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No financiamento de imóveis usados, o percentual máximo do financiamento foi reduzido para 70% ou 60%, dependendo da linha.


A partir de hoje (16), a CAIXA ECONÔMICA FEDERAL reduziu o teto do valor dos financiamentos para aquisição da casa própria. As regras valem para os novos contratos.

Veja como ficou:

1) Programa Minha Casa, Minha Vida
  • SAC: teto de 90% para 80%, em todas as modalidades.
  • PRICE: Quota mantida para todas as modalidades.
2) Pró-Cotista
  • SAC: 90% para 80%, em todas as modalidades
  • PRICE: de 70% para 60% (imóvel usado); quota mantida para as demais modalidades.
3) Carta de Crédito FGTS
  • SAC: de 90% para 80%, em todas as modalidades.
  • PRICE: de 80% para 70% (imóvel usado); quota mantida para as demais modalidades.
4) SBPE/SFH

As regras são diferentes para servidores públicos e para os demais clientes.
  • SAC (servidor público): de 90% para 80%, para imóvel novo, adjudicado, repasse empreendimento, construção em terreno próprio e aquisição de terreno e construção; quota mantida para as demais modalidades.
  • PRICE (servidor público): quota mantida para todas as modalidades.
  • SAC (demais clientes): de 90 para 80% (imóvel adjudicado/CAIXA); quota mantida para as demais modalidades.
  • PRICE: quota mantida para todas as modalidades.

5) SBP/SFI

As regras são diferentes para servidores públicos e para os demais clientes.
  • SAC (servidor público) : de 90% para 80% (imóvel novo, imóvel adjudicado CAIXA, repasse empreendimento/construção em terreno próprio, aquisição de terreno e construção); quota mantida para as demais modalidades.
  • PRICE: quota mantida para todas as modalidades.
  • SAC (demais clientes): de 90% para 80% (imóvel adjudicado/CAIXA); quota mantida para as demais modalidades.
  • PRICE: quota mantida para todas as modalidades.


Em sua 26ª edição, o evento acontece em conjunto com a Feira de Móveis e Decoração e são esperados mais de 20 mil visitantes.

Comprar o imóvel, quitando-o via financiamento ou consórcio imobiliário, contratar o arquiteto de projetos de interiores, conferir as tendências em móveis e decoração e se programar para o pagamento das taxas para escritura e registro do imóvel, tudo num só lugar. Segundo o presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), Jacirlei Soares Santos, essa é proposta da 26ª Feira de Imóveis do Paraná, que começa na próxima quarta-feira (23/8) e segue até domingo (27/8), no Expo Renault Barigui, no Parque Barigui, em Curitiba. Nesse ano, o evento – com entrada gratuita - será realizado em conjunto com a Feira de Móveis e Decoração, e deve receber mais de 20 mil visitantes. 

Serão milhares de imóveis para a venda em Curitiba e Região Metropolitana, residenciais e comerciais, novos e usados, na planta em construção e prontos para morar, incluindo apartamentos, salas comerciais, conjuntos corporativos, casas e terrenos em condomínio fechado, lotes de terreno, apartamentos e casas na praia, que vão desde habitações enquadradas no Minha Casa Minha Vida até unidades com preço acima de R$ 2 milhões. Também haverá opções de imóvel para locação, empresas de consórcio e cartório. 

A Caixa fará simulações de financiamento imobiliário e arquitetos estarão à disposição para assessorar os visitantes sobre construções, reformas e projeto de interiores. “O objetivo é facilitar o máximo possível a aquisição da casa própria, ou de um imóvel maior ou mais bem localizado, ao visitante, agregando produtos e serviços para que ele possa acelerar o processo de mudança para a nova moradia, sem precisar rodar a cidade para isso”, comenta Santos.

O presidente da Ademi/PR reforça que esse é o último momento para encontrar oportunidade para a compra do imóvel e que haverá promoções exclusivas para o evento. “Com a redução do estoque e da oferta, essa é a última chance para o comprador encontrar imóveis prontos para morar a preços competitivos e com condições de pagamento facilitadas. O mesmo vale para quem deseja adquirir um imóvel na planta, pois, o preço dos novos empreendimentos está vindo reajustado e já verificamos que o preço médio do metro quadrado vem sendo corrigido acima da inflação”, ressalta.

Ao mesmo tempo, Soares destaca que, com o controle da inflação, as condições para financiamento do imóvel estão melhores e que alguns bancos inclusive já anunciaram a redução da taxa de juros para o crédito imobiliário. “Além de facilitar a aquisição do imóvel para moradia, a queda da inflação implica num menor retorno das aplicações financeiras e a tendência é a retomada do imóvel também como investimento. Além disso, nos últimos meses, notamos um reaquecimento da demanda e um aumento dos lançamentos residenciais e até mesmo comerciais, o que indica o começo do processo de retomada do setor”, analisa.

A Feira de Imóveis do Paraná é uma realização da Ademi/PR e acontece, ininterruptamente, desde 1992. Em sua 26ª edição, tem o patrocínio máster da Caixa Econômica Federal, patrocínio da Sanepar e da Imovelweb.

26ª FEIRA DE IMÓVEIS DO PARANÁ
Data: 23 a 27 de agosto
Horário: 23 a 26/8 (das 14 às 22 horas) e 27/8 (das 14 às 20 horas).
Local: Expo Renault Barigui – Parque Barigui (Rodovia do Café – km zero – BR 277)
ENTRADA GRATUITA

Fonte:
Maria Emilia Staczuk                                              
Comunicação  - Assessoria de Imprensa
(41) 3011-2632 | (41) 9 9622-0171
O índice de atividade da Indústria da Construção de Minas Gerais acumulou alta de 7,4 pontos no primeiro semestre deste ano e foi 3,6 pontos superior ao apurado em junho de 2016. Vale destacar que, em junho, o indicador registrou 40,6 pontos e, apesar de, ainda demonstrar queda na atividade, pois está abaixo dos 50 pontos, ele cresceu 1,3 ponto na comparação com o mês anterior (39,6 pontos).

O indicador de nível de atividade em relação ao usual para o mês foi de 28,1 pontos em junho, representando queda de 1,4 ponto em relação a maio (29,5 pontos). Ainda assim, foi o melhor resultado para o mês nos últimos três anos. No acumulado do primeiro semestre de 2017, o índice registrou alta de 5,5 pontos.

O indicador de evolução do emprego cresceu 1,2 ponto na passagem de maio (39,5 pontos) para junho (40,7 pontos). “Ainda que aponte recuo na força de trabalho do setor, ao permanecer abaixo da linha divisória dos 50 pontos, o índice acumulou elevação de 9,1 pontos nos primeiros seis meses do ano e foi 3,3 pontos superior ao de junho de 2016”, de acordo com o economista e coordenador do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG), Daniel Furletti.

Condições financeiras - Os indicadores que avaliam a satisfação dos construtores com a margem de lucro operacional e com a situação financeira das empresas apresentaram pequena melhora em relação ao primeiro trimestre de 2017. No entanto, os resultados ainda apontaram o descontentamento dos empresários da Construção, ao permanecerem abaixo dos 50 pontos. Na comparação com o primeiro trimestre de 2017, o índice de satisfação com a margem de lucro operacional cresceu 2,8 pontos, registrando 32,6 pontos no segundo trimestre de 2017. O indicador de satisfação com a situação financeira aumentou 4,6 pontos, alcançando 35,4 pontos no período abril-junho de 2017.

Crédito - O índice que avalia a facilidade de acesso ao crédito recuou 2,2 pontos em relação aos três primeiros meses do ano, alcançando 26,6 pontos no segundo trimestre do ano. O indicador varia de 0 a 100 pontos. Valores inferiores a 50 pontos indicam dificuldade de acesso ao crédito.

Principais problemas do setor - A demanda interna insuficiente seguiu liderando o ranking dos principais problemas enfrentados pela Indústria da Construção pelo nono mês consecutivo. No segundo trimestre de 2017, a dificuldade foi apontada por 51% dos entrevistados.

A elevada carga tributária e a falta de capital de giro dividiram o segundo lugar, com 27% das citações cada. Vale ressaltar que ambos os problemas perderam intensidade na comparação com a última pesquisa. A falta de capital de giro, que desde o primeiro trimestre de 2015 oscilava entre o quarto e o sexto lugares, situou-se na segunda colocação pelo segundo trimestre consecutivo.

A inadimplência dos clientes foi indicada por 24% dos entrevistados e permaneceu na quarta posição nas últimas quatro leituras.

Expectativas para os próximos seis meses - O índice de expectativas em relação à atividade da Construção mineira recuou 4,2 pontos na passagem de junho para julho, registrando 42,9 pontos. O indicador continuou abaixo dos 50 pontos, sinalizando queda da atividade nos próximos seis meses. Contudo, vale destacar o aumento de 2,8 pontos frente a julho de 2016, apontando empresários menos pessimistas nessa base comparativa. O indicador que mede as expectativas dos construtores em relação a novos empreendimentos e serviços apresentou relativa estabilidade na passagem de junho (45,8 pontos) para julho (45,3 pontos). Em relação a julho de 2016 o indicador registrou elevação expressiva de 8,2 pontos. O índice relativo às expectativas de compras de insumos e matérias-primas registrou 41,0 pontos em julho. Esse foi o menor resultado apurado em 2017. O indicador de expectativas de emprego registrou 43,0 pontos em julho, revelando queda no número de trabalhadores nos próximos seis meses. Apesar disso, o índice foi 4,7 pontos superior ao de julho do ano passado, sinalizando que a propensão do empresário para demitir tem diminuído.

A pesquisa - A Sondagem da Indústria da Construção de Minas Gerais é elaborada pela Gerência de Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) em conjunto com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e em parceria com o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG). As informações solicitadas são de natureza qualitativa e resultam do levantamento direto realizado com base em questionário próprio.

Daniel Furletti_coordenador sindical Sinduscon_MG.jpg
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Fonte: Interface Comunicação - Lorraine Souza (31) 3211.7507 / (31) 98455-8458

O volume de unidades lançadas cresceu em quase seis vezes, passando de 84 para 495 imóveis

A quantidade de apartamentos residenciais e de salas comerciais novas colocadas no mercado imobiliário curitibano aumentou em maio desse ano em relação ao mesmo mês de 2016. Segundo pesquisa da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), em parceria com a BRAIN Bureau de Inteligência, no segmento residencial, o volume de unidades lançadas cresceu em quase seis vezes, passando de 84 para 495 imóveis. O setor comercial teve 285 salas lançadas, enquanto em maio do ano passado não houve registro de novos empreendimentos.

O presidente da Ademi/PR, Jacirlei Soares dos Santos, informa que as novas unidades residenciais se concentraram nos padrões standard (com preço de R$ 215.001,00 a R$ 400 mil) e para os imóveis com preço de venda acima de R$ 700.001,00. “Fica evidente que a produção imobiliária atende a ciclos demográficos, com fins de moradia, seja no imóvel de entrada para quem vai casar, para as famílias em expansão e mesmo para quem está migrando da casa para o apartamento em função da saída dos filhos”, comenta.

Seguindo o comportamento dos residenciais, a maioria da oferta de imóveis comerciais novos concentra-se no padrão standard (com metro quadrado privativo de R$ 6.001,00 a R$ 8 mil) e para salas comerciais com metro quadrado privativo acima de R$ 10.001,00. “Em função da localização, quase integralmente na região central, o preço de comercialização dos imóveis comerciais é mais elevado. A oferta lançada revela que as unidades lançadas atendem aos extremos: de um lado, profissionais liberais e pequenos empresários e, de outro, as grandes empresas e corporações”, analisa o diretor de Relações Institucionais da Ademi/PR, Marcelo Gonçalves.

A disponibilidade dos apartamentos residenciais novos em Curitiba mantém-se em 23%, ou seja, de cada 100 apartamentos colocados no mercado até maio de 2017, 67 foram comercializados no referido mês, restando apenas 23 para a venda. A pesquisa da Ademi/PR revela que, nos últimos 12 meses, o estoque de imóveis residenciais novos em Curitiba teve queda de 8,7%, totalizando 7,8 mil unidades. “As reduções mais significativas foram para os studios, lofts e apartamentos de um dormitório e para os imóveis com preço de R$ 400.001,00 a R$ 700 mil. Esse estoque é saudável e natural para um mercado como Curitiba”, comenta Soares.

Já os preços continuam em curva ascendente. Nos últimos 12 meses, tendo maio como mês de referência, o valor médio do metro quadrado privativo dos apartamentos residenciais novos em Curitiba acumulou correção de 4,5%, chegando a R$ 6.957,46, acima do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) que fechou o período em 3,6%, com ganho real. Os apartamentos com três dormitórios apresentaram a maior variação no período, de 5,7%, com média do metro quadrado privativo a R$ 6.862,00, seguidos dos apartamentos de quatro dormitórios, com reajuste de 5,4% e metro quadrado privativo médio a R$ 10.694,00.

Na análise por bairro para maio desse ano, o Batel continua a deter o maior valor do metro quadrado privativo para todas as tipologias com metro quadrado privativo médio entre R$ 10.832,00 e R$ 13.178,00, respectivamente. A pesquisa da Ademi/PR e da BRAIN, em maio de 2017, contou com uma oferta lançada acumulada de 382 empreendimentos residenciais novos (na planta, em construção ou concluídos) de construtoras, incorporadoras e imobiliárias em Curitiba, coletados diretamente junto às empresas do setor.

Fonte: contato@memilia.com

Produlote é a primeira linha de crédito do país criada especialmente para a produção de lotes urbanizados e desenvolvimento urbano

A Caixa Econômica Federal lançou, nesta terça-feira (8), em São Paulo, o Produlote, a primeira linha de crédito do país criada especialmente para a produção de lotes urbanizados e desenvolvimento urbano. O Produlote tem orçamento de R$ 1,5 bilhão para contratação imediata.

Para o presidente da CAIXA, Gilberto Occhi, o Produlote representa mais um avanço para a indústria da construção civil. “O lançamento dessa linha inédita reafirma a presença da CAIXA em todos os segmentos do crédito imobiliário e o compromisso do banco com a geração de emprego e renda no país”, ressalta.

A nova linha de crédito, oferecida exclusivamente pela CAIXA, destina-se a apoiar as empresas urbanizadoras e loteadoras na produção do loteamento urbano. A nova linha de financiamento é destinada a empresas loteadoras ou urbanizadoras com faturamento fiscal anual superior a R$ 15 milhões. O Produlote estará disponível para contratação a partir de hoje (8/8).

Com esses lotes totalmente regularizados, os clientes pessoa física poderão financiar também a aquisição de terreno e construção de moradia própria.

Como funciona:
A linha de crédito financia até 70% do custo da infraestrutura do loteamento, limitado a 50% do valor global de vendas. As regras para a liberação do crédito devem atender toda infraestrutura exigida pelo Poder Público e as diretrizes emitidas pelas concessionárias, que vão da limpeza do terreno à implantação das redes de água, esgoto e distribuição de energia elétrica.

Os empreendimentos devem estar inseridos em área urbana e possuírem autorizações emitidas pelo Poder Público Municipal e/ou Estadual. Também são necessárias as autorizações das concessionárias e órgãos do meio ambiente, na forma da Lei 6.766/1979.

O contrato é assinado após análise do projeto, da empresa e dos tomadores do crédito. A liberação das parcelas do financiamento é feita em conformidade com o cronograma físico-financeiro da obra e após a medição pela CAIXA. O prazo de obra é de até 24 meses, a empresa possui mais 6 meses de carência pós-obra e mais 48 meses para quitar o financiamento.

Fonte: Assessoria de Imprensa da CAIXA
(41) 3544-5641

O Conecta Imobi 2017 (www.conectaimobi.com.br/), maior evento de marketing, vendas e tecnologia do mercado imobiliário da América Latina esgota seus ingressos para a sua 4ª edição. São cerca de 40 horas de conteúdo distribuídos por 5 palcos que serão ocupados por mais de 85 palestrantes de marketing, tecnologia, incorporadoras, imobiliárias, economia, organizações não governamentais e governamentais.

Diante do sucesso das edições anteriores, o VivaReal (www.vivareal.com.br), idealizador e responsável pelo Conecta Imobi, dobrou a capacidade de participantes para 2017, 3 mil pessoas. O público é formado por diretores ou sócios (47%), seguido por corretores de imóveis (19%), Gerentes Comerciais (12%), Profissionais de Marketing (11%) e outras áreas (11%). Com 70% do público de fora de São Paulo, os participantes são de 262 cidades diferentes, incluindo todas as regiões do Brasil e até de outros países como Chile, EUA e Itália.

Andrea Iorio (Tinder), Leonardo Tristão (Airbnb), Paulo Pachi (Uber) e Lucas Vargas (VivaReal) conversam sobre os aprendizados das grandes empresas de tecnologia. Fernanda Doria (YouTube) e Fernando Belfort (Waze) trazem dicas de como utilizar suas redes sociais e aplicativos para impulsionar o mercado imobiliário e vendas.

Gabriela Comazzetto (Facebook) explica como a plataforma impacta o digital e as evoluções do setor. Éber Gustavo (IBM) reflete sobre tendências de Marketing Digital. André Siqueira (Resultados Digitais) abordará automação e o inbound marketing para criar uma máquina de gerar contatos e Luciana Burger (comScore) fala do panorama da internet no Brasil. Ana Couto (Branding) fala sobre a importância do Branding para o fortalecimento da marca.

As perspectivas econômicas diante do cenário atual no país serão discutidas por Ricardo Amorim. Flavio Amary (Secovi), Aline Borbalan (VivaReal) e Paulo Neto (Lennar) debatem as tendências para o mercado imobiliário até 2020. Alexandre Frankel (Vitacon) e Caroline Mathias (Cyrela) abordarão comportamento de consumo e fidelização de clientes, respectivamente.

O atendimento ao consumidor é sempre desafiador para as empresas que poderão contar com palestras de Mauricio Vargas (Reclame Aqui) e um debate com Vivianne Vilela (E-commerce Brasil), Diogo Gomes (Souza Gomes) e Vinicius Ayub (VivaReal). O tema cidades conectadas será debatido por Rayne Ferretti (ONU), Marcelo Dadian (suahouse) e Luiz Vellozo (Ministério das Cidades). Confira todos os palestrantes acessando o site.

A 4ª edição do Conecta Imobi é patrocinada por The Wedge Marketing Digital, Dolce Gusto, 99, FiadorWeb, Group Software, Lennar, ShopBack, Alterdata Software, Asa 100, Guilherme Machado, Print’, Raccon Marketing Digital, Resultados Digitais, Criteo, entre outras.

Serviço:
Data: 2 e 3 de agosto (quarta e quinta-feira)
Horário: 8h às 19h
Local: Transamerica Expo Center
Endereço:Avenida Doutor Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 - Santo Amaro, São Paulo - SP, 04757-020
Mais informações em: contato@conectaimobi.com.br

Fonte: Portal Viva Real