Criarumemail.com/

Postagens Recentes


O mês de fevereiro desse ano começou mais movimentado em termos de lançamentos do que o mesmo período do ano passado. Segundo a pesquisa mensal realizada pela Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), em parceria com a BRAIN Bureau de Inteligência Corporativa, o volume de apartamentos residenciais novos lançados na capital paranaense nesse ano praticamente triplicou em relação a fevereiro do ano passado, passando de 126 para 358 unidades. O número de empreendimentos residenciais novos também cresceu: foram quatro no referido mês em 2017, contra três no ano passado.

As novas unidades colocadas no mercado nos últimos 12 meses concentraram-se no segmento de imóveis supereconômicos (com preço de até R$ 215 mil), que recebeu sete novos empreendimentos, e de luxo (com preço de R$ 1.000.001,00 a R$ 2 milhões), padrão que teve cinco empreendimentos a mais do que em fevereiro de 2016. “Os anúncios de elevação do teto do imóvel e de criação de uma nova faixa para o Minha Casa Minha Vida, bem como o começo de lenta e progressiva redução da taxa de juros para financiamento imobiliário pelos bancos, em função da redução da Selic, foram bem recebidos pelo setor que, aos poucos, retoma a produção”, analisa o presidente da Ademi/PR, Jacirlei Soares Santos.

Nos últimos 12 meses, o estoque residencial teve queda de 17,5%, saindo da casa das 9 mil para próximo de 7,5 mil unidades. “Com esse número, Curitiba retroage ao estoque do ano de 2011 e volta a ter o que é considerado o estoque ideal para um mercado do porte de nossa capital”, ressalta Santos. As quedas mais significativas foram para os apartamentos econômicos (com preço de R$ 215.001,00 a R$ 250 mil), que tiveram volume reduzido em mais de quatro vezes (de 1.290 para 282 unidades), e para os imóveis standard (com preço de R$ 250.001,00 a R$ 400 mil), com recuo de 27% das unidades disponíveis para a venda (de 1.709 para 1.328 imóveis). 

“As incorporadoras direcionaram seus esforços promocionais para esses padrões, especialmente o standard que concentra a maior fatia da oferta na cidade, o que transformou a compra numa ótima oportunidade de negócio, principalmente para quem detinha alguma reserva financeira”, avalia o diretor de Pesquisa de Mercado da Ademi/PR, Luiz Francisco Viana Jr.

Ainda nos últimos 12 meses, o preço médio do metro quadrado privativo dos apartamentos residenciais novos em Curitiba acumulou correção de 5,2%, em R$ 6,9 mil, acima do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) que fechou o período em 4,7%. Os apartamentos com três e quatro dormitórios apresentaram o maior reajuste no período, de 6,9% e 6,0%, respectivamente, com média do metro quadrado privativo de R$ 6.846,00 e R$ 10.738,00, nessa ordem.

Na análise por bairro para fevereiro desse ano, o Batel continua a deter o maior valor do metro quadrado privativo para as tipologias de um, dois e três dormitórios, com metro quadrado privativo médio de R$ 10.638,00, de R$ 11.243,00 e de R$ 11.002,00, respectivamente. O bairro também retomou a liderança de maior preço médio do metro quadrado privativo para apartamento de quatro dormitórios, a R$ 12.479,00.

A pesquisa da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR) e da BRAIN Bureau de Inteligência Corporativa, em fevereiro de 2017, contou com uma amostra acumulada de 377 empreendimentos residenciais novos (na planta, em construção ou concluídos) para a venda por construtoras, incorporadoras e imobiliárias em Curitiba, coletados diretamente junto às empresas do setor.

Fonte: contato@memilia.com




Pesquisa, divulgada hoje (7) pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG), mostra que o mercado imobiliário de Belo Horizonte e Nova Lima iniciou o ano com desempenho em alta. Em janeiro, o volume de unidades vendidas foi 52,5% superior ao mês anterior, chegando a 308 apartamentos comercializados, a maior quantidade para o período de um mês desde julho de 2016. Como não houve lançamentos em janeiro, o estoque de imóveis nas duas cidades caiu 6,2%, ficando em 4.190 unidades, menor patamar desde outubro de 2015, quando foi iniciada a Pesquisa do Mercado Imobiliário do Sinduscon-MG, realizada pela Brain Bureau de Inteligência Corporativa.

Segundo o vice-presidente da Área Imobiliária do sindicato, José Francisco Couto de Araújo Cançado, o volume de vendas em janeiro foi destaque e pode indicar uma retomada do mercado. “O volume comercializado foi significativo e traz uma boa perspectiva para o ano. Isso é sinal de que o consumidor já percebeu que o momento é favorável para a compra de imóveis, mas que essa situação não deve durar por muito tempo diante da queda nos estoques”, analisa.

No desagregado, das 308 unidades vendidas em Belo Horizonte e Nova Lima em janeiro, 156 estavam na região da Pampulha, correspondendo a 50,6% do total. Em seguida, aparece Nova Lima e a região Centro-Sul, com 45 e 36 unidades comercializadas, respectivamente. O Índice de Velocidade de Vendas de imóveis residenciais em janeiro mês foi de 6,9%. O preço médio do metro quadrado residencial chegou a R$ 7.668.

Em relação à falta de lançamentos no mês, o dirigente considera que pode ser consequência de um movimento de mercado e também da alteração na legislação. “As empresas diminuíram o ritmo de lançamentos. Possivelmente, algumas têm projetos já aprovados e estão aguardando uma melhora no cenário econômico para realizar o investimento. Contudo, a redução de lançamentos também pode ser um reflexo de uma portaria da Aeronáutica que está travando praticamente todo o mercado imobiliário em Belo Horizonte”, analisa José Francisco.

No segmento comercial, foram vendidas 10 unidades em janeiro e também não foi registrado nenhum lançamento. O estoque fechou em 514 imóveis novos disponíveis, menor volume desde novembro de 2015. O preço médio do metro quadrado comercial em Belo Horizonte e Nova Lima fechou janeiro em R$ 10.023.

A Pesquisa do Mercado Imobiliário do Sinduscon-MG, realizada pela Brain Bureau de Inteligência Corporativa, coletou dados junto a 250 empresas com atuação em Belo Horizonte e Nova Lima. Esse universo representa cerca de 90% dos empreendimentos em comercialização em BH e Nova Lima, correspondendo a mais de 95% das unidades comercializadas.

Fonte: Lorraine Souza - interface.lorraine@gmail.com


O mês de janeiro foi de compra de imóveis em estoque em Curitiba. A pesquisa realizada pela Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), em parceria com a BRAIN Bureau de Inteligência Corporativa, mostrou que o estoque recuou mais 4% no primeiro mês de 2017, em relação a dezembro de 2016, totalizando 7.407 apartamentos para a venda na capital paranaense. Nos últimos 12 meses, o estoque de apartamentos residenciais novos acumulou queda de 22,6%. Em janeiro de 2016, havia 9.575 unidades disponíveis em Curitiba. O estudo é o mais completo do setor de incorporação imobiliária para Curitiba e região.


Para o presidente da Ademi/PR, Jacirlei Soares Santos, isso mostra que, no setor de novos, o mercado imobiliário retomou o seu equilíbrio. “O ano passado foi sobretudo de consumo de estoques, tanto em Curitiba quanto em outras praças do Brasil. Esforços promocionais de redução de estoque de prontos, bem como a recuperação de distratos, e mais flexibilidade negocial foram os elementos de maior empenho da maioria das empresas que, com isso, obtiveram bons resultados comerciais. Assim, 2017 começou com uma baixíssima oferta de novos. Hoje, já há mesmo bairros e tipologias com zero ou quase nenhuma oferta, em Curitiba, por exemplo”, analisa.

Nos últimos 12 meses, tendo janeiro como referência, o padrão que apresentou a maior baixa de unidades residenciais em estoque foi o econômico (com preço de R$ 200.001,00 a R$ 250 mil), cuja disponibilidade ficou quatro vezes menor, com apenas 341 apartamentos à venda. Os imóveis nos padrões standard (com preço de R$ 250.001,00 a R$ 400 mil) e médio (com preço de R$ 400.001,00 a R$ 700 mil) tiveram queda de 28% e 24%, totalizando 1.646 e 1.323 unidades à venda, respectivamente. O estoque de studios, lofts e apartamentos de um dormitório recuou 23%, com 1.435 unidades.

“O ano começou com menos lançamentos residenciais do que em janeiro de 2016, apenas um empreendimento foi lançado no mesmo mês desse ano contra três no ano passado, consequentemente com uma oferta menor de unidades, e a opção acabou sendo pela compra do imóvel em estoque. Quase a metade do estoque é de unidades prontas, mas também existem unidades na planta e em construção”, comenta diretor de Relações Institucionais da Ademi/PR, Marcelo Gonçalves.

A pesquisa da Ademi/PR e da BRAIN mostra ainda que a valorização anual dos imóveis residenciais novos em Curitiba ficou em 5,5% em janeiro, com preço médio do metro quadrado privativo a R$ 6.910,82, próximo à inflação que fechou o período em 5,3%, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA) dos últimos 12 meses. Os imóveis com três dormitórios apresentaram a maior correção, ultrapassando a dos apartamentos de quatro dormitórios, da ordem de 7,1%, com preço médio do metro quadrado privativo a R$ 6.846,00. 

Na análise por bairro para janeiro desse ano, o Batel continua a deter o maior valor do metro quadrado privativo para as tipologias de um, dois e três dormitórios, com metro quadrado privativo médio de R$ 10.677,00, de R$ 11.243,00 e de R$ 11.002,00, respectivamente. Para os apartamentos de quatro dormitórios, o Juvevê desbancou o Batel como bairro com o maior preço médio do metro quadrado privativo para a tipologia, a R$ 14.588,00.

A pesquisa da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR) e da BRAIN Bureau de Inteligência Corporativa, em janeiro de 2017, contou com uma amostra acumulada de 378 empreendimentos residenciais novos (na planta, em construção ou concluídos) para venda por construtoras, incorporadoras e imobiliárias em Curitiba, coletados diretamente junto às empresas do setor.

Fonte: contato@memilia.com



·
 Maior oferta imobiliária está concentrada na Flórida

· Evento revela oportunidades em outros locais





#investirusaexpo




Considerado o maior evento da América Latina de investimentos imobiliários nos Estados Unidos, São Paulo recebe, nos dias 7 e 8 de abril, a 19ª edição do Investir USA Expo. Além de oportunidades nas já tradicionais cidades de Orlando e Miami, este ano o evento traz o estado do Texas como um dos destaques. 

No último ano, o Investir Usa Expo passou pelas cidades de Bogotá, Curitiba, Orlando e Peru quando registrou um volume de negociação superior a US$ 50 milhões. 

Os brasileiros permanecem com apetite para investir e morar nos Estados Unidos, com preferência pelas cidades de Orlando, Miami e Fort Lauderdale. As casas de férias, também chamadas de Vacation Homes, estão entre os imóveis mais procurados, localizados em condomínios fechados, com completo club house, segurança 24 horas e alguns até com campos de golf, o que garante a valorização, já que é possível alugar o imóvel quando não estiver usando para benefício próprio. “Somente Orlando possui esse formato de casas de férias. Em Miami e outras cidades isso não é possível, já que os contratos de locação são de, no mínimo, seis meses”, conta Daniel Rosenthal, idealizador e organizador do Investir USA Expo.

Entre os não residentes, 72% preferem as casas de férias como investimento.

Alguns números sobre imóveis negociados e a representatividade de brasileiros:
· Total de propriedades residenciais vendidas (abril/2015 a março/2016) - 214.885
· Volume total - US$ 102.6 bilhões
· Valor médio de investimento – Cerca de US$ 277,380
· Vendas internacionais Brasil - 3%, que representa em torno de 6.446 imóveis vendidos para brasileiros residentes nos EUA (que estão trabalhando, estudando e até ilegais) e não residentes (brasileiros com status de turista).

Fonte: 2016 Profile of International Activity in U.S. Residential Real Estate organized by National Association of Realtos.

Segundo a última pesquisa da AFIRE (Association of Foreign Investors in Real Estate), que possui mais de 200 membros de 22 países e um total de investimentos conjuntos superior a US$ 2 trilhões, realizada em janeiro de 2017, os EUA está em 1º lugar na preferência dos seus membros nos quesitos ‘considerado o país mais estável e seguro do mundo’ e ‘melhor valorização do capital’.

Os estados norte-americanos que possuem, atualmente, maior oferta imobiliária para estrangeiros são: Flórida (22%), Califórnia (15%), Texas (10%), Arizona (4%) e Nova York (4%).

O Investir USA Expo concentra as mais variadas oportunidades imobiliárias de investimentos e uma intensa e dinâmica programação sobre todos os temas que envolvem as questões relacionadas aos investimentos, tais como soluções tributárias, jurídicas e, principalmente, sobre imigração.

Quando: 07 e 08 de abril 
Onde: Centro de Convenções Frei Caneca - R. Frei Caneca, 569 – Consolação – SP 
Horário: Das 10hs às 20hs 
Inscrição: Gratuita mediante cadastro prévio no site do evento 

Conheça mais sobre o Investir USA Expo: https://www.youtube.com/watch?v=v-vCYf3S6NI

Sobre o Investir USA Expo: 
O Investir USA Expo é o único evento que concentra diversas ofertas e informações para a compra e investimento de imóveis nos Estados Unidos para investidores e compradores finais.

O evento também proporciona parcerias com os corretores de imóveis brasileiros para que os mesmos indiquem seus clientes e façam a intermediação do negócio com as empresas americanas. 

O evento é gratuito mediante prévia inscrição pelo site e os participantes têm acesso à área de exposição, que conta com diversas empresas imobiliárias e incorporadoras que atuam em diversas regiões dos Estados Unidos, e as palestras que objetivam esclarecer o processo de aquisição e investimento imobiliário para estrangeiros. 


Informações para a Imprensa:
Gengibre Comunicação
(11) 5096-0838

Patrícia de Andrade - patricia@gengibrecomunicacao.com.br

Acontece em Vitória/ES no mês de abril

O 2º encontro da Mulher Corretora Global reunirá mulheres Corretoras de Imóveis do mercado Brasileiro e dos Estados Unidos.

A conferência é realizada com o apoio do Sistema COFECI-CRECI – Conselho Federal dos Corretores de Imóveis, através de sua diretoria para assuntos da mulher e conta com a parceria do CRECI-ES.

Este encontro tem como objetivo principal estabelecer a conexão entre a mulher corretora de imóveis aqui do Brasil com o mercado global em forma de parcerias pré-estabelecidas com corretoras de outros países, a iniciar com Estados Unidos.

Uma grande oportunidade 
Estarão presentes Corretoras e líderes do mercado imobiliário americano, afiliadas à NAR – National Association of Realtors, a maior associação de profissionais do mercado imobiliário americano, que buscam oportunidades para investir no Brasil em um momento em que os preços dos imóveis no Brasil torna-se muito favorável e muito atrativo para o mercado internacional.

A Corretora de Imóveis no Brasil e nos EUA
Há muito tempo a mulher deixou de ser apenas coadjuvante dentro do mercado. Hoje ela já representa quase 50% dos profissionais atuantes no Brasil e sua influência tem sido muito significativa.

Estabelecer parcerias com as corretoras americanas é um dos pontos que serão discutidos durante o evento, pois já é uma prática comum nos EUA os profissionais encaminharem clientes aos colegas, principalmente quando a transação é baseada em um mercado diferente da atuação principal da corretora, ou quando requer um conhecimento especifico, tipo “construído para servir.”

O Sistema COFECI-CRECI possui hoje uma diretoria exclusiva para assuntos da mulher, apoiada por várias corretoras que executam trabalhos similares para o CRECI da sua região. Isto denota que a valorização da mulher deixou de ser apenas uma questão institucional e passou a ser de forte importância mercadológica.

Portanto a realização do Encontro Corretora Global objetiva um intercâmbio entre as corretoras mundiais para que juntas troquem suas experiências, discutam os desafios do mercado e passem a interagir em parcerias. Afinal o mercado não exige gênero, mas sim capacidade, comprometimento e ética, e a mulher corretora está inserida neste mercado.

A programação
A cerimônia de abertura terá a participação do Senhor João Teodoro da Silva, Presidente do COFECI .

As palestras contam com a presença de grande gestoras e empreendedoras como Eleonore Rojas, Diretora Move Tecnologia e Mídias Sociais(Los Angeles) e Sherri Souza, Presidente WCR -Women`s Council of Realtors, USA), entre outros.

Temas como mídias sociais, mercado internacional, liderança fazem parte dessa jornada, e a expectativa é que o evento seja um divisor de águas na carreira nesse novo tempo do mercado imobiliário mundial.

Na programação do evento estão inclusos os horários das palestras, nomes dos palestrantes, locais e intervalos.

Veja a programação completa

02 ABRIL
18h30 – 20h30
Recepção de boas vindas HOTEL SHERATON
Entrega de Credenciais a todos os participantes

03 ABRIL
08h30 – 09h WELCOME COFFEE
9h00 – 10h15 Cerimônia de Abertura Joao Teodoro da Silva, Presidente do COFECI 
Aurélio Dallapicula, Presidente Creci-ES, Jeff Hornberger, CEO – WCR/BR, Sherri Souza, Presidente da WCR, Aída Turbow, Senior Global Advisor
10h15 – 10h30 Networking Break
10h30 – 10h45 Palestra: Mabel Guzman, Pres. Liaison da NAR para Brasil
10h50 – 12h  Palestra: Eleonore Rojas, Diretora Move, Tecnologia e Mídias Sociais
12h00 – 14h Networking Lunch
14h00 – 14h30 Sherri Souza, Presidente WCR – A Jornada de uma líder nos negócios
14h35 – 16h Painel de Líderes: Jeff Hornberger, CEO/WCR USA – Com: Luciana Yoshikawa, MAX Internacional; Lucimar Elias,Pres. Sindimóveis-GO; Jane Rios, Coord Cons Mulher Creci-ES; Ana Paula Taucedo Branco, magistrada TRT-ES; Izabel Maestrelli, empresária e Cons. Mulher Creci-PR; Viviane, Cons Mulher CRECI-RS, Margoreth, Advogada e Cons Creci-GO TDB
16h00 – 16h30 Networking Break
16h30 – 17h Beatriz Gamboa, Pres. AMPI – Associação Mexicana de Profesionales Inmobiliários
19h00 Jantar: Local a definir
22h00 Retorno Hotel

04 DE ABRIL
08h30 – 09h WELCOME COFFEE
09h00 – 09h30 Líderes Brasil – Painel – com Izabel Maestrelli,Lucimar Elias,Margoreth-GO 
Conexão Brasil x Mundo – (http://www.realtor.com/international)
09h30 – 10h30 Workshop: Tecnologia com Eleonore Rojas – (inventario em líneas/how do it / mídias sociais)
10h30 – 10h50 Networking Break
10h50 – 11h30 Sherri Souza, Pres. WCR para o Brasil – 
WCR e as oportunidades de Negócios
11h30 – 12h TBD
12h – 12h10 Augustin Grandinetti – Jovens Real State Argentinos
12h15 – 12h30 Próximos passos 
12h30 – 13h Closing Ceremony – Cerimônia de Encerramento
13h00 – 13h45 Almoço - Local a Definir
14h00 – 17h30 Networking e conexões das corretoras durante o passeio
18h00 – 21h00 Aeroporto

Apoio Internacional
O evento conta com o apoio institucional de entidades como WCR – Women`s Council of Realtors, USA, (Conselho da Mulher Corretora de Imóveis, dos Estados Unidos da América), LatamCILA, especialista em planejamento educacional para o mercado imobiliário da América Latina.

Inscrição

Corretor de Imóveis do Sistema COFECI-CRECI – 350,00 reais.
Estrangeiros – 200 dólares.
Mais infomações

Email: evento@cofeci.gov.br
O plantão de vendas vem perdendo espaço para a internet, o que vai forçar uma atualização no mercado, dizem especialistas. Os corretores de imóveis precisam estar atentos às novidades para não perderem negócios.


Apesar de acreditarem que o plantão deixará de ser essencial, os especialistas ressaltam que alguns clientes ainda gostam do contato com o corretor e de ver os imóveis decorados. Segundo o consultor empresarial Edvaldo Corrêa, o plantão de vendas, como funciona hoje, dará lugar a uma central de negócios. É o que já acontece em alguns lugares.



Alguns clientes, porém, ainda preferem o contato pessoal com o corretor e visita aos decorados (Foto: Shutterstock)

“Os profissionais do mercado imobiliário poderão usufruir de uma estrutura para melhorar o relacionamento com os clientes e fechar o negócio. Algumas imobiliárias, mesmo as menores, já têm criado decorados dentro da própria sede para receber os visitantes”.

Corrêa ressalta que os corretores, sejam eles novos ou mais experientes, devem aproveitar esses espaços oferecidos pela empresa para criar um relacionamento com o cliente e traçar estratégias individuais.

“Na prática, os clientes raramente vão ao plantão, porque o processo de compra de um imóvel passa, de fato, pela prospecção na internet. A central de vendas é mais um dos canais onde o profissional pode sanar as dúvidas do comprador, apresentar o decorado e fechar o negócio”.

Internet

De acordo com Emerson Pereira, consultor de marketing imobiliário digital, pode até ser positivo para um corretor iniciante estar em um plantão de vendas. Isso faz com que ele adquirira experiência e coloque em prática técnicas de persuasão. Mas o importante é ficar ligado na internet.

“Acho que o plantão é válido, desde que se crie um relacionamento prévio com o potencial cliente através da internet. Isso pode ser feito através de interação por e-mail, redes sociais ou posicionamento da construtora na primeira página do Google”.

Pereira explica que através da web, o profissional pode mensurar os horários de maior busca, que tipo de imóvel gerou mais interesse e o perfil dos clientes, por exemplo.

“Na internet, se uma estratégia ou campanha não estiver surtindo o efeito desejado, ela pode ser alterada rapidamente. Isso já não ocorre quando é feita uma publicidade em jornal, outdoor, revistas e outras mídias”.

Fonte: ZAP Pro
A intensa redução do estoque de apartamentos novos em Curitiba nos últimos anos, somada à severa diminuição dos alvarás para construção na cidade - especialmente no padrão standard (de R$ 250 mil a R$ 400 mil), que concentra quase a metade da oferta da capital - e a uma demanda que se mantém em função da alternância de ciclos demográficos, pode resultar numa elevação dos preços dessas unidades num futuro próximo.

De acordo com dados da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), nos dois últimos anos, o volume de apartamentos standard em estoque ficou duas vezes menor, passando de 3.649 para 1.742 unidades em Curitiba. A se considerar que aproximadamente metade do estoque de novos na cidade é de prontos, seriam apenas 871 imóveis nessa faixa de valor que estão concluídos e disponíveis, ante a uma demanda vegetativa de 1,13% ao ano, ou seja, quase 21,5 mil pessoas.

Para o diretor da Terrasse Engenharia e Construções, Jefferson Gomes da Cunha, considerando a restrição da oferta e a eminência do aquecimento da demanda por meio do controle da inflação e do barateamento do crédito, a “janela de oportunidades” para a aquisição do imóvel novo e pronto está com os dias contados. “Nós estamos no final de uma fase de transição. Ainda é possível adquirir imóveis com desconto, o que deve acabar. No momento em que o mercado aquecer, haverá uma oferta restrita e o valor das unidades disponíveis vai aumentar já que as margens de desconto vão diminuir muito”, argumenta. 

Atualmente, a Terrasse Engenharia conta com seis empreendimentos para a venda em Curitiba, num total de 140 apartamentos, com preço de R$ 360 mil a R$ 2 milhões, em regiões nobres: Juvevê/Cabral/Ahú, Vila Izabel/Água Verde e Cristo Rei. Cunha destaca que esse tipo de imóvel atende uma demanda específica. “No geral, a pessoas preferem o imóvel pronto porque se resolve uma situação de imediato. Quem precisa morar, precisa agora. Muitas vezes o movimento é de upgrade, ou seja, mudança para um imóvel maior ou mais bem localizado ou até mesmo o contrário, de uma casa para o apartamento e, nesse caso, é mais fácil negociar o bem atual como parte do pagamento, embora essa operação exija um comprador capitalizado”, descreve.

O diretor da Terrasse também afirma que a compra do imóvel pronto pode ser entendida como um ativo, com liquidez a longo prazo, desde que a localização seja estratégica. “Se o imóvel é bem localizado, com qualidade de acabamento, ele só vai valorizar no futuro. Ainda mais a se contar que a escassez de boas áreas disponíveis para construção no eixo central tende a limitar os diferenciais do projeto. Alguns empreendimentos que nós lançamos, por exemplo, não conseguiremos repetir na mesma região em função das características dos terrenos disponíveis. E isso tem valor”, ressalta.



Fonte: contato@memilia.com

Créditos: Divulgação PAC
O Ministério da Transparência Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União – CGU aponta que quase a metade das unidades do Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) na modalidade do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) apresentam incompatibilidade com os projetos. 

Foram analisados 688 empreendimentos em todo o País, construídos entre 2011 e 2014.

As unidades do MCMV feitas pelo FAR atendem famílias com renda de até três salários mínimos.

Questões Estratégicas Abordadas: 
1. O Processo de escolha da construtora pelo Poder Público ou pela CAIXA, no caso de doação do terreno, está ocorrendo de acordo com as diretrizes estabelecidas pela CAIXA? 2. O Processo de aprovação do empreendimento pela CAIXA está de acordo com as características determinadas pelo Programa? 
3. As unidades habitacionais construídas e a infraestrutura estão compatíveis com as especificações previstas no Projeto ou com as alterações aprovadas? 
4. O Programa está sendo divulgado de forma ampla e adequada para os potenciais beneficiários?
5. No processo de seleção, estão sendo priorizados os beneficiários que atendam aos critérios de hierarquização previstos nos normativos do Programa?
6. Os beneficiários selecionados atendem aos requisitos do Programa? 
7. Foi realizado o Trabalho Social conforme previsto nos normativos? 
8. Qual o nível de satisfação dos beneficiários com a residência adquirida?

Veja o relatório completo clicando aqui.