ari Lemos
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