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A Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR) e o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Paraná (Sinduscon-PR) promovem, de 15 a 19 de agosto, no Centro de Eventos da Fiep (Av. Comendador Franco, 1.341 – Jardim Botânico), em Curitiba, a 27ª Feira de Imóveis do Paraná 2018. O evento vai reunir mais de 30 mil imóveis para venda e locação em Curitiba e região, residenciais e comerciais, novos e usados, com preço entre R$ 60 mil e R$ 35 milhões. Essa oferta será apresentada por cerca de 35 empresas, entre construtoras, incorporadoras e imobiliárias. A Caixa estará presente fazendo simulações de financiamento e haverá empresas de consórcio. A entrada e o estacionamento são gratuitos. 

Além do novo local, o presidente da Ademi/PR, Jacirlei Soares Santos, destaca que a 27ª Feira de Imóveis do Paraná 2018 foi totalmente reformulada e terá um novo conceito. “O evento desse ano vai ter como tema a cidade, propondo ideias e soluções urbanas e estimulando os moradores a aproveitarem mais os espaços públicos. Esperamos atrair e reter um grande público e, ao mesmo tempo, promover os negócios e empresas do mercado imobiliário paranaense, setor esse que é a locomotiva da economia”, comenta. 

O presidente do Sinduscon/PR, Sérgio Crema, comenta sobre a importância do trabalho em conjunto entre as entidades setoriais para a promoção e valorização dos profissionais e empresas. “Estamos apostando numa nova formatação do evento, mais participativa e colaborativa, para aproximarmos compradores e empresários, aquecendo o setor e gerando investimentos em novos projetos que vão contribuir diretamente para a geração de emprego e renda a diversas famílias que dependem da construção civil”, opina. 

Conceito - Tendo como mote a valorização da cidade, o responsável pela organização da mostra, Rafael Perry - que durante sete anos foi responsável pelo desenvolvimento da oferta e comercialização do Festival de Teatro de Curitiba, Risorama e Gastronomix - explica que haverá elementos cenográficos para agregar valor à mostra, a começar pelo portal de entrada do pavilhão, que trará o skyline de pontos turísticos de Curitiba, como Jardim Botânico e o Museu Oscar Niemeyer, além de uma alusão às ciclovias. 


O pavilhão também terá uma praça pública, um auditório aberto com palco e uma arquibancada. Ainda na 27ª Feira de Imóveis do Paraná 2018, haverá uma área gastronômica, em referência às tradicionais feiras livres de Curitiba, e um espaço chamado de co-selling, que remete aos coworkings: um ambiente compartilhado e colaborativo, para que os expositores possam apresentar a sua empresa e/ou os seus produtos e serviços. 


Programação - Além das melhores ofertas de imóveis para compra e locação em Curitiba e região, a 27ª Feira de Imóveis do Paraná 2018 terá uma programação de palestras com personalidades do mercado imobiliário e atrações artísticas, todas elas com entrada franca. Na quarta-feira (15/8), logo após a abertura do evento, às 17h45, a Caixa fará uma palestra. Na sequência, às 19 horas, o co-fundador e CEO da ULIVING Brasil, Juliano Antunes, vai ministrar a palestra “Student Housing: as tendências da habitação estudantil no Brasil”. 

Na quinta-feira (16/8), às 19 horas, o sócio dirigente da BRAIN Inteligência Corporativa, Marcos Kahtalian, ministra a palestra “O novo consumidor de imóveis: as tendências e mudanças no cenário residencial brasileiro”. Na sexta-feira (17/8), às 18h30, o diretor executivo da V7brasil Planejamento Imobiliário, Fábio Valle, ministra a palestra “Estratégia de vendas: como vender mais no cenário atual?”. Em seguida, às 19h30, ele se junta ao sócio dirigente da BRAIN Inteligência Corporativa, Fábio Tadeu Araújo, no debate “O Caminho da retomada: quais as tendências e desafios do novo ciclo?”. 

O fim de semana é do entretenimento. No sábado (18/8), às 18 horas, a cantora pop sertanejo, Fernanda Liz, se apresenta no palco da Feira de Imóveis do Paraná 2018. No domingo (19/8), o ex-participante e destaque do The X Factor Brasil 2016, Conrado Bragança, faz a sua apresentação n o evento, às 16 horas. 

A Feira de Imóveis do Paraná, da Ademi-PR, é realizada initerruptamente desde 1992. Durante todos esses anos, mais de 500 mil pessoas visitaram a mostra. A organização do evento estima que próximo de 20 mil pessoas passem pelo pavilhão de exposições nos cinco dias do evento. Em sua 27ª edição, tem o patrocínio da Caixa e o apoio da Fiep e da Imovelweb. 

SERVIÇO: 
27ª Feira de Imóveis do Paraná 2018 
Data e horário: 15/8 (17 às 22h), 16 e 17/8 (16 às 22h), 18/8 (14 às 22h) e 19/8 (14 às 20h). 
Local: Centro de Eventos do Sistema Fiep (Av. Com. Franco, 1341 - Jardim Botânico – Curitiba/PR) 
Crédito fotos : Divulgação

Um dos aspectos positivos de Curitiba é a quantidade de extensas áreas verdes. Segundo o relatório Green City Index (Índice Verde de Cidades), realizado pela Siemens com a Economist Intelligence Unit, Curitiba é a cidade mais verde do país e da América Latina. Isso pode ser avaliado a partir de um requisito importante: Curitiba tem 76,4% de arborização em seu território. É o que mostra a pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a partir de dados do Censo Demográfico de 2010.


Os bairros verdes são importantes para o espaço urbano e são pré-requisitos para aumentar a qualidade de vida da população. Áreas com mais vegetação, parques e bosques diminuem a poluição do ar e melhoram a saúde em geral, pois expandem a prática de atividade física. Além disso, a presença de árvores diminui a temperatura das cidades e o estresse da população, pois tornar o ambiente mais harmônico.

Essas vantagens são frequentes aos moradores de alguns bairros da cidade. Em especial, nos bairros Ecoville, Água Verde, Bigorrilho, Jardim Social e Bacacheri. Esses bairros se destacam por apresentarem, além da segurança, opções de transporte e saúde, extensas áreas verdes aos cidadãos. 

Veja:

Ecoville

Localizado na zona oeste de Curitiba, o Ecoville integra os bairros do Campina do Siqueira, Campo Comprido e Mossunguê, sendo vizinha dos bairros Bigorrilho e CIC. É um dos bairros mais nobres de Curitiba e sua quantidade de arborização surgiu de um planejamento bem estruturado e de uma integração agradável entre a natureza e o urbano.

É considerado um bairro ecológico e ideal para morar ou ter uma sala comercial, pois detém mais de 4,2% do total das áreas verdes de Curitiba.


Hoje, o bairro é sinônimo de conforto, qualidade de vida, elegância e modernidade. Sendo assim, é uma região com empreendimentos de alto padrão, perfeito para morar ou ter a sua empresa.

Água Verde

O Água verde é um bairro que faz divisa com os bairros Batel, Portão, Vila Izabel, Rebouças e Centro. Seu destaque está na existência de áreas comerciais, gastronômicas, vestuário e redes de supermercados. Mesmo assim, sua predominância residencial o torna um bairro tradicional e muito nobre de Curitiba.

O Água Verde possui uma grande arborização e uma extensão de áreas verdes que integram a qualidade de vida dos moradores. Hoje, o bairro é responsável por 0,63% das áreas verdes de Curitiba. No aspecto paisagístico, podemos citar a Praça do Japão como referência, um local bonito, agradável e um dos cartões postais mais famosos da cidade.


Veja dados da arborização do bairro Água Verde:
Número total de árvores: 7.875
Árvores por km²: 1.650,94
Preço do m² para imóveis com dois dormitórios: R$ 2.714,44

Bigorrilho

Apesar de ser um dos bairros com mais construções e prédios residenciais, o Bigorrilho se assemelha ao planejamento impecável do Ecoville. O bairro, também conhecido como Champagnat, conserva áreas verdes em Curitiba. Com isso, possui uma harmonia agradável entre a natureza e o urbano.

Além das grandes avenidas, belas alamedas e praças charmosas e arborizadas, a região acomoda as Praça da Espanha e Praça da Ucrânia e também parte do Parque Barigui. Isso são exemplos fundamentais para garantir as áreas verdes e qualidade do bairro.


Veja dados da arborização do bairro Bigorrilho:
Número total de árvores: 4.073
Árvores por km²: 1.404,48
Preço do m² para imóveis com dois dormitórios: R$ 2.744,93

Jardim Social

O Jardim Social está localizado na região leste de Curitiba e faz divisa com os bairros Bacacheri, Cabral, Juvevê e Alto da Glória. Sua principal característica é a predominância residencial com altos indicadores sociais e econômicos, sendo um dos cinco bairros mais nobres de Curitiba. Com ruas tranquilas, seguras e bem arborizadas, o bairro é um dos mais elegantes de Curitiba e detém extensas áreas verdes.

O bairro é famoso por ter belas casas, mansões, áreas de lazer e caminhada. Um exemplo é o Bosque de Portugal que possui mata nativa. Ideal para caminhadas e passeios em família.


Veja dados da arborização do bairro Jardim Social:
Número total de árvores: 4.671
Árvores por km²: 2.383,16
Preço do m² para imóveis com dois dormitórios: R$ 2.672,07

Bacacheri

Localizado na região nordeste de Curitiba e por abrigar o aeroporto doméstico de mesmo nome, o bairro Bacacheri abriga uma larga área verde em Curitiba. É um bairro que se equilibra em regiões residenciais e comerciais. Sua localização é ideal para quem busca acessibilidade, pois está próximo de rodovias importantes que ligam aos bairros Ahú, Bairro Alto, Cristo Rei, Cabral, Tingui, Atuba, Juvevê e Tarumã.

O bairro detém um dos principais pontos de lazer da cidade, o Parque Bacacheri. O parque possui uma extensa área verde, um lago com 22.000 m², pistas para caminhada, churrasqueiras, canchas e playground. Sendo assim, o bairro é um dos principais em garantir qualidade de vida devido à quantidade de opções e áreas verdes aos moradores e visitantes.

Veja dados da arborização do bairro Bacacheri:
Número total de árvores: 7.690
Árvores por km²: 1.090,78
Preço do m² para imóveis com dois dormitórios: R$ 2.672,07

É notório que os bairros citados oferecem vantagens diversas. Se você busca qualidade de vida e arborização, são boas recomendações.

Fonte: Apolar Imóveis
O tema de como a Transformação Digital afeta as empresas e os consumidores está na mira do principal evento de negócios digitais do país 


O Expo Fórum Digitalks, principal evento de negócios digitais do país, que acontece nos dias 4 e 5 de setembro, já dá mostras que irá surpreender mais uma vez. O evento, que está na 9ª edição, é promovido pelo Digitalks e segue o benchmarking dos maiores eventos digitais da Europa, sempre com conteúdo inovador, cases diferenciados e muito networking. 

Nos 2 dias do evento são aguardados cerca de 4 mil visitantes, que terão acesso a mais de 20 atividades, 4 palcos simultâneos, 120 palestrantes e 80 expositores. O conteúdo, totalmente formatado para o evento, será ministrado pelos principais formadores de opiniões do mercado nacional e internacional. 

Uma das atrações do Expo Fórum será o Digitalks Experience, comandado por Albert Florencio da Costa, CEO da Webeleven, que terá formato interativo para que o público tenha uma melhor experiência com as marcas. A ideia central é demonstrar como as mais novas tecnologias estão sendo aplicadas na prática por empresas inovadoras. Este quadro mostrará como a realidade aumentada está auxiliando a Coca-Cola em promover sua Transformação Digital, quanto em suas aplicações em IoT. Além de demonstrações de VR (realidade virtual) em tempo real serão apresentados alguns cases e possíveis aplicações. Já com o uso de AR (realidade aumentada) e AI (inteligência artificial) serão apresentadas soluções dentro de um app realizado para a Coca-Cola/FEMSA, inclusive com a presença de Tarcísio Macedo, Executivo de Canais de Marketing da marca. 

Na prática, tanto a realidade virtual, quanto a realidade aumentada abrem inúmeras possibilidades de aplicações práticas. Entre as quais serão demonstrados Treinamentos de processos e simulações, Apresentação de novos produtos ou já existentes e até mesmo na área da Saúde, com a finalidade de distrair o paciente através da utilização de ambientes virtuais. 

Para o consumidor, a vantagem da utilização do AR é ampliar a experiência do cliente no ponto de venda, tanto para mostrar informações complementares de um produto (alimentos), dicas de uso através de interações audiovisuais (vestuário) ou simulações cada vez mais realistas (setor automotivo). “A integração entre o real e o digital confere um novo apelo, gera mais interesse, seja pela novidade ou eficácia. Um ambiente de compra virtual, por exemplo, pode oferecer ao cliente uma mesma gama de informações concentradas numa mesma sessão (tela), assegurando a conveniência de uma navegação online a partir de um ambiente físico de preferência do cliente”, esclarece Albert Florencio da Costa, da Webeleven. 

Com relação ao varejo, o ponto de venda digital favorece mapear melhor a experiência do cliente com facilidade, do início ao fim, além de monitorar todas as interações. 

Outro tema que já atrai a atenção é a pesquisa inédita realizada pelo Reclame Aqui sobre a Era da Experiência. O foco é mostrar que a Transformação Digital das empresas é mais que um mindset, cultura, ligada à nova economia, do que apenas integrar o digital. O tópico não é sobre digitalização, mas entender como o mundo físico e virtual estão e estarão interligados. O quadro traz o comportamento do usuário diante de compras on e off, quais os canais mais usados, como as marcas precisam se adaptar e o que é importante manter em mente para cumprir com a experiência que o consumidor brasileiro está exigindo. 

Como atrativos que chamam a atenção dos participantes estão a possibilidade de ter contato com mais de 50 empresas que participam da feira de negócios e apresentam soluções inovadoras para diferentes áreas de atuação, keynotes diferenciados com destaques do mercado digital e de negócios, espaço para consultoria especializada para CMOs, agências e PMEs com os melhores nomes do mercado, workshops e seminários práticos, startup square com as mais inovadoras startups do país e o Prêmio Digitalks, que destaca os principais profissionais do mercado em diferentes categorias. 

“É um grande prazer ser parceira do evento desde a sua origem, pois a Plataforma Digitalks exerce um papel fundamental no fomento e desenvolvimento do Marketing Digital no Brasil. Ela desempenha não apenas o papel de educação do mercado, mas também, e principalmente, funciona como um hub para a cadeia -fornecedora de soluções + profissionais + empresas-alavancando negócios”, declara Martha Gabriel, PHD, Consultora e Autora Best Seller. 

O Expo Fórum Digitalks acontece no Transamerica Expo, que fica na Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387, Santo Amaro, das 9h às 18h, nos dias 30 e 31 de agosto, e o valor do investimento é a partir de R$ 897,00 (lote promocional). A inscrição deve ser feita no site do Digitalks, através do link https://digitalks.com.br/expo/. Informações através do e-mail forum@digitalks.com.br ou do telefone (11) 3159-1458. 

Sobre o Digitalks 

O Digitalks é a principal empresa brasileira que leva conhecimento e oportunidades de negócios através de 50 atividades anuais, preparando pessoas e transformando empresas para a nova realidade digital. 

Desde 2009, o Digitalks realiza eventos em todo o Brasil, dissemina conteúdo em diversos canais de comunicação – incluindo portal de notícias, revista e TV Online –, realiza cursos de capacitação e conecta pessoas, incentivando a geração de negócios sólidos. Integrante do mesmo grupo corporativo do iMasters e E-Commerce Brasil, a empresa tem como principal objetivo fomentar o setor digital. 

O Expo Fórum Digitalks é um oferecimento de Bing, Dinamize, Google e Vivo Ads e tem patrocínio das empresas A² Business Intelligence, ActionPay, Ad.Ez, Adjust, All iN Marketing Cloud, Apiki, Atena.ai, Buzzmonitor, CI&T, Contentools, CRPMango, Daryus, DCG, Digital Business, Gamned!, GhFly, GTC, Havas Group, Hedgehog Digital, HostGator, Impacta, Infracommerce, InLoco, InsideOut, Leadlovers, Locaweb, Lomadee, Maqina, MediaPost, Metlycs, MobLee, O2 Media Response, Predicta Group, PwC, Reclame Aqui, SEO Marketing, SharpSpring, ShopBack, Stefanini, Sympla, Uano, Unbounce, Vídeo Click, Vitrio, Vtex, Webeleven, Wix, WorldSense, Xtech Commerce. O projeto conta também com o apoio de Abradi, APP Brasil, Band News FM, Cidade Marketing, Digitais do Marketing, E-Commerce Brasil, Era Transmidia, Fenapro, IAB, iMasters, Meio & Mensagem, Mestre GP, Mobile Marketing Association, Mundo do Marketing, New Value, Opinion Box, Putz Filmes, Rádio Bandeirantes, Rede Brasil, Siegel Press e Startupi, além da Latam Airlines como Transportadora Oficial, Transamerica Hospitality Group como Hospedagem Oficial e diversos parceiros regionais. 

Serviço – Expo Fórum Digitalks 
Data: 4 e 5 de setembro (terça e quarta-feira) 
Horário: das 9h às 18h 
Local: Transamerica Expo - Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387, Santo Amaro 
Investimento: a partir de R$ 897,00 (lote promocional) 
Informações: forum@digitalks.com.br e (11) 3159-1458 




No mês em que Goiânia experimentou temperaturas que chegaram a 7º C, a Brasal Incorporações decidiu aquecer o coração das pessoas com um pouco de solidariedade e promoveu uma campanha para ajudar a quem precisa a se proteger do frio. A entrega dos agasalhos foi feita nesta semna por funcionários da empresa que entregaram os mais de 80 agasalhos a pessoas atendidas pelo Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua.


As peças de vestuário foram arrecadadas entre os dias 10 de abril e 31 de maio . A iniciativa contou com a participação de funcionários e da comunidade, que fizeram doações de edredons, cobertores, blusas de frio, calças jeans, mantas e jaquetas. O ponto de arrecadação foi montado o na obra do Persona Bueno By Brasal, empreendimento que está sendo construído na Rua T-27 esquina com a T-9, no Setor Bueno.

O Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua, fica na Rua 10, número 494, Setor Sul, em Goiânia, e recebe diariamente mais de 80 pessoas, entre homens e mulheres em situação de rua.



Fonte:
Comunicação Sem Fronteiras
Contatos: (62) 3522.3163 | 3921.0430
Whatsapp: (62) 9.9919.9659 (empresa) | (62) 9.9900-0328
www.comunicacaosemfronteiras.com






O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (6) o Projeto de Lei 1220/15, do deputado Celso Russomanno (PRB-SP), que disciplina os valores a receber pelo mutuário na desistência da compra de imóvel. A matéria, aprovada na forma de um substitutivo do relator, deputado Jose Stédile (PSB-RS), será enviada ao Senado.

Quando o empreendimento tiver seu patrimônio separado do da construtora, em um mecanismo chamado de patrimônio de afetação, o comprador que desistir do imóvel terá direito a receber 50% dos valores pagos, após dedução antecipada da corretagem.

Se o empreendimento não estiver com seu patrimônio assegurado dessa forma, a multa que ficará com a incorporadora será de 25% dos valores pagos se o comprador desistir do imóvel. O projeto original fixava 10% de desconto na restituição das parcelas pagas para qualquer caso. Um destaque do PT tentou recolocar esse índice menor, mas foi rejeitado pelo Plenário.

Patrimônio separado
Devido à restrição de crédito para o setor imobiliário em razão do baixo número de vendas e alto índice de distratos, a tendência do sistema financeiro é privilegiar empreendimentos com patrimônio afetado por causa da maior segurança de retorno.

Dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) indicam o crescimento desse mecanismo desde 2016 na venda de imóveis na planta na maioria de grandes empresas (Rossi Residencial, MRV Engenharia, Cyrela, Even Construtora e Incorporadora, EZTec e Rodobens Negócios Imobiliários).

Com o patrimônio afetado, as parcelas pagas pelos compradores não se misturam ao patrimônio da incorporadora ou construtora e, se ela entrar em dificuldades financeiras, não poderá fazer parte da massa falida.

Para o relator, exatamente porque esse dinheiro é usado para a conclusão do empreendimento que seu texto permite a devolução de 50% dos valores apenas depois de 30 dias da emissão do “habite-se”.

“O bem jurídico maior deve ser a proteção dos consumidores que se mantêm no empreendimento e, portanto, querem efetivamente cumprir e ver cumpridos seus contratos”, afirmou Jose Stédile.

Para o autor do projeto, deputado Celso Russomanno, a regulamentação evitará transtornos na vida dos mutuários. “Isso ajudará as pessoas que guardaram dinheiro durante a vida toda, usaram fundo de garantia, deram entrada em um imóvel e, de repente, ficaram desempregadas, sem condições sequer de acionar a Justiça”, disse.

"O projeto de lei atende tanto às necessidades do setor empresarial quanto às dos consumidores, achando um meio termo para que as pessoas recebam de volta o dinheiro que pagaram – descontados, é claro, os encargos administrativos, a corretagem e outras despesas havidas. Faz com que essas pessoas consigam resolver o problema sem terem que demandar uma ação judicial", afirmou.

Já a devolução dos valores com a multa de 25% para empreendimentos sem patrimônio afetado ocorrerá em 180 dias depois do distrato.

Descontos
Em ambos os casos, quando o mutuário teve a unidade disponível para uso, antes mesmo do “habite-se”, a incorporadora imobiliária poderá descontar ainda valores relativos aos impostos incidentes sobre a unidade; cotas de condomínio e contribuições devidas pelos moradores; demais encargos previstos em contrato; e um montante a título de fruição do imóvel.

Esse montante será calculado segundo critério pactuado ou, na falta deste, de forma fixada pelo juiz em valor equivalente ao de aluguel de imóvel de mesmo padrão e na mesma localidade.

Quando o comprador desistente apresentar um interessado em ficar com o imóvel, não haverá retenção da pena contratual (25% ou 50%) desde que a incorporadora dê a anuência na operação e o novo mutuário tenha seu cadastro e capacidade financeira aprovados.

Já no caso de revenda do imóvel objeto do distrato antes do prazo para pagamento da restituição, o valor a devolver ao comprador será pago em até 30 dias da revenda.

Atraso na entrega
Quanto à penalidade pelo atraso na entrega do imóvel, o substitutivo de Stédile dá o prazo de 180 dias de prorrogação dessa entrega sem multa ou motivo de rescisão contratual se isso estiver expressamente pactuado no contrato.

Após esses 180 dias, o comprador poderá pedir a rescisão, sem prejuízo da devolução de todos os valores pagos e da multa estabelecida, corrigidos, em até 60 dias corridos do pedido de distrato.

Na hipótese de estourar os 180 dias e o comprador não desejar romper o contrato, será devida, na data de entrega da unidade, indenização de 1% do valor pago à incorporadora para cada mês de atraso, corrigidos monetariamente.

Desistência
O substitutivo disciplina a desistência da compra de imóveis se realizada em estandes de venda e fora da sede do incorporador do empreendimento.

O direito de arrependimento poderá ser exercido em sete dias, contados da compra, com a devolução de todos os valores eventualmente antecipados, inclusive da comissão de corretagem.

Se o comprador não se manifestar em sete dias, o contrato será considerado irretratável.



Fonte:
Reportagem – Eduardo Piovesan
Edição – Pierre Triboli


Segundo balanço da CBIC, redução dos lançamentos no primeiro trimestre indica que confiança dos consumidores é maior que a dos incorporadores

Entre janeiro e março de 2018, as vendas de unidades residenciais cresceram 22,3% no Brasil, em comparação com o primeiro trimestre do ano anterior. No entanto, a recuperação do mercado imobiliário, iniciada no final do ano passado, ainda não foi suficiente para estimular as empresas a lançarem novos empreendimentos. As vendas superaram os lançamentos – que tiveram uma queda de 30,7% no período – em exatas 14.138 unidades, número que representa 57,2% do total vendido. Estes dados são alguns dos destaques do estudo “Indicadores Imobiliários Nacionais”, iniciativa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), em correalização com o Senai Nacional, divulgado nesta quarta-feira (30).

Com o aumento das vendas e a diminuição dos lançamentos, houve uma redução expressiva do estoque no final do trimestre. A oferta final de unidades residenciais, em março de 2018, foi 14,8% menor quando comparado a igual período de 2017. O levantamento revela que está havendo um atendimento da demanda reprimida dos últimos anos, porém, sem que a confiança dos empresários na economia tenha se consolidado.

“Esse resultado mostra que temos um mercado ansioso por comprar imóveis, porém não estamos conseguindo entregar os produtos adequadamente. Em nossa leitura, isso é um problema de falta de crédito”, afirma José Carlos Martins, presidente da CBIC. De acordo com o dirigente, as empresas estão muito debilitadas devido à crise e não têm um balanço adequado para receber o crédito que recebiam no passado. Por sua vez, os agentes financeiros também estão mais restritos e temerosos.

Celso Petrucci, presidente da Comissão da Indústria Imobiliária (CII) da CBIC e responsável pelo estudo, concorda: “O mercado de lançamentos e vendas depende muito da confiança que se tem no País, tanto do incorporador imobiliário quanto das pessoas para quem são ofertados esses produtos. O que percebemos é que a confiança dos consumidores está maior do que a confiança dos incorporadores”, explica.

Martins reforça que a proposta da CBIC é criar mecanismos para melhorar a concessão de crédito e haver algum tipo de flexibilização. O resultado do Produto Interno Bruto (PIB), que mostra retração da construção civil no primeiro trimestre deste ano, é outra demonstração, segundo o presidente da CBIC, de que o setor precisa ter novos incentivos e novos mecanismos que estimulem o investimento.

INDICADORES IMOBILIÁRIOS

No primeiro trimestre deste ano, foram vendidas 24.712 unidades residenciais, quantidade superior às 20.209 unidades de 2017. O grande destaque foi a região Centro-Oeste, com um incremento de 62,6% no número de vendas, sendo seguido pelo Sudeste (+26,3%). O Norte foi a única região com variação negativa (-22,1%), tendo Belém e Manaus as maiores quedas em vendas. Das regiões pesquisadas, as regiões metropolitanas de Fortaleza, João Pessoa, Maceió e Recife estão na frente em volume de vendas.

Em relação aos lançamentos, o resultado caiu de 15.255 unidades lançadas nos três primeiros meses de 2017 para 10.574 unidades, em 2018. Enquanto no Norte não foram registrados lançamentos nesse período, o Nordeste manteve-se estável, com cerca de 4 mil unidades lançadas. Centro-Oeste (-62,1%) e Sul (-63,6%) tiveram retração similar; e as regiões metropolitanas de capitais nordestinas compõem as localidades com maior (João Pessoa, Maceió e São Luís) e menor (Fortaleza, Natal e Recife – atrás apenas de Belém) número de lançamentos.

Com isso, a oferta final disponível de residenciais novos passou de 144.398 unidades, em março de 2017, para 123.055, no último mês de março. A oferta caiu em todas as regiões, especialmente no Sudeste (-19,7%) e, dentre todas as localidades pesquisadas, apenas cinco observaram aumento na oferta final: Belém, região metropolitana de Maceió, São Luís, Cuiabá e Curitiba – juntas representando 18,3% do total de oferta.

O estudo também mostra que 52% das unidades ofertadas encontram-se em construção, 33% estão prontas e 20%, na planta. Mais da metade é composta por dois dormitórios (54,5%) e o preço médio por metro quadrado de área privativa está em R$ 6.042,00.

Quanto à participação das regiões nesse cenário, o Sudeste continua sendo a principal praça no Brasil. É lá onde realizam 49,6% dos lançamentos, onde acontecem 48,5% das vendas e onde se encontra 41,5% da oferta final. Em seguida, aparece o Nordeste com 38% dos lançamentos, 23,4% das vendas e 28,4% da oferta.

CENÁRIO ATUAL E FUTURO

Celso Petrucci avalia que o resultado do primeiro trimestre reflete a tendência de melhoria das vendas em relação a 2017, acompanhada também pelo crescimento dos financiamentos imobiliários com recursos da caderneta de poupança. A continuidade das contratações do Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV), a baixa da taxa de juros, a Selic a 6,5%, a inflação sob controle no primeiro trimestre e a geração de empregos formais são alguns dos indicadores micro e macroeconômicos que estão dando maior confiança aos compradores. “O que precisamos é que isso contamine positivamente os incorporadores. A desconfiança no futuro do País, a falta de segurança, ainda é muito grande”, diz.

O presidente da CII/CBIC informa também que há certa apreensão no mercado em relação ao restante do ano devido à crise política/institucional instalada, e que foi potencializada pela recente paralisação. “Não sabemos até que ponto isso vai afetar a própria economia e o nosso mercado imobiliário. Sendo assim, o segundo trimestre deve ter um movimento parecido com o do primeiro”, considera Petrucci, ainda acreditando que este será um ano com mais vendas, em razão da demanda que ficou reprimida pelos anos de crise.

Este é o quinto estudo “Indicadores Imobiliários Nacionais” divulgado pela CBIC e pelo Senai Nacional desde 2017. O intuito é consolidar os dados com uma metodologia nacional consistente e apoiar empresários e entidades do setor na tomada de decisões e observação de tendências. Para os relatórios trimestrais, são analisadas e agregadas informações de 23 regiões em todo o País. Os estudos encontram-se disponíveis, no site da CBIC, através dos seguintes links: primeiro trimestre de 2018 e balanço de 2017.

Fonte: CBIC

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