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Dirigentes sindicais do setor da construção civil em Minas Gerais apontam que a nova legislação trabalhista, que está em análise no Congresso Nacional, deverá priorizar a simplificação e a segurança jurídica, a exemplo do que ocorre na grande maioria dos países.

Para o vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG), Evandro Negrão de Lima Jr., a reforma trabalhista “é uma oportunidade imperdível de modernização da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), uma legislação com 74 anos de vigência e pouca atualização, cujas premissas não mais atendem a realidade do mercado de trabalho brasileiro e as novas relações entre trabalhador e empregador”.

Na avaliação dele, as aprovações das reformas trabalhista e previdenciária vão proporcionar um novo ambiente de negócios. Combinada com a terceirização, que já foi sancionada, a modernização da CLT terá um impacto positivo sobre o mercado de trabalho e trará mais produtividade para as empresas.

A reforma trabalhista também dará mais segurança jurídica a convenções e acordos coletivos, reduzindo litígios ao usar instrumentos da conciliação prévia. A informalidade é um dos principais entraves ao crescimento de toda a cadeia produtiva brasileira, inclusive a da construção civil, além de ser ruim para o próprio trabalhador, que, na informalidade, passa a ter remuneração baixa e extensa jornada de trabalho.

Informações sobre o setor da construção civil em Minas Gerais

Empregos formais - O número de trabalhadores com carteira assinada, na construção civil em Minas Gerais, em abril de 2017 foi de 269.840. Em abril de 2016, o número de trabalhadores com carteira assinada no Estado era de 298.055. Isso significa que, nos últimos 12 meses, o setor perdeu, somente em Minas, 28.215 vagas com carteira assinada.

Venda de imóveis - Estoque de imóveis novos residenciais para comercialização nas cidades de Belo Horizonte e Nova Lima reduziu 19,84%. Em fevereiro de 2016 havia 5147 imóveis novos disponíveis para venda. Em fevereiro de 2017 esse número caiu para 4126. Foi o menor da série histórica da pesquisa do mercado imobiliário realizada pelo Sinduscon-MG desde outubro de 2015. Esses dados demonstram que existem menos imóveis disponíveis para a venda, e com isso, a tendência é que no decorrer do tempo, o preço dos imóveis aumente.

O Produto Interno Bruto (PIB) da Construção Civil cresceu 0,5% no 1º trimestre de 2017 em relação aos últimos três meses do ano passado, de acordo com os dados das Contas Nacionais Trimestrais divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado, apesar de muito modesto e aquém das necessidades mais imediatas de um País em desenvolvimento, como o Brasil, interrompeu uma sequência de quatro trimestres negativos no setor. A queda de 5,5% acumulada nos últimos quatro trimestres encerrados em março/17 e a redução de 6,3% no período de janeiro a março/17 em relação a igual período do ano anterior demonstram que as dificuldades do setor continuam e que ainda existem sérios desafios a serem superados para a consolidação do seu crescimento.

Fonte: lorraine@interfacecomunicacao.com.br

Serão mais de 14 mil imóveis ofertados em todas modalidades e linhas de crédito

Começa na próxima sexta-feira (23), o Feirão CAIXA da Casa Própria em Curitiba (PR). O evento, que será realizado no Expo Unimed, conta com mais de 14 mil imóveis, novos ou usados, que estarão em oferta até o domingo (25). Considerado o maior do ramo imobiliário, o Feirão acontece também em outras duas cidades do país, Brasília e Fortaleza, em junho de 2017.

Segundo o superintendente regional da CAIXA, Renato Scalabrin, o Feirão será uma oportunidade para as famílias realizarem o sonho de adquirir a casa própria. “No Feirão, os visitantes podem contar com as condições facilitadas que a CAIXA oferece, além de ter acesso aos principais lançamentos e a diversos imóveis, novos ou usados, disponíveis na região.”, comenta.

O Feirão CAIXA da Casa Própria contará, em Curitiba (PR), com 50 construtoras que ocuparão os estandes do evento. Haverá empreendimentos novos e imóveis usados, num total de 14 mil imóveis em oferta. 200 empregados da CAIXA trabalham para a realização do Feirão em Curitiba, neste ano.

Atendimento:
Para requerer o crédito para casa própria, no Feirão, basta levar documento de identidade, CPF e comprovante de renda. Os interessados também podem obter informações em todas as agências da CAIXA, no site www.caixa.gov.br ou pelo Serviço de Atendimento ao Cliente (0800 726 0101), disponível 24 horas por dia, inclusive nos finais de semana.

Serviço:

Feirão CAIXA da Casa Própria em Curitiba
Data: de 23 a 25 de junho de 2017 (sexta-feira a domingo)
Hora: sexta-feira e sábado, das 10h às 20h – domingo, das 10h às 18h
Local: Expo Unimed - Rua Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 - Curitiba (PR)

Fonte : Assessoria de Imprensa da CAIXA - Regional Curitiba (PR)
(41) 3544-5641 www.caixa.gov.br/agenciacaixadenoticias | @imprensaCAIXA


Melhorar a qualidade de vidas dos moradores de condomínios do Programa Minha Casa, Minha Vida é uma das principais metas do Ministério das Cidades conforme enfatizou nesta quarta-feira (14) o ministro das Cidades, Bruno Araújo, durante audiência pública na Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR). Segundo ele, pesquisa identificou que os moradores do MCMV estão felizes “da porta para dentro”, mas insatisfeitos “da porta para fora”.
Por isso, os novos empreendimentos deverão contar com maior infraestrutura urbanística, como ruas entre os edifícios e paisagismo. Além disso, a escolha dos locais para construção de novos condomínios da faixa 1 (que contempla famílias com renda bruta mensal de até R$ 1,8 mil) deve observar a oferta de transporte público, correios, telefonia pública, assim como a presença de policiamento e de comércio.

— Apesar do avanço quantitativo, o programa gerou áreas de segregação, conjuntos habitacionais que foram desconectados do provimento de serviços básicos como comércio, UPAS, escolas, de equipamentos sociais mínimos. Precisamos oferecer mais moradias para atenuar o deficit habitacional, mas também garantir qualidade de vida aos moradores – disse o ministro.

Conforme as novas regras do programa, em cidades com menos de 100 mil moradores, os condomínios não poderão ter mais de 500 unidades habitacionais. Municípios ou empresas com obras paralisadas também não poderão mais participar do programa. A meta do governo é construir 610 mil unidades por meio do programa em 2017.

Bruno Araújo ressaltou que o governo está retomando 34 mil obras que estavam paralisadas. Está contratando também 25.664 novas unidades habitacionais para a faixa 1 com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). Ele afirmou que o ministério conseguiu readquirir equilíbrio financeiro e não tem mais faturas em atraso com construtoras.

— O milagre foi cancelar obras impossíveis de fazer por questões físicas, técnicas e orçamentarias e a partir daí ter tido uma conversa franca com governadores e prefeitos – explicou.
Programa de Estado

Parlamentares do governo e da oposição reconheceram que o Programa Minha Casa, Minha Vida, criado pelo ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, é uma política de Estado fundamental para superar o deficit habitacional de seis milhões de moradias. O senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) saudou Bruno Araújo por aprimorar o programa:

— Não tem como não parabenizar o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva por este belíssimo Programa Minha Casa Minha Vida, que estava lamentavelmente mal administrado – avaliou.

A presidente da CDR, senadora Fátima Bezerra (PT-RN), destacou que o MCMV foi a primeira política de natureza habitacional no pais para quem não tinha casa:

— O mérito do Minha Casa Minha Vida é exatamente esse. Atento para que o programa não perca seu foco. O deficit habitacional é gigantesco e está principalmente nas famílias de baixa renda – frisou.
Saneamento

Durante a reunião, o ministro também abordou outras prioridades da pasta como projetos de saneamento e regularização fundiária. O senador Paulo Bauer (PSDB-SC) sugeriu a elaboração de um plano nacional de saneamento. Bruno Araújo informou que vários ministérios estão trabalhando em conjunto na redação de uma medida provisória sobre o tema.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)


O mercado imobiliário de Curitiba registrou crescimento no lançamento de empreendimentos e unidades residenciais no primeiro trimestre desse ano, em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo os dados da última pesquisa da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), em parceria com a BRAIN Bureau de Inteligência Corporativa, de janeiro a março, foram 10 empreendimentos residenciais e 554 unidades novas colocadas no mercado, contra 8 empreendimentos e 246 unidades lançadas no mesmo período de 2016.

Os novos empreendimentos concentraram-se nos extremos: nos padrões supereconômico e econômico (com preço até R$ 250 mil) e de luxo (com preço de R$ 1.000.001,00 a R$ 2 milhões). “Apesar da redução da taxa de juros e do controle da inflação, nesse primeiro trimestre, as empresas mantiveram a estratégia usada no ano anterior, que foi a de optar por lançamentos em segmentos com oferta de crédito mais fluida ou naqueles independentes desse recurso para aquisição do imóvel. As empresas locais responderam pela maior fatia dos lançamentos”, explica o presidente da Ademi/PR, Jacirlei Soares Santos.

O dirigente afirma que, apesar de poucos, os lançamentos realizados foram bem-sucedidos, pois, o volume de imóveis vendidos na planta teve alta de 25,6% no primeiro trimestre desse ano na comparação com o primeiro trimestre de 2016, passando de 125 para 157 imóveis comercializados na planta em Curitiba. “Já em função da queda do estoque, o volume de vendas dos imóveis residenciais prontos foi menor no primeiro trimestre desse ano em comparação com o mesmo período do ano passado, passando de 478 para 313 unidades”, ressalta Soares.

A pesquisa revelou ainda queda de 16,2% no volume de apartamentos residenciais em estoque em Curitiba em março de 2017, em relação ao mesmo período do ano passado, baixando de 9.087 para 7.606 imóveis. As reduções mais significativas foram para os imóveis com preço de R$ 215 mil a R$ 700 mil, com diminuição média de 20% das unidades disponíveis.

“Além da brusca diminuição da oferta lançada, o motivo da forte baixa nesses padrões foram as campanhas promocionais realizadas pelas construtoras e incorporadoras em termos de preço e flexibilidade de pagamento, o que motivou as aquisições. Esse estoque é saudável e natural para um mercado de dois milhões de habitantes, como Curitiba”, explica o diretor de Relações Institucionais da Ademi/PR, Marcelo Gonçalves.

Preços - Ainda nos últimos 12 meses, o preço médio do metro quadrado privativo dos apartamentos residenciais novos em Curitiba acumulou correção de 6,3%, chegando a R$ 6.961,40, acima do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) que fechou o período em 4,5%, com ganho real. Os apartamentos com três dormitórios apresentaram a maior variação no período, de 8,3%, com média do metro quadrado privativo a R$ 6.911,00.

Na análise por bairro para março desse ano, o Batel continua a deter o maior valor do metro quadrado privativo para todas as tipologias com metro quadrado privativo médio entre R$ 10.794,00 e R$ 13.729,00, respectivamente. A pesquisa da Ademi/PR e da BRAIN, no primeiro trimestre do ano, contou com uma oferta lançada acumulada de 385 empreendimentos residenciais novos (na planta, em construção ou concluídos) de construtoras, incorporadoras e imobiliárias em Curitiba, coletados diretamente junto às empresas do setor.

Fonte: contato@memilia.com
A Casteval Construção e Incorporação e a Universidade Positivo assinaram nessa quarta-feira (31/5) termo de cooperação técnica para a realização do “Concurso de Ideias para Residência Unifamiliar em Condomínio”, que vai envolver os alunos dos cursos de Arquitetura e Urbanismo e de Engenharia Civil da instituição para a elaboração de estágio inicial de projeto para uma residência térrea de 250 m² num dos lotes de terreno do Condomínio Giuseppe Garibaldi, com área total de 869,41 m², localizado no bairro Santa Felicidade, em Curitiba. O condomínio conta com áreas de lazer e infraestrutura implementadas.

Portal Giuseppe Garibaldi

Salão de Festas Giuseppe Garibaldi
“Essa ação visa a auxiliar na preparação dos futuros profissionais para o mercado de trabalho, aproximando a teoria da prática, ao mesmo tempo em que vai contribuir para a inovação no canteiro de obras, por meio da busca de novas soluções para projetos e processos construtivos, bastante focados em sustentabilidade e acessibilidade”, destacou o sócio fundador da Casteval Construção e Incorporação, Osvaldir Benato.

O reitor da Universidade Positivo, José Pio Martins, também ressaltou a importância desse intercâmbio. “Um concurso desse tipo tem dois grandes benefícios. Evidentemente, um deles é para a Academia que ganha no sentido de envolver os alunos, inclusive com a descoberta de soluções. Para a empresa, existe a possibilidade de ela se beneficiar de alguma inovação que apareça no projeto e de integrar a universidade com a atividade empresarial”, citou.

Além da área construída da residência térrea, o projeto deve levar em conta os seguintes cômodos para a edificação: 4 quartos (sendo 1 suíte máster, 1 suíte júnior e 1 demi-suíte), 3 vagas de garagem, salas (jantar/estar), cozinha, lavabo, banheiro de empregada, quarto de empregada/ despensa, lavanderia, lareira e churrasqueira.

As propostas, em nível de estudo preliminar, deverão ser elaboradas a partir dos elementos técnicos fornecidos e deverão obedecer rigorosamente às normas brasileiras da ABNT, inclusive com acessibilidade em todos os cômodos; o Código de Obras e Edificações do Município de Curitiba e às diretrizes urbanísticas do empreendimento horizontal. As equipes inscritas farão três visitas ao empreendimento para verificação do terreno in loco.

Os projetos devem levar em consideração questões relativas à qualidade e à sustentabilidade, utilizando soluções que se traduzam em conforto ambiental e menor impacto possível, incorporando novas tecnologias para ganho em eficiência. Além dos aspectos plásticos, tecnológicos e de sustentabilidade, as soluções arquitetônicas devem privilegiar economia, agilidade construtiva, racionalização, desempenho e facilidades de operação e manutenção.

As propostas serão avaliadas por uma comissão formada pelos seguintes jurados: dois arquitetos e urbanistas da Universidade Positivo, indicados pela coordenadoria do curso; dois arquitetos e/ou engenheiros representantes da Casteval Construção e Incorporação; um engenheiro civil, professor da Universidade Positivo; um arquiteto e urbanista com escritório atuante no mercado. 

Os critérios de seleção serão: apresentação; integração com o entorno; solução funcional; design e diretrizes técnico-funcionais. Cada item poderá ser pontuado de 1 a 10 e a equipe que tiver a maior soma total será a vencedora. Todos os membros da equipe vencedora, que será a equipe com a maior pontuação geral, receberão como prêmio um ebook Kindle Amazon, 8ª geração, Tela 6’’, 4GB com WiFi.

Caso a Casteval opte pela construção de uma entre as três propostas com maior pontuação, os integrantes da equipe que tiver o projeto implementado terão a oportunidade de realizar estágio remunerado na construtora, em período determinado. Caso o projeto não seja implementado, a oportunidade de estágio será oferecida aos integrantes da equipe vencedora. 

O edital com as informações para participação ao concurso será publicado nessa quinta-feira (1º/6), no site da Universidade Positivo, com a abertura das inscrições, que seguem até 16/6/2017. A entrega das propostas pelas equipes inscritas – de três pessoas, sendo dois estudantes de Arquitetura e Urbanismo e um de Engenharia Civil - deve ser até o dia 30/7 e a divulgação dos resultados está prevista para 15/8. 

Fonte : contato@memilia.com
Expositores apresentarão mais de 10 mil imóveis, entre casas e apartamentos



O Feirão Caixa da Casa Própria e a Feira de Imóveis de Joinville 2017 vão ocorrer entre os dias 26 e 28 de maio no Pavilhão de Exposições da Expoville. Nos estandes, mais de 30 construtoras, incorporadoras, imobiliárias da região além de correspondentes Caixa e a equipe de habitação da Caixa Econômica Federal. Para fazer a simulação de crédito para financiamento, os visitantes precisam apresentar documento de identidade, CPF e comprovante de renda e de residência. 

Segundo o superintendente regional da Caixa, Jacemar Bittencourt de Souza, o Feirão será uma oportunidade para as famílias realizarem o sonho de adquirir a casa própria. 

No Feirão, os visitantes podem contar com as condições facilitadas que a Caixa oferece, além de ter acesso aos principais lançamentos das construtoras parceiras —, comenta.

Os expositores apresentarão mais de 10 mil imóveis, entre casas e apartamentos, em Joinville e região. A expectativa dos organizadores é que sejam prospectados muitos negócios no Feirão, comercializando imóveis prontos para morar e na planta. 

No mesmo período, a Expoville recebe a Home Art Joinville. 

Serviço
O quê: Feirão Caixa da Casa Própria e Feira de Imóveis de Joinville 2017
Onde: Pavilhão de Exposições da Expoville (rua 15 de Novembro, 4315, bairro Glória)
Quando: de 26 a 28 de maio
26 de maio (sexta- feira): das 16h às 21h
27 de maio (sábado): das 10h às 21h
28 de maio (domingo): das 10h às 18h
Quanto: entrada gratuita
Estacionamento: gratuito

O mês de fevereiro desse ano começou mais movimentado em termos de lançamentos do que o mesmo período do ano passado. Segundo a pesquisa mensal realizada pela Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), em parceria com a BRAIN Bureau de Inteligência Corporativa, o volume de apartamentos residenciais novos lançados na capital paranaense nesse ano praticamente triplicou em relação a fevereiro do ano passado, passando de 126 para 358 unidades. O número de empreendimentos residenciais novos também cresceu: foram quatro no referido mês em 2017, contra três no ano passado.

As novas unidades colocadas no mercado nos últimos 12 meses concentraram-se no segmento de imóveis supereconômicos (com preço de até R$ 215 mil), que recebeu sete novos empreendimentos, e de luxo (com preço de R$ 1.000.001,00 a R$ 2 milhões), padrão que teve cinco empreendimentos a mais do que em fevereiro de 2016. “Os anúncios de elevação do teto do imóvel e de criação de uma nova faixa para o Minha Casa Minha Vida, bem como o começo de lenta e progressiva redução da taxa de juros para financiamento imobiliário pelos bancos, em função da redução da Selic, foram bem recebidos pelo setor que, aos poucos, retoma a produção”, analisa o presidente da Ademi/PR, Jacirlei Soares Santos.

Nos últimos 12 meses, o estoque residencial teve queda de 17,5%, saindo da casa das 9 mil para próximo de 7,5 mil unidades. “Com esse número, Curitiba retroage ao estoque do ano de 2011 e volta a ter o que é considerado o estoque ideal para um mercado do porte de nossa capital”, ressalta Santos. As quedas mais significativas foram para os apartamentos econômicos (com preço de R$ 215.001,00 a R$ 250 mil), que tiveram volume reduzido em mais de quatro vezes (de 1.290 para 282 unidades), e para os imóveis standard (com preço de R$ 250.001,00 a R$ 400 mil), com recuo de 27% das unidades disponíveis para a venda (de 1.709 para 1.328 imóveis). 

“As incorporadoras direcionaram seus esforços promocionais para esses padrões, especialmente o standard que concentra a maior fatia da oferta na cidade, o que transformou a compra numa ótima oportunidade de negócio, principalmente para quem detinha alguma reserva financeira”, avalia o diretor de Pesquisa de Mercado da Ademi/PR, Luiz Francisco Viana Jr.

Ainda nos últimos 12 meses, o preço médio do metro quadrado privativo dos apartamentos residenciais novos em Curitiba acumulou correção de 5,2%, em R$ 6,9 mil, acima do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) que fechou o período em 4,7%. Os apartamentos com três e quatro dormitórios apresentaram o maior reajuste no período, de 6,9% e 6,0%, respectivamente, com média do metro quadrado privativo de R$ 6.846,00 e R$ 10.738,00, nessa ordem.

Na análise por bairro para fevereiro desse ano, o Batel continua a deter o maior valor do metro quadrado privativo para as tipologias de um, dois e três dormitórios, com metro quadrado privativo médio de R$ 10.638,00, de R$ 11.243,00 e de R$ 11.002,00, respectivamente. O bairro também retomou a liderança de maior preço médio do metro quadrado privativo para apartamento de quatro dormitórios, a R$ 12.479,00.

A pesquisa da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR) e da BRAIN Bureau de Inteligência Corporativa, em fevereiro de 2017, contou com uma amostra acumulada de 377 empreendimentos residenciais novos (na planta, em construção ou concluídos) para a venda por construtoras, incorporadoras e imobiliárias em Curitiba, coletados diretamente junto às empresas do setor.

Fonte: contato@memilia.com




Pesquisa, divulgada hoje (7) pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG), mostra que o mercado imobiliário de Belo Horizonte e Nova Lima iniciou o ano com desempenho em alta. Em janeiro, o volume de unidades vendidas foi 52,5% superior ao mês anterior, chegando a 308 apartamentos comercializados, a maior quantidade para o período de um mês desde julho de 2016. Como não houve lançamentos em janeiro, o estoque de imóveis nas duas cidades caiu 6,2%, ficando em 4.190 unidades, menor patamar desde outubro de 2015, quando foi iniciada a Pesquisa do Mercado Imobiliário do Sinduscon-MG, realizada pela Brain Bureau de Inteligência Corporativa.

Segundo o vice-presidente da Área Imobiliária do sindicato, José Francisco Couto de Araújo Cançado, o volume de vendas em janeiro foi destaque e pode indicar uma retomada do mercado. “O volume comercializado foi significativo e traz uma boa perspectiva para o ano. Isso é sinal de que o consumidor já percebeu que o momento é favorável para a compra de imóveis, mas que essa situação não deve durar por muito tempo diante da queda nos estoques”, analisa.

No desagregado, das 308 unidades vendidas em Belo Horizonte e Nova Lima em janeiro, 156 estavam na região da Pampulha, correspondendo a 50,6% do total. Em seguida, aparece Nova Lima e a região Centro-Sul, com 45 e 36 unidades comercializadas, respectivamente. O Índice de Velocidade de Vendas de imóveis residenciais em janeiro mês foi de 6,9%. O preço médio do metro quadrado residencial chegou a R$ 7.668.

Em relação à falta de lançamentos no mês, o dirigente considera que pode ser consequência de um movimento de mercado e também da alteração na legislação. “As empresas diminuíram o ritmo de lançamentos. Possivelmente, algumas têm projetos já aprovados e estão aguardando uma melhora no cenário econômico para realizar o investimento. Contudo, a redução de lançamentos também pode ser um reflexo de uma portaria da Aeronáutica que está travando praticamente todo o mercado imobiliário em Belo Horizonte”, analisa José Francisco.

No segmento comercial, foram vendidas 10 unidades em janeiro e também não foi registrado nenhum lançamento. O estoque fechou em 514 imóveis novos disponíveis, menor volume desde novembro de 2015. O preço médio do metro quadrado comercial em Belo Horizonte e Nova Lima fechou janeiro em R$ 10.023.

A Pesquisa do Mercado Imobiliário do Sinduscon-MG, realizada pela Brain Bureau de Inteligência Corporativa, coletou dados junto a 250 empresas com atuação em Belo Horizonte e Nova Lima. Esse universo representa cerca de 90% dos empreendimentos em comercialização em BH e Nova Lima, correspondendo a mais de 95% das unidades comercializadas.

Fonte: Lorraine Souza - interface.lorraine@gmail.com