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 Maior oferta imobiliária está concentrada na Flórida

· Evento revela oportunidades em outros locais





#investirusaexpo




Considerado o maior evento da América Latina de investimentos imobiliários nos Estados Unidos, São Paulo recebe, nos dias 7 e 8 de abril, a 19ª edição do Investir USA Expo. Além de oportunidades nas já tradicionais cidades de Orlando e Miami, este ano o evento traz o estado do Texas como um dos destaques. 

No último ano, o Investir Usa Expo passou pelas cidades de Bogotá, Curitiba, Orlando e Peru quando registrou um volume de negociação superior a US$ 50 milhões. 

Os brasileiros permanecem com apetite para investir e morar nos Estados Unidos, com preferência pelas cidades de Orlando, Miami e Fort Lauderdale. As casas de férias, também chamadas de Vacation Homes, estão entre os imóveis mais procurados, localizados em condomínios fechados, com completo club house, segurança 24 horas e alguns até com campos de golf, o que garante a valorização, já que é possível alugar o imóvel quando não estiver usando para benefício próprio. “Somente Orlando possui esse formato de casas de férias. Em Miami e outras cidades isso não é possível, já que os contratos de locação são de, no mínimo, seis meses”, conta Daniel Rosenthal, idealizador e organizador do Investir USA Expo.

Entre os não residentes, 72% preferem as casas de férias como investimento.

Alguns números sobre imóveis negociados e a representatividade de brasileiros:
· Total de propriedades residenciais vendidas (abril/2015 a março/2016) - 214.885
· Volume total - US$ 102.6 bilhões
· Valor médio de investimento – Cerca de US$ 277,380
· Vendas internacionais Brasil - 3%, que representa em torno de 6.446 imóveis vendidos para brasileiros residentes nos EUA (que estão trabalhando, estudando e até ilegais) e não residentes (brasileiros com status de turista).

Fonte: 2016 Profile of International Activity in U.S. Residential Real Estate organized by National Association of Realtos.

Segundo a última pesquisa da AFIRE (Association of Foreign Investors in Real Estate), que possui mais de 200 membros de 22 países e um total de investimentos conjuntos superior a US$ 2 trilhões, realizada em janeiro de 2017, os EUA está em 1º lugar na preferência dos seus membros nos quesitos ‘considerado o país mais estável e seguro do mundo’ e ‘melhor valorização do capital’.

Os estados norte-americanos que possuem, atualmente, maior oferta imobiliária para estrangeiros são: Flórida (22%), Califórnia (15%), Texas (10%), Arizona (4%) e Nova York (4%).

O Investir USA Expo concentra as mais variadas oportunidades imobiliárias de investimentos e uma intensa e dinâmica programação sobre todos os temas que envolvem as questões relacionadas aos investimentos, tais como soluções tributárias, jurídicas e, principalmente, sobre imigração.

Quando: 07 e 08 de abril 
Onde: Centro de Convenções Frei Caneca - R. Frei Caneca, 569 – Consolação – SP 
Horário: Das 10hs às 20hs 
Inscrição: Gratuita mediante cadastro prévio no site do evento 

Conheça mais sobre o Investir USA Expo: https://www.youtube.com/watch?v=v-vCYf3S6NI

Sobre o Investir USA Expo: 
O Investir USA Expo é o único evento que concentra diversas ofertas e informações para a compra e investimento de imóveis nos Estados Unidos para investidores e compradores finais.

O evento também proporciona parcerias com os corretores de imóveis brasileiros para que os mesmos indiquem seus clientes e façam a intermediação do negócio com as empresas americanas. 

O evento é gratuito mediante prévia inscrição pelo site e os participantes têm acesso à área de exposição, que conta com diversas empresas imobiliárias e incorporadoras que atuam em diversas regiões dos Estados Unidos, e as palestras que objetivam esclarecer o processo de aquisição e investimento imobiliário para estrangeiros. 


Informações para a Imprensa:
Gengibre Comunicação
(11) 5096-0838

Patrícia de Andrade - patricia@gengibrecomunicacao.com.br

Acontece em Vitória/ES no mês de abril

O 2º encontro da Mulher Corretora Global reunirá mulheres Corretoras de Imóveis do mercado Brasileiro e dos Estados Unidos.

A conferência é realizada com o apoio do Sistema COFECI-CRECI – Conselho Federal dos Corretores de Imóveis, através de sua diretoria para assuntos da mulher e conta com a parceria do CRECI-ES.

Este encontro tem como objetivo principal estabelecer a conexão entre a mulher corretora de imóveis aqui do Brasil com o mercado global em forma de parcerias pré-estabelecidas com corretoras de outros países, a iniciar com Estados Unidos.

Uma grande oportunidade 
Estarão presentes Corretoras e líderes do mercado imobiliário americano, afiliadas à NAR – National Association of Realtors, a maior associação de profissionais do mercado imobiliário americano, que buscam oportunidades para investir no Brasil em um momento em que os preços dos imóveis no Brasil torna-se muito favorável e muito atrativo para o mercado internacional.

A Corretora de Imóveis no Brasil e nos EUA
Há muito tempo a mulher deixou de ser apenas coadjuvante dentro do mercado. Hoje ela já representa quase 50% dos profissionais atuantes no Brasil e sua influência tem sido muito significativa.

Estabelecer parcerias com as corretoras americanas é um dos pontos que serão discutidos durante o evento, pois já é uma prática comum nos EUA os profissionais encaminharem clientes aos colegas, principalmente quando a transação é baseada em um mercado diferente da atuação principal da corretora, ou quando requer um conhecimento especifico, tipo “construído para servir.”

O Sistema COFECI-CRECI possui hoje uma diretoria exclusiva para assuntos da mulher, apoiada por várias corretoras que executam trabalhos similares para o CRECI da sua região. Isto denota que a valorização da mulher deixou de ser apenas uma questão institucional e passou a ser de forte importância mercadológica.

Portanto a realização do Encontro Corretora Global objetiva um intercâmbio entre as corretoras mundiais para que juntas troquem suas experiências, discutam os desafios do mercado e passem a interagir em parcerias. Afinal o mercado não exige gênero, mas sim capacidade, comprometimento e ética, e a mulher corretora está inserida neste mercado.

A programação
A cerimônia de abertura terá a participação do Senhor João Teodoro da Silva, Presidente do COFECI .

As palestras contam com a presença de grande gestoras e empreendedoras como Eleonore Rojas, Diretora Move Tecnologia e Mídias Sociais(Los Angeles) e Sherri Souza, Presidente WCR -Women`s Council of Realtors, USA), entre outros.

Temas como mídias sociais, mercado internacional, liderança fazem parte dessa jornada, e a expectativa é que o evento seja um divisor de águas na carreira nesse novo tempo do mercado imobiliário mundial.

Na programação do evento estão inclusos os horários das palestras, nomes dos palestrantes, locais e intervalos.

Veja a programação completa

02 ABRIL
18h30 – 20h30
Recepção de boas vindas HOTEL SHERATON
Entrega de Credenciais a todos os participantes

03 ABRIL
08h30 – 09h WELCOME COFFEE
9h00 – 10h15 Cerimônia de Abertura Joao Teodoro da Silva, Presidente do COFECI 
Aurélio Dallapicula, Presidente Creci-ES, Jeff Hornberger, CEO – WCR/BR, Sherri Souza, Presidente da WCR, Aída Turbow, Senior Global Advisor
10h15 – 10h30 Networking Break
10h30 – 10h45 Palestra: Mabel Guzman, Pres. Liaison da NAR para Brasil
10h50 – 12h  Palestra: Eleonore Rojas, Diretora Move, Tecnologia e Mídias Sociais
12h00 – 14h Networking Lunch
14h00 – 14h30 Sherri Souza, Presidente WCR – A Jornada de uma líder nos negócios
14h35 – 16h Painel de Líderes: Jeff Hornberger, CEO/WCR USA – Com: Luciana Yoshikawa, MAX Internacional; Lucimar Elias,Pres. Sindimóveis-GO; Jane Rios, Coord Cons Mulher Creci-ES; Ana Paula Taucedo Branco, magistrada TRT-ES; Izabel Maestrelli, empresária e Cons. Mulher Creci-PR; Viviane, Cons Mulher CRECI-RS, Margoreth, Advogada e Cons Creci-GO TDB
16h00 – 16h30 Networking Break
16h30 – 17h Beatriz Gamboa, Pres. AMPI – Associação Mexicana de Profesionales Inmobiliários
19h00 Jantar: Local a definir
22h00 Retorno Hotel

04 DE ABRIL
08h30 – 09h WELCOME COFFEE
09h00 – 09h30 Líderes Brasil – Painel – com Izabel Maestrelli,Lucimar Elias,Margoreth-GO 
Conexão Brasil x Mundo – (http://www.realtor.com/international)
09h30 – 10h30 Workshop: Tecnologia com Eleonore Rojas – (inventario em líneas/how do it / mídias sociais)
10h30 – 10h50 Networking Break
10h50 – 11h30 Sherri Souza, Pres. WCR para o Brasil – 
WCR e as oportunidades de Negócios
11h30 – 12h TBD
12h – 12h10 Augustin Grandinetti – Jovens Real State Argentinos
12h15 – 12h30 Próximos passos 
12h30 – 13h Closing Ceremony – Cerimônia de Encerramento
13h00 – 13h45 Almoço - Local a Definir
14h00 – 17h30 Networking e conexões das corretoras durante o passeio
18h00 – 21h00 Aeroporto

Apoio Internacional
O evento conta com o apoio institucional de entidades como WCR – Women`s Council of Realtors, USA, (Conselho da Mulher Corretora de Imóveis, dos Estados Unidos da América), LatamCILA, especialista em planejamento educacional para o mercado imobiliário da América Latina.

Inscrição

Corretor de Imóveis do Sistema COFECI-CRECI – 350,00 reais.
Estrangeiros – 200 dólares.
Mais infomações

Email: evento@cofeci.gov.br
O plantão de vendas vem perdendo espaço para a internet, o que vai forçar uma atualização no mercado, dizem especialistas. Os corretores de imóveis precisam estar atentos às novidades para não perderem negócios.


Apesar de acreditarem que o plantão deixará de ser essencial, os especialistas ressaltam que alguns clientes ainda gostam do contato com o corretor e de ver os imóveis decorados. Segundo o consultor empresarial Edvaldo Corrêa, o plantão de vendas, como funciona hoje, dará lugar a uma central de negócios. É o que já acontece em alguns lugares.



Alguns clientes, porém, ainda preferem o contato pessoal com o corretor e visita aos decorados (Foto: Shutterstock)

“Os profissionais do mercado imobiliário poderão usufruir de uma estrutura para melhorar o relacionamento com os clientes e fechar o negócio. Algumas imobiliárias, mesmo as menores, já têm criado decorados dentro da própria sede para receber os visitantes”.

Corrêa ressalta que os corretores, sejam eles novos ou mais experientes, devem aproveitar esses espaços oferecidos pela empresa para criar um relacionamento com o cliente e traçar estratégias individuais.

“Na prática, os clientes raramente vão ao plantão, porque o processo de compra de um imóvel passa, de fato, pela prospecção na internet. A central de vendas é mais um dos canais onde o profissional pode sanar as dúvidas do comprador, apresentar o decorado e fechar o negócio”.

Internet

De acordo com Emerson Pereira, consultor de marketing imobiliário digital, pode até ser positivo para um corretor iniciante estar em um plantão de vendas. Isso faz com que ele adquirira experiência e coloque em prática técnicas de persuasão. Mas o importante é ficar ligado na internet.

“Acho que o plantão é válido, desde que se crie um relacionamento prévio com o potencial cliente através da internet. Isso pode ser feito através de interação por e-mail, redes sociais ou posicionamento da construtora na primeira página do Google”.

Pereira explica que através da web, o profissional pode mensurar os horários de maior busca, que tipo de imóvel gerou mais interesse e o perfil dos clientes, por exemplo.

“Na internet, se uma estratégia ou campanha não estiver surtindo o efeito desejado, ela pode ser alterada rapidamente. Isso já não ocorre quando é feita uma publicidade em jornal, outdoor, revistas e outras mídias”.

Fonte: ZAP Pro
A intensa redução do estoque de apartamentos novos em Curitiba nos últimos anos, somada à severa diminuição dos alvarás para construção na cidade - especialmente no padrão standard (de R$ 250 mil a R$ 400 mil), que concentra quase a metade da oferta da capital - e a uma demanda que se mantém em função da alternância de ciclos demográficos, pode resultar numa elevação dos preços dessas unidades num futuro próximo.

De acordo com dados da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), nos dois últimos anos, o volume de apartamentos standard em estoque ficou duas vezes menor, passando de 3.649 para 1.742 unidades em Curitiba. A se considerar que aproximadamente metade do estoque de novos na cidade é de prontos, seriam apenas 871 imóveis nessa faixa de valor que estão concluídos e disponíveis, ante a uma demanda vegetativa de 1,13% ao ano, ou seja, quase 21,5 mil pessoas.

Para o diretor da Terrasse Engenharia e Construções, Jefferson Gomes da Cunha, considerando a restrição da oferta e a eminência do aquecimento da demanda por meio do controle da inflação e do barateamento do crédito, a “janela de oportunidades” para a aquisição do imóvel novo e pronto está com os dias contados. “Nós estamos no final de uma fase de transição. Ainda é possível adquirir imóveis com desconto, o que deve acabar. No momento em que o mercado aquecer, haverá uma oferta restrita e o valor das unidades disponíveis vai aumentar já que as margens de desconto vão diminuir muito”, argumenta. 

Atualmente, a Terrasse Engenharia conta com seis empreendimentos para a venda em Curitiba, num total de 140 apartamentos, com preço de R$ 360 mil a R$ 2 milhões, em regiões nobres: Juvevê/Cabral/Ahú, Vila Izabel/Água Verde e Cristo Rei. Cunha destaca que esse tipo de imóvel atende uma demanda específica. “No geral, a pessoas preferem o imóvel pronto porque se resolve uma situação de imediato. Quem precisa morar, precisa agora. Muitas vezes o movimento é de upgrade, ou seja, mudança para um imóvel maior ou mais bem localizado ou até mesmo o contrário, de uma casa para o apartamento e, nesse caso, é mais fácil negociar o bem atual como parte do pagamento, embora essa operação exija um comprador capitalizado”, descreve.

O diretor da Terrasse também afirma que a compra do imóvel pronto pode ser entendida como um ativo, com liquidez a longo prazo, desde que a localização seja estratégica. “Se o imóvel é bem localizado, com qualidade de acabamento, ele só vai valorizar no futuro. Ainda mais a se contar que a escassez de boas áreas disponíveis para construção no eixo central tende a limitar os diferenciais do projeto. Alguns empreendimentos que nós lançamos, por exemplo, não conseguiremos repetir na mesma região em função das características dos terrenos disponíveis. E isso tem valor”, ressalta.



Fonte: contato@memilia.com

Créditos: Divulgação PAC
O Ministério da Transparência Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União – CGU aponta que quase a metade das unidades do Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) na modalidade do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) apresentam incompatibilidade com os projetos. 

Foram analisados 688 empreendimentos em todo o País, construídos entre 2011 e 2014.

As unidades do MCMV feitas pelo FAR atendem famílias com renda de até três salários mínimos.

Questões Estratégicas Abordadas: 
1. O Processo de escolha da construtora pelo Poder Público ou pela CAIXA, no caso de doação do terreno, está ocorrendo de acordo com as diretrizes estabelecidas pela CAIXA? 2. O Processo de aprovação do empreendimento pela CAIXA está de acordo com as características determinadas pelo Programa? 
3. As unidades habitacionais construídas e a infraestrutura estão compatíveis com as especificações previstas no Projeto ou com as alterações aprovadas? 
4. O Programa está sendo divulgado de forma ampla e adequada para os potenciais beneficiários?
5. No processo de seleção, estão sendo priorizados os beneficiários que atendam aos critérios de hierarquização previstos nos normativos do Programa?
6. Os beneficiários selecionados atendem aos requisitos do Programa? 
7. Foi realizado o Trabalho Social conforme previsto nos normativos? 
8. Qual o nível de satisfação dos beneficiários com a residência adquirida?

Veja o relatório completo clicando aqui.
A elevação do teto dos imóveis financiados pelo programa Minha Casa Minha Vida, que em Curitiba passou de R$ 200 mil para R$ 215 mil, vai representar um aumento de 30% na oferta lançada (de 3.950 para 5.130 unidades) e de 14,5% no volume de apartamentos residenciais disponíveis para a venda (de 1.309 para 1.499 unidades) em Curitiba. O levantamento é da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), com base nos dados de dezembro de 2016.

O estudo da Ademi/PR revela ainda que na Região Metropolitana, onde o teto ampliado de R$ 180 mil para R$ 190 mil, a oferta (em torno de 8,5 mil unidades) e a quantidade de imóveis residenciais novos disponíveis (em torno de 2 mil apartamentos), ficará estável. De acordo com o presidente eleito da associação que representa as construtoras e incorporadoras no Estado, Jacirlei Soares Santos, o impacto das novas medidas é maior na capital paranaense em função da viabilidade econômico-financeira para a implantação desses empreendimentos.

“A escassez e o custo do terreno para a construção de empreendimentos com esse valor máximo em Curitiba tornam os lançamentos dentro do programa bastante raros, por isso, o impacto em termos de oferta é mais significativo. Já na Região Metropolitana, os imóveis do Minha Casa Minha Vida são a principal oferta de apartamentos em função de melhores condições de áreas e investimentos, fazendo com que a medida seja mais no sentido de manutenção dos lançamentos na região”, explica.

Para o diretor de Relações Institucionais da Ademi/PR, Marcelo Gonçalves, a medida é um importante indicador para a recuperação do mercado e vem corrigir uma defasagem de preços, acompanhando o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), utilizado para a correção do valor do imóvel nos contratos de compra e venda de unidades na planta ou em construção, que ficou próximo a 7%, de outubro de 2015 (última data em que o teto dos imóveis havia sido reajustado) a dezembro de 2016, e próximo à inflação registrada no período, essa acima de 8%.

O aumento da renda familiar para a faixa 3 do programa, que passou de R$ 6,5 mil para R$ 9 mil, também deve melhorar a oferta de crédito aos compradores. “Apesar de os juros dentro do programa serem os mais baixos do mercado, a alta inflação vivenciada nos últimos anos restringiu o poder de compra da população, dificultando o acesso ao financiamento. Essa atualização é uma iniciativa para diminuir a lacuna entre capacidade financeira e preço do imóvel, facilitando a aquisição da casa própria especialmente para quem busca a primeira moradia”, analisa Gonçalves.



Fonte: contato@memilia.com

O ajuste do perfil de renda dos beneficiários e a contratação de 600 mil unidades habitacionais estão entre as principais medidas


O Governo Federal e a CAIXA anunciaram, nesta segunda-feira (6), uma série de ajustes no Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV). Além da meta de contratar 600 mil unidades, a reformulação do Programa traz mudanças no perfil de renda familiar, nos limites do valor dos imóveis, de acordo com a região, e no aumento dos valores de subsídio do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Segundo o presidente da CAIXA, Gilberto Occhi, as medidas trazem mais eficiência ao Programa MCMV, facilitam o acesso ao primeiro imóvel e impulsionam o setor da construção civil. “Além de melhorar o acesso à moradia, as mudanças vão movimentar a economia, gerando empregos e novos negócios ao setor”, afirma o presidente. 

A ampliação do teto de renda beneficia diretamente as famílias interessadas em adquirir imóveis novos financiados pelo Programa.

Veja como ficaram os novos limites de renda familiar em cada faixa: 


Os subsídios do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) foram corrigidos em 6,67 % (INCC) nas faixas 1,5 e 2 do Programa. Com esse aumento, o beneficiário pode dar um valor menor de entrada ao comprar seu primeiro imóvel pelo MCMV. O prazo máximo dos financiamentos continua sendo 360 meses (30 anos). 

Outra medida do pacote é a correção do valor do imóvel do Programa de acordo com o limite territorial, segundo classificação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Confira como ficou o teto do valor de imóveis em cada região. 


Contratações 
Em 2017, o Programa prevê a contratação de aproximadamente 600 mil unidades. São 170 mil unidades, sendo 100 mil unidades do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) e 70 mil unidades na modalidade Entidades (urbana e rural). Já nas faixas 2 e 3, o objetivo é contratar aproximadamente 400 mil unidades habitacionais. Além disso, está prevista a contratação de cerca de 40 mil unidades na faixa 1,5 do programa. 

O Programa MCMV já beneficiou cerca de 12,3 milhões de pessoas em todas modalidades com a entrega de mais de 3,07 milhões de moradias em todo o país. 

Fonte: 
Assessoria de Imprensa da CAIXA 









Curitiba - Avenida Sete de Setembro
Se o ano passado foi da locação que – apesar de uma redução da ordem de 9% dos preços – registrou um incremento superior a 10% no volume de imóveis residenciais alugados, 2017 deverá ser um ano mais comprador, sobretudo para os perfis de imóveis de padrão médio e alto. A previsão é do diretor da Bee Rede Imobiliária, João Margarido Diniz, que defende que o pior da situação econômica já passou. “As medidas tomadas pelo governo nessa área trouxeram boas expectativas. Já notamos que houve melhora nas negociações de venda nesse começo de ano e as locações prosseguem em crescimento. Estamos otimistas”, argumenta.

Segundo a Bee Rede Imobiliária – associação que congrega 34 imobiliárias, aproximadamente 200 corretores de imóveis e uma carteira com mais de cinco mil imóveis disponíveis para venda e locação em Curitiba e Região Metropolitana – o preço médio dos imóveis residenciais vendidos atualmente é em torno de R$ 320 mil. “O tipo de imóvel mais procurado tanto para a venda de usados, quanto para a locação, são as residências, pois, com a perda de poder aquisitivo as famílias tendem a fugir de despesas como a taxa de condomínio, por exemplo. Acreditamos que essa tendência vai se manter nesse ano”, revela Diniz.

O diretor da Bee Rede Imobiliária diz que o momento é do comprador, especialmente se ele detém uma boa reserva financeira, considerando que o mercado conta com diversidade de oferta e significativas margens de negociação. “A medida econômica de redução da Selic é um bom presságio para o setor imobiliário. Com a redução das taxas de juros, os investimentos deverão ser retomados, recuperando o emprego e a renda. Esses fatores vão impulsionar o mercado, tornando-o mais comprador”, opina.

Para quem dispõe apenas de uma pequena parte do valor total do imóvel que deseja comprar, ou então depende totalmente do financiamento imobiliário, Diniz afirma que a locação é uma opção interessante. “Para a população de menor renda, a locação será a alternativa predominante, já que as medidas econômicas demandam um tempo de maturação até alcançar todos os segmentos do mercado”, analisa. Apesar da situação econômica do país, a desocupação por inadimplência em 2016 ficou estável, na faixa de 2% em Curitiba, segundo o Instituto de Pesquisa do Mercado Imobiliário e Condominial (Inpespar).

Para quem quer vender o imóvel, vale uma análise prévia de mercado quanto à concorrência e à demanda. “O vendedor deve considerar a quantidade de oferta de produtos semelhantes ao seu na cidade, no bairro e até mesmo no mesmo edifício e a capacidade financeira do comprador do seu imóvel, bem como estar preparado para a forte barganha de quem deseja comprar à vista”, orienta Diniz.

Para as imobiliárias que intermediam a venda ou a locação do imóvel, uma boa alternativa para potencializar os negócios é o trabalho em rede. O diretor da Bee Rede Imobiliária diz que, ao contrário da simples parceria, esse modelo comercial baseia-se em regras bem definidas, constituindo vínculos entre as associadas, a fim de tornar a relação estável e transparente quanto aos parâmetros de divisão dos honorários e a disponibilidade real do imóvel.

“Esse é o formato que utilizamos na Bee. O estabelecimento de regras definidas para todos os procedimentos de comercialização da carteira de imóveis garante segurança à transação. O compartilhamento da carteira da imobiliária com todas as associadas amplia a divulgação dos imóveis, alavancando os negócios por meio de centenas de profissionais certificados ligados às associadas da rede, o que potencializa o trabalho de divulgação”, cita.

Os benefícios se estendem a proprietários, compradores e inquilinos. “O trabalho em rede proporciona ao proprietário a vantagem de contratar apenas uma imobiliária para comercializar o imóvel e, na prática, receber o serviço das outras associadas, inclusive por meio de seus portais, e de centenas de corretores de imóveis, sem custo adicional. Para quem deseja comprar ou alugar, ao contatar uma imobiliária da rede terá à disposição um número significativo de imóveis em oferta, facilitando o processo de busca e evitando a perda de tempo e dinheiro”, defende Diniz.

Fonte: contato@memilia.com