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Construtoras investem em espaços online para fidelizar clientes


A imersão na digitalização comercial têm conquistado empresas de ramos diversos. A busca por soluções digitais visa alcançar maior desenvolvimento das funções empresariais, gerando consequentemente ampliação no número de clientes. A busca por informações está cada vez mais direcionada à internet. A facilidade de obter um dado, esclarecer uma possível dúvida, conhecer um novo produto e até mesmo adquiri-lo, com apenas alguns cliques, é além de prático, uma solução econômica, que poupa tempo e dinheiro dos futuros compradores.

O novo alvo de influência da internet é o setor imobiliário, as construtoras estão investindo cada vez mais na conquista de espaços online para atender o seu público de forma rápida e eficaz. A Precon Engenharia é um exemplo que ilustra tal situação,recentemente a construtora criou o canal exclusivo na plataforma de vídeos Youtube, chamado “Eu quero meu apê”. O canal visa apresentar aos interessados informações sobre o programa Minha Casa Minha Vida de forma descontraída e transparente, além de garantir conteúdos variados e de auxílio sobre a compra do primeiro imóvel e financiamento.

Além do canal, a loja de mais sucesso de vendas da empresa é a Loja Online, que atende os seus clientes pelo chat, de forma precisa e esclarecedora. Recentemente, o setor de atendimento online da Precon recebeu uma ampliação. Todo o atendimento inicial é realizado pela internet, através de envio de vídeos e books online para apresentar o produto ao cliente, o contato presencial só acontece na hora da visita ao decorado. Hoje a loja online é responsável por 35% das vendas da empresa.“Acreditamos que essas sejam ferramentas muito eficazes de relacionamento com o cliente, pois conseguimos estreitar a comunicação e ainda atingir públicos variados. Além disso, percebemos um aumento nas vendas, pois é uma forma fácil do cliente chegar até a empresa”, destaca Renata Peixoto Dias, gerente de marketing da Precon Engenharia.

O investimento em marketing digital também aumentou. “Hoje investimos em Google, Facebook, Instagram e ferramentas digitais de otimização que correspondem a 30% do investimento da verba total de marketing da empresa, um crescimento de mais de 150% se comparado ao investimento há dois anos”, comenta Renata.

Outra grande construtora que têm optado pela inclusão digital, é o Grupo EPO. Neste ano, a empresa celebrou 25 anos de atividades e para comemorar a data investiu na utilização de uma tecnologia de ponta na divulgação de dois grandes empreendimentos da empresa: os residenciais Sol e Terra, que integram o Complexo Botânico, localizado no Vale do Sereno, em Nova Lima.

O aplicativo EPO AR de realidade aumentada é integrado à edição especial comemorativa da Revista EPO. O app já está disponível para download em dispositivos móveis nas plataformas Android e iOS, gratuitamente.

Desenvolvido pela Cubo Informatização, em parceria com a Digital 7, o aplicativo permite ao usuário apontar para a publicação e visualizar um holograma das torres dos dois residenciais. “A realidade aumentada é uma tecnologia que permite que o mundo virtual seja misturado ao real, possibilitando maior interação e abrindo uma nova dimensão na maneira como nós executamos tarefas ou mesmo as que nós incumbimos às máquinas. Se o usuário pensava que objetos pulando para fora da tela eram elementos de filmes de ficção científica, os conceitos mudaram. O que acontece com a realidade aumentada é o contrário: o usuário pulará para dentro do mundo virtual para interagir com objetos que só estão limitados a sua imaginação”, explica Daniela Moura, gerente comercial da Digital 7.

“Procuramos sempre inovar e trazer um diferencial para o setor. O segredo do sucesso do Grupo EPO se baseia no atendimento personalizado, uso de tecnologias de ponta, implementação de produtos sustentáveis e relações duradouras com os clientes”, explica Gilmar Dias dos Santos, presidente do Grupo.



Fonte: Interface Comunicação (Gabriela Motta) - gabrielam.interface@gmail.com
Pintar uma parede, consertar um cano estourado, assentar um piso, trocar um chuveiro, uma tomada. Quem disse que essas e outras tarefas são coisas só dos homens? Cerca de 60 mulheres que participaram do curso Mulheres Independentes realizado no último sábado (26/08) pela Dinâmica Engenharia, no hall do futuro residencial Detail, no Setor Bueno, provaram que fazer este ou aquele trabalho bem feito independe de gênero.

Elas dedicaram uma manhã inteira a aulas teóricas e práticas para aprender como fazer pequenos reparos domésticos. Essa foi a segunda edição do curso, cujo os instrutores foram os engenheiros e colaboradores operacionais da Dinâmica Engenharia. Oferecida gratuitamente, a capacitação foi voltada para colaboradoras, esposas de colaboradores e mulheres da comunidade em geral.

O curso teve duração de quatro horas e foi dividido em dois blocos, o primeiro com as orientações teóricas e o segundo com a aplicação prática, momento em que as participantes colocaram, literalmente, a mão na massa. Ter capacidade para fazer esta ou aquela tarefa independe do gênero e da idade. O que diga a aposentada Giselda Albernaz, de 77 anos, que ficou atenta ao curso e tomou nota das orientações do início ao fim. Segundo ela, o que aprendeu irá lhe trazer mais segurança. “Por ser mulher e pela minha idade, sou muito enganada por homens, que se denominam profissionais. Cansei disso! Sei que muita coisa eu não vou conseguir fazer sozinha pela minha idade, mas agora, após o curso, vou saber fiscalizar o trabalho de qualquer um”, exclama.

Mudança de cultura
A gestora de recursos humanos da Dinâmica Engenharia, Luciana Lima, diz que culturalmente, as mulheres não são ensinadas a fazer certos tipos de tarefa, o que por vezes ainda as deixam dependentes do marido, do filho mais velho ou de um prestador de serviços. “Historicamente nós mulheres sempre tivemos nosso papel restrito às funções ligadas à limpeza do lar, à alimentação e cuidados com os filhos. Mas hoje, com a independência e os direitos que conquistamos, temos a liberdade de dominarmos outras competências”, diz.

O engenheiro responsável pelo curso, Marcello Coelho, é autor de um manual de reparos domésticos distribuído durante as orientações às participantes. Para ele, o curso auxilia, principalmente, na economia doméstica, já que as mulheres aprendem novas habilidades e com isso podem economizar deixando de gastar com um prestador do serviço para uma tarefa que elas mesmas podem realizar. Ele lembra também que com o que foi ensinado no curso elas poderão fiscalizar melhor o trabalho de alguns profissionais, pois passam a ter uma noção melhor sobre a dificuldade ou não de certas tarefa. “Nesta segunda edição do curso mais que dobramos o número de participantes, isso demonstra o quanto a mulher hoje está em busca de ampliar suas habilidades e buscando sua independência, mesmo para a realização de serviços que habitualmente eram tidos como tarefas dos homens”, observa.















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Aumento de 17% no número de empreendimentos residenciais lançados e de 61,7% de apartamentos novos para a venda em Curitiba. Segundo pesquisa da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), em parceria com a BRAIN Bureau de Inteligência Corporativa, esse é o balanço do setor de imóveis novos na capital paranaense no 1º semestre desse ano, em relação ao mesmo período do ano passado. O estudo mostra que o número de empreendimentos passou de 18 para 21 e o de unidades de 1.109 para 1.793. 

Na análise por empreendimento, a pesquisa da Ademi/PR e da BRAIN revela que os crescimentos mais significativos foram para os imóveis a partir de R$ 215 mil, com destaque para os edifícios no padrão médio (de R$ 400.001,00 a R$ 700 mil) e de luxo (de R$ 1.000.001,00 a R$ 2 milhões) que dobraram em volume lançado, totalizando quatro e dois novos empreendimentos colocados no mercado no 1º semestre do ano.

Todos os padrões apresentaram crescimento da oferta de unidades lançadas de janeiro a junho de 2017, na comparação com o mesmo período de 2016, com destaque para os padrões médio, que passaram de 85 para 388 unidades (quatro vezes mais) e alto (com preço de R$ 700.001,00 a R$ 1 milhão), que dobraram em novos imóveis, passando de 150 para 344 apartamentos.

O presidente da Ademi/PR, Jacirlei Soares Santos, disse que isso é um indicador de confiança do setor para uma retomada gradual da produção de imóveis voltadas à classe média. “Com o controle da inflação, alguns bancos já anunciaram a redução da taxa de juros para financiamento imobiliário. Dessa forma, a expectativa é que o crédito volte a circular com mais intensidade no mercado e isso, somado a estabilidade dos níveis de emprego, criar um cenário promissor para a demanda de imóveis a esse público”, comenta.

Soares lembra ainda que o controle da inflação impacta diretamente na questão do funding imobiliário, pois, isso implica numa menor rentabilidade das aplicações financeiras ligadas ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário), fazendo com que os recursos gradativamente migrem para aplicações mais conservadoras, como a poupança, que é a principal fonte de captação de recursos para o crédito imobiliário, e até mesmo sejam usados para o investimento no imóvel, com fins de locação e revenda. 

“Estamos no fim do ciclo de oportunidades de compra do imóvel, especialmente de residenciais prontos para morar, com valores mais atrativos. Quem comprar agora, o fará a um preço bastante competitivo e certamente terá valorização na venda quando da efetiva retomada da economia”, opina o presidente da Ademi/PR. O setor comercial também começa a dar sinais de recuperação: em maio desse ano, Curitiba recebeu seu primeiro lançamento na área desde dezembro de 2016.

Preços - Segundo a pesquisa da Ademi/PR, em parceria com a BRAIN, em junho de 2017, pela primeira vez na história de Curitiba o preço médio do metro quadrado privativo anunciado rompeu a barreira dos R$ 7 mil e chegou a R$ 7.011,00 em junho de 2017, acumulando correção de 6% nos últimos 12 meses (contra 2,99% registrado pelo IPCA no período). “Além do aumento dos custos de construção e de padrão mais elevado dos novos empreendimentos, existem bairros com uma oferta mínima em relação à demanda, o que puxa o preço desses imóveis para cima”, explica o vice-presidente da Ademi/PR, Leonardo Pissetti.

Ainda no período, a maior correção foi para os apartamentos de 3 dormitórios e para os studios, lofts e apartamentos de 1 dormitório, de 7,2% e 5,5%, respectivamente, com metro quadrado privativo anunciado de R$ 6.931,00 e R$ 7.500,00, nessa ordem. No acumulado, o reajuste do preço médio do metro quadrado privativo anunciado é de 0,8%.

Na análise por bairro para junho de 2017, o Batel continua a deter o maior valor do metro quadrado privativo para todas as tipologias com metro quadrado privativo médio anunciado entre R$ 10.42500 e R$ 13.749,00, respectivamente. A pesquisa da Ademi/PR e da BRAIN, em maio de 2017, contou com uma oferta lançada acumulada de 387 empreendimentos residenciais novos (na planta, em construção ou concluídos) de construtoras, incorporadoras e imobiliárias em Curitiba, coletados diretamente junto às empresas do setor.

Demanda - Segundo o portal imobiliário Imovelweb, 51% dos imóveis buscados na capital paranaense são para aluguel e 49% para vendas, desses 64% são apartamentos e 36% casas. “Um levantamento que realizamos recentemente mostrou que, nos últimos 12 meses, enquanto os mercados imobiliários do Rio de Janeiro e São Paulo tiveram retração, o curitibano se movimentou similar à inflação. Com isso, acreditamos que o consumidor que deseja investir na região e está procurando uma boa oportunidade, deve aproveitar o momento”, destaca a coordenadora de Marketing, Angélica Quintela.

Fonte: contato@memilia.com

Um público de 20,6 mil pessoas. Segundo o presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), Jacirlei Soares Santos, esse foi o número de visitantes nos cinco dias da 26ª Feira de Imóveis do Paraná, que se encerrou na noite de ontem (27/8), no Expo Renault Barigui, pavilhão de exposições do Parque Barigui, em Curitiba. Nesse ano, o evento foi realizado em paralelo à Feira de Móveis e Decoração e teve como patrocinador máster a Caixa Econômica Federal e patrocínio de Sanepar e Imovelweb.

“Ampliamos os serviços oferecidos ao comprador, tornando a feira mais completa, atraindo um público diversificado e mais direcionado à compra. Além de fechamentos e encaminhamentos de negócios para imóveis em Curitiba e Região Metropolitana, tivemos vendas para apartamentos no litoral catarinense”, comenta Santos. O presidente da Ademi/PR diz que os dados sobre o volume de negócios efetuados e encaminhados na feira serão apurados nas próximas semanas, mas acredita que o resultado deve ultrapassar a expectativa inicial de R$ 50 milhões.

Estreando no evento, a catarinense Rôgga Empreendimentos contabilizou negócios. Segundo o gerente regional de vendas da construtora no Paraná, Luiz Fernando Rodrigues, foram efetuadas três vendas de imóveis nos dois primeiros dias, três encaminhamentos de proposta para compra e mais de dez agendamentos para conhecer o apartamento decorado. “O saldo foi extremamente surpreendente. Para nós foi um ganho e com certeza vamos repetir isso no futuro”, disse Rodrigues.

O gerente comercial da Cyrela, Henrique Penteado Teixeira, disse que foram realizados mais de 100 atendimentos por dia no estande da incorporadora, com assinatura de quatro contratos na feira, com potencial de fechar nos próximos dias de 12 a 15 vendas, totalizando um Volume Geral de Vendas (VGV) de R$ 6 milhões. “Esse ano a feira teve um movimento bem intenso, satisfatório, e o interessante é que o púbico foi bastante variado com relação à faixa de renda. Nós tivemos atendimentos em todos os produtos, tanto em empreendimentos populares, quanto de alto luxo”, avaliou.

A VistaCorp Empreendimentos Imobiliários levou uma promoção inusitada para a venda dos apartamentos de 2 e 3 quartos do Barigui Woodland Park Residence, próximo ao Parque Barigui, em Curitiba, que se encontra em fase de entrega, aguardando apenas a liberação do Habite-se pela prefeitura: na compra de um apartamento o cliente ganhava um carro 0 km. 

A coordenadora da empresa, Isabella Nogueira, disse que isso atraiu o comprador. “A feira foi bastante proveitosa para nós. Tivemos uma movimentação de pessoas muito grande no estande e conseguimos captar os clientes para levar ao nosso plantão de vendas no empreendimento, contabilizando mais de 15 visitas. Nós temos bons cadastros realizados e acreditamos que teremos vários fechamentos durante a semana”, previu.

O setor de consórcios imobiliários também foi bastante concorrido na 26ª edição da Feira de Imóveis do Paraná. De acordo com o gerente comercial da Ademilar, Handerson Brito, somente no evento foram vendidos R$ 5 milhões em cartas de crédito, totalizando 25 contratos. “A previsão é que esse montante chegue a R$ 15 milhões, como foi no ano passado. A nossa perspectiva na feira é sempre boa. Todo o ano nós batemos recorde”, comentou. 

Sobre a Feira – A 26ª Feira de Imóveis do Paraná teve cerca de 30 expositores e mais de 10 mil imóveis para a venda em Curitiba, Região Metropolitana e litoral catarinense, entre residenciais e comerciais, novos e usados, na planta em construção e prontos para morar, incluindo apartamentos, salas comerciais, conjuntos corporativos, casas e terrenos em condomínio fechado, lotes de terreno, apartamentos e casas na praia, desde habitações enquadradas no Minha Casa Minha Vida até unidades com preço acima de R$ 2 milhões. Também reuniu opções de imóvel para locação, empresas de consórcio e cartório. A Caixa marcou presença realizando simulações de financiamento imobiliário.

Crédito foto : Leandro Provenci
Fonte: contato@memilia.com
CPPIB (Canada Pension Plan Investment Board)  e a CCP (Cyrela Commercial Properties) informaram que investirão US$400 milhões em uma nova joint venture no Brasil. A CPPIB adquiriu participação de 33% na carteira de escritórios da CCP no Brasil e a CCP adquiriu a participação acionária de 50% do CPPIB em sua joint venture de logística existente. 

O portfólio de escritórios do CCP é um dos maiores do Brasil, com 12 propriedades Classe-A, totalizando mais de 90 mil metros quadrados de espaço arrendável. Localizados principalmente na Faria Lima, em São Paulo, as propriedades são formadas por escritórios de alta qualidade e que são arrendadas praticamente na totalidade; e, ancoradas por um mix de fortes inquilinos.

"Esta transação representa uma oportunidade convincente para ganhar exposição ao setor de escritórios no Brasil, diversificando ainda mais nosso portfólio", disse Hilary Spann, Diretor da CPPIB. 

O CCP continuará a gerenciar e operar as propriedades. "Nós vemos isso como um passo importante para ampliar nossa parceria com o CPPIB, um parceiro bem alinhado e bem capitalizado", disse Pedro Daltro, CEO da CCP. 




No financiamento de imóveis usados, o percentual máximo do financiamento foi reduzido para 70% ou 60%, dependendo da linha.


A partir de hoje (16), a CAIXA ECONÔMICA FEDERAL reduziu o teto do valor dos financiamentos para aquisição da casa própria. As regras valem para os novos contratos.

Veja como ficou:

1) Programa Minha Casa, Minha Vida
  • SAC: teto de 90% para 80%, em todas as modalidades.
  • PRICE: Quota mantida para todas as modalidades.
2) Pró-Cotista
  • SAC: 90% para 80%, em todas as modalidades
  • PRICE: de 70% para 60% (imóvel usado); quota mantida para as demais modalidades.
3) Carta de Crédito FGTS
  • SAC: de 90% para 80%, em todas as modalidades.
  • PRICE: de 80% para 70% (imóvel usado); quota mantida para as demais modalidades.
4) SBPE/SFH

As regras são diferentes para servidores públicos e para os demais clientes.
  • SAC (servidor público): de 90% para 80%, para imóvel novo, adjudicado, repasse empreendimento, construção em terreno próprio e aquisição de terreno e construção; quota mantida para as demais modalidades.
  • PRICE (servidor público): quota mantida para todas as modalidades.
  • SAC (demais clientes): de 90 para 80% (imóvel adjudicado/CAIXA); quota mantida para as demais modalidades.
  • PRICE: quota mantida para todas as modalidades.

5) SBP/SFI

As regras são diferentes para servidores públicos e para os demais clientes.
  • SAC (servidor público) : de 90% para 80% (imóvel novo, imóvel adjudicado CAIXA, repasse empreendimento/construção em terreno próprio, aquisição de terreno e construção); quota mantida para as demais modalidades.
  • PRICE: quota mantida para todas as modalidades.
  • SAC (demais clientes): de 90% para 80% (imóvel adjudicado/CAIXA); quota mantida para as demais modalidades.
  • PRICE: quota mantida para todas as modalidades.