Criarumemail.com/

Postagens Recentes

O plantão de vendas vem perdendo espaço para a internet, o que vai forçar uma atualização no mercado, dizem especialistas. Os corretores de imóveis precisam estar atentos às novidades para não perderem negócios.


Apesar de acreditarem que o plantão deixará de ser essencial, os especialistas ressaltam que alguns clientes ainda gostam do contato com o corretor e de ver os imóveis decorados. Segundo o consultor empresarial Edvaldo Corrêa, o plantão de vendas, como funciona hoje, dará lugar a uma central de negócios. É o que já acontece em alguns lugares.



Alguns clientes, porém, ainda preferem o contato pessoal com o corretor e visita aos decorados (Foto: Shutterstock)

“Os profissionais do mercado imobiliário poderão usufruir de uma estrutura para melhorar o relacionamento com os clientes e fechar o negócio. Algumas imobiliárias, mesmo as menores, já têm criado decorados dentro da própria sede para receber os visitantes”.

Corrêa ressalta que os corretores, sejam eles novos ou mais experientes, devem aproveitar esses espaços oferecidos pela empresa para criar um relacionamento com o cliente e traçar estratégias individuais.

“Na prática, os clientes raramente vão ao plantão, porque o processo de compra de um imóvel passa, de fato, pela prospecção na internet. A central de vendas é mais um dos canais onde o profissional pode sanar as dúvidas do comprador, apresentar o decorado e fechar o negócio”.

Internet

De acordo com Emerson Pereira, consultor de marketing imobiliário digital, pode até ser positivo para um corretor iniciante estar em um plantão de vendas. Isso faz com que ele adquirira experiência e coloque em prática técnicas de persuasão. Mas o importante é ficar ligado na internet.

“Acho que o plantão é válido, desde que se crie um relacionamento prévio com o potencial cliente através da internet. Isso pode ser feito através de interação por e-mail, redes sociais ou posicionamento da construtora na primeira página do Google”.

Pereira explica que através da web, o profissional pode mensurar os horários de maior busca, que tipo de imóvel gerou mais interesse e o perfil dos clientes, por exemplo.

“Na internet, se uma estratégia ou campanha não estiver surtindo o efeito desejado, ela pode ser alterada rapidamente. Isso já não ocorre quando é feita uma publicidade em jornal, outdoor, revistas e outras mídias”.

Fonte: ZAP Pro
A intensa redução do estoque de apartamentos novos em Curitiba nos últimos anos, somada à severa diminuição dos alvarás para construção na cidade - especialmente no padrão standard (de R$ 250 mil a R$ 400 mil), que concentra quase a metade da oferta da capital - e a uma demanda que se mantém em função da alternância de ciclos demográficos, pode resultar numa elevação dos preços dessas unidades num futuro próximo.

De acordo com dados da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), nos dois últimos anos, o volume de apartamentos standard em estoque ficou duas vezes menor, passando de 3.649 para 1.742 unidades em Curitiba. A se considerar que aproximadamente metade do estoque de novos na cidade é de prontos, seriam apenas 871 imóveis nessa faixa de valor que estão concluídos e disponíveis, ante a uma demanda vegetativa de 1,13% ao ano, ou seja, quase 21,5 mil pessoas.

Para o diretor da Terrasse Engenharia e Construções, Jefferson Gomes da Cunha, considerando a restrição da oferta e a eminência do aquecimento da demanda por meio do controle da inflação e do barateamento do crédito, a “janela de oportunidades” para a aquisição do imóvel novo e pronto está com os dias contados. “Nós estamos no final de uma fase de transição. Ainda é possível adquirir imóveis com desconto, o que deve acabar. No momento em que o mercado aquecer, haverá uma oferta restrita e o valor das unidades disponíveis vai aumentar já que as margens de desconto vão diminuir muito”, argumenta. 

Atualmente, a Terrasse Engenharia conta com seis empreendimentos para a venda em Curitiba, num total de 140 apartamentos, com preço de R$ 360 mil a R$ 2 milhões, em regiões nobres: Juvevê/Cabral/Ahú, Vila Izabel/Água Verde e Cristo Rei. Cunha destaca que esse tipo de imóvel atende uma demanda específica. “No geral, a pessoas preferem o imóvel pronto porque se resolve uma situação de imediato. Quem precisa morar, precisa agora. Muitas vezes o movimento é de upgrade, ou seja, mudança para um imóvel maior ou mais bem localizado ou até mesmo o contrário, de uma casa para o apartamento e, nesse caso, é mais fácil negociar o bem atual como parte do pagamento, embora essa operação exija um comprador capitalizado”, descreve.

O diretor da Terrasse também afirma que a compra do imóvel pronto pode ser entendida como um ativo, com liquidez a longo prazo, desde que a localização seja estratégica. “Se o imóvel é bem localizado, com qualidade de acabamento, ele só vai valorizar no futuro. Ainda mais a se contar que a escassez de boas áreas disponíveis para construção no eixo central tende a limitar os diferenciais do projeto. Alguns empreendimentos que nós lançamos, por exemplo, não conseguiremos repetir na mesma região em função das características dos terrenos disponíveis. E isso tem valor”, ressalta.



Fonte: contato@memilia.com

Créditos: Divulgação PAC
O Ministério da Transparência Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União – CGU aponta que quase a metade das unidades do Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) na modalidade do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) apresentam incompatibilidade com os projetos. 

Foram analisados 688 empreendimentos em todo o País, construídos entre 2011 e 2014.

As unidades do MCMV feitas pelo FAR atendem famílias com renda de até três salários mínimos.

Questões Estratégicas Abordadas: 
1. O Processo de escolha da construtora pelo Poder Público ou pela CAIXA, no caso de doação do terreno, está ocorrendo de acordo com as diretrizes estabelecidas pela CAIXA? 2. O Processo de aprovação do empreendimento pela CAIXA está de acordo com as características determinadas pelo Programa? 
3. As unidades habitacionais construídas e a infraestrutura estão compatíveis com as especificações previstas no Projeto ou com as alterações aprovadas? 
4. O Programa está sendo divulgado de forma ampla e adequada para os potenciais beneficiários?
5. No processo de seleção, estão sendo priorizados os beneficiários que atendam aos critérios de hierarquização previstos nos normativos do Programa?
6. Os beneficiários selecionados atendem aos requisitos do Programa? 
7. Foi realizado o Trabalho Social conforme previsto nos normativos? 
8. Qual o nível de satisfação dos beneficiários com a residência adquirida?

Veja o relatório completo clicando aqui.
A elevação do teto dos imóveis financiados pelo programa Minha Casa Minha Vida, que em Curitiba passou de R$ 200 mil para R$ 215 mil, vai representar um aumento de 30% na oferta lançada (de 3.950 para 5.130 unidades) e de 14,5% no volume de apartamentos residenciais disponíveis para a venda (de 1.309 para 1.499 unidades) em Curitiba. O levantamento é da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), com base nos dados de dezembro de 2016.

O estudo da Ademi/PR revela ainda que na Região Metropolitana, onde o teto ampliado de R$ 180 mil para R$ 190 mil, a oferta (em torno de 8,5 mil unidades) e a quantidade de imóveis residenciais novos disponíveis (em torno de 2 mil apartamentos), ficará estável. De acordo com o presidente eleito da associação que representa as construtoras e incorporadoras no Estado, Jacirlei Soares Santos, o impacto das novas medidas é maior na capital paranaense em função da viabilidade econômico-financeira para a implantação desses empreendimentos.

“A escassez e o custo do terreno para a construção de empreendimentos com esse valor máximo em Curitiba tornam os lançamentos dentro do programa bastante raros, por isso, o impacto em termos de oferta é mais significativo. Já na Região Metropolitana, os imóveis do Minha Casa Minha Vida são a principal oferta de apartamentos em função de melhores condições de áreas e investimentos, fazendo com que a medida seja mais no sentido de manutenção dos lançamentos na região”, explica.

Para o diretor de Relações Institucionais da Ademi/PR, Marcelo Gonçalves, a medida é um importante indicador para a recuperação do mercado e vem corrigir uma defasagem de preços, acompanhando o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), utilizado para a correção do valor do imóvel nos contratos de compra e venda de unidades na planta ou em construção, que ficou próximo a 7%, de outubro de 2015 (última data em que o teto dos imóveis havia sido reajustado) a dezembro de 2016, e próximo à inflação registrada no período, essa acima de 8%.

O aumento da renda familiar para a faixa 3 do programa, que passou de R$ 6,5 mil para R$ 9 mil, também deve melhorar a oferta de crédito aos compradores. “Apesar de os juros dentro do programa serem os mais baixos do mercado, a alta inflação vivenciada nos últimos anos restringiu o poder de compra da população, dificultando o acesso ao financiamento. Essa atualização é uma iniciativa para diminuir a lacuna entre capacidade financeira e preço do imóvel, facilitando a aquisição da casa própria especialmente para quem busca a primeira moradia”, analisa Gonçalves.



Fonte: contato@memilia.com

O ajuste do perfil de renda dos beneficiários e a contratação de 600 mil unidades habitacionais estão entre as principais medidas


O Governo Federal e a CAIXA anunciaram, nesta segunda-feira (6), uma série de ajustes no Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV). Além da meta de contratar 600 mil unidades, a reformulação do Programa traz mudanças no perfil de renda familiar, nos limites do valor dos imóveis, de acordo com a região, e no aumento dos valores de subsídio do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Segundo o presidente da CAIXA, Gilberto Occhi, as medidas trazem mais eficiência ao Programa MCMV, facilitam o acesso ao primeiro imóvel e impulsionam o setor da construção civil. “Além de melhorar o acesso à moradia, as mudanças vão movimentar a economia, gerando empregos e novos negócios ao setor”, afirma o presidente. 

A ampliação do teto de renda beneficia diretamente as famílias interessadas em adquirir imóveis novos financiados pelo Programa.

Veja como ficaram os novos limites de renda familiar em cada faixa: 


Os subsídios do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) foram corrigidos em 6,67 % (INCC) nas faixas 1,5 e 2 do Programa. Com esse aumento, o beneficiário pode dar um valor menor de entrada ao comprar seu primeiro imóvel pelo MCMV. O prazo máximo dos financiamentos continua sendo 360 meses (30 anos). 

Outra medida do pacote é a correção do valor do imóvel do Programa de acordo com o limite territorial, segundo classificação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Confira como ficou o teto do valor de imóveis em cada região. 


Contratações 
Em 2017, o Programa prevê a contratação de aproximadamente 600 mil unidades. São 170 mil unidades, sendo 100 mil unidades do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) e 70 mil unidades na modalidade Entidades (urbana e rural). Já nas faixas 2 e 3, o objetivo é contratar aproximadamente 400 mil unidades habitacionais. Além disso, está prevista a contratação de cerca de 40 mil unidades na faixa 1,5 do programa. 

O Programa MCMV já beneficiou cerca de 12,3 milhões de pessoas em todas modalidades com a entrega de mais de 3,07 milhões de moradias em todo o país. 

Fonte: 
Assessoria de Imprensa da CAIXA 









Curitiba - Avenida Sete de Setembro
Se o ano passado foi da locação que – apesar de uma redução da ordem de 9% dos preços – registrou um incremento superior a 10% no volume de imóveis residenciais alugados, 2017 deverá ser um ano mais comprador, sobretudo para os perfis de imóveis de padrão médio e alto. A previsão é do diretor da Bee Rede Imobiliária, João Margarido Diniz, que defende que o pior da situação econômica já passou. “As medidas tomadas pelo governo nessa área trouxeram boas expectativas. Já notamos que houve melhora nas negociações de venda nesse começo de ano e as locações prosseguem em crescimento. Estamos otimistas”, argumenta.

Segundo a Bee Rede Imobiliária – associação que congrega 34 imobiliárias, aproximadamente 200 corretores de imóveis e uma carteira com mais de cinco mil imóveis disponíveis para venda e locação em Curitiba e Região Metropolitana – o preço médio dos imóveis residenciais vendidos atualmente é em torno de R$ 320 mil. “O tipo de imóvel mais procurado tanto para a venda de usados, quanto para a locação, são as residências, pois, com a perda de poder aquisitivo as famílias tendem a fugir de despesas como a taxa de condomínio, por exemplo. Acreditamos que essa tendência vai se manter nesse ano”, revela Diniz.

O diretor da Bee Rede Imobiliária diz que o momento é do comprador, especialmente se ele detém uma boa reserva financeira, considerando que o mercado conta com diversidade de oferta e significativas margens de negociação. “A medida econômica de redução da Selic é um bom presságio para o setor imobiliário. Com a redução das taxas de juros, os investimentos deverão ser retomados, recuperando o emprego e a renda. Esses fatores vão impulsionar o mercado, tornando-o mais comprador”, opina.

Para quem dispõe apenas de uma pequena parte do valor total do imóvel que deseja comprar, ou então depende totalmente do financiamento imobiliário, Diniz afirma que a locação é uma opção interessante. “Para a população de menor renda, a locação será a alternativa predominante, já que as medidas econômicas demandam um tempo de maturação até alcançar todos os segmentos do mercado”, analisa. Apesar da situação econômica do país, a desocupação por inadimplência em 2016 ficou estável, na faixa de 2% em Curitiba, segundo o Instituto de Pesquisa do Mercado Imobiliário e Condominial (Inpespar).

Para quem quer vender o imóvel, vale uma análise prévia de mercado quanto à concorrência e à demanda. “O vendedor deve considerar a quantidade de oferta de produtos semelhantes ao seu na cidade, no bairro e até mesmo no mesmo edifício e a capacidade financeira do comprador do seu imóvel, bem como estar preparado para a forte barganha de quem deseja comprar à vista”, orienta Diniz.

Para as imobiliárias que intermediam a venda ou a locação do imóvel, uma boa alternativa para potencializar os negócios é o trabalho em rede. O diretor da Bee Rede Imobiliária diz que, ao contrário da simples parceria, esse modelo comercial baseia-se em regras bem definidas, constituindo vínculos entre as associadas, a fim de tornar a relação estável e transparente quanto aos parâmetros de divisão dos honorários e a disponibilidade real do imóvel.

“Esse é o formato que utilizamos na Bee. O estabelecimento de regras definidas para todos os procedimentos de comercialização da carteira de imóveis garante segurança à transação. O compartilhamento da carteira da imobiliária com todas as associadas amplia a divulgação dos imóveis, alavancando os negócios por meio de centenas de profissionais certificados ligados às associadas da rede, o que potencializa o trabalho de divulgação”, cita.

Os benefícios se estendem a proprietários, compradores e inquilinos. “O trabalho em rede proporciona ao proprietário a vantagem de contratar apenas uma imobiliária para comercializar o imóvel e, na prática, receber o serviço das outras associadas, inclusive por meio de seus portais, e de centenas de corretores de imóveis, sem custo adicional. Para quem deseja comprar ou alugar, ao contatar uma imobiliária da rede terá à disposição um número significativo de imóveis em oferta, facilitando o processo de busca e evitando a perda de tempo e dinheiro”, defende Diniz.

Fonte: contato@memilia.com
Em meio ao grande número de pessoas em busca de um emprego, empresas decidem investir e abrir portas para quem está tentando ingressar no mercado de trabalho





A economia do Brasil atravessa um momento conturbado, empresas fazendo demissões em massa e o nível de desemprego está alto. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de desempregados aumentou em mais de 2 milhões em 2016 e chegou a 12 milhões de brasileiros. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados no fim do ano passado, apontam que Goiás registrou redução do número de empregos formais em novembro deste ano de 0,76% em relação ao mês anterior. 

O levantamento mostra ainda que, se comparado ao ano de 2015, são 11.905 demissões a mais. Mesmo assim, houve aumento no número de vagas em novembro de 2016 em 10 dos 36 municípios de Goiás com mais de 30 mil habitantes. Em termos absolutos, Itumbiara teve o maior saldo de empregos formais (222), seguido de Caldas Novas (135). 



A primeira oportunidade 
Superar a dificuldade e obter um trabalho fixo com pouca ou nenhuma experiência nunca foi uma tarefa fácil, principalmente para quem sempre se dedicou exclusivamente aos estudos. Ketleen Winner sentiu essa dificuldade na pele. Após concluir os estudos a jovem de 25 anos ficou mais de 2 anos desempregada, até que viu na Fast Açaí, franquia voltada para o ramo de alimentação saudável, a oportunidade de entrar neste mercado extremamente concorrido. “Eu precisava muito trabalhar. Minha mãe estava desempregada e o dinheiro que tínhamos era o salário que minha irmã recebia”, lembra.

Em 2013, a jovem recebeu a primeira oportunidade de emprego como atendente de uma unidade da empresa, hoje, três anos depois, ela já é supervisora de loja própria . “Já recebi inúmeras propostas de trabalho, mas eu nunca quis sair da Fast. Gosto muito do que faço e acompanho, diariamente, o crescimento da empresa. Sei que aqui eu posso crescer junto com ela”, relata Ketleen. 

Aos 19 anos de idade, o jovem Chong Lee Maia (20), entrou na Fast como Auxiliar de Produção de Açaí. A dica da vaga veio de um funcionário da empresa e ele resolveu apostar na ideia. Lá dentro, participou de cursos de boas práticas de fabricação e teve seus esforços reconhecidos. Em oito meses, recebeu duas promoções e passou a ser operador. “Fui recompensado pelo meu trabalho e isso é muito gratificante. Muitos dizem que as empresas em que trabalham não dão chances de crescimento, mas a pessoa também tem que estar pronta para absorver as responsabilidades. Com certeza as promoções me incentivam a ser um colaborador cada vez mais motivado”.

A Fast Açaí tem o propósito de dar oportunidades de trabalho para quem nunca teve uma chance no mercado desde o seu início, em 2012. Somente nas 10 unidades próprias da empresa, nestes quatro anos, 23 pessoas puderam ter a carteira assinada pela primeira vez. “Queremos pessoas que venham construir conosco uma marca cada vez mais sólida e frutífera, pensando em saúde e nas gerações futuras”, conta o coordenador de operações das unidades próprias, Saulo Daniel.

Segundo a coordenadora de RH das unidades próprias , diariamente são cerca de 20 currículos que ela recebe de pessoas que não possuem nenhuma qualificação profissional, mas precisam entrar no mercado de trabalho. “Aqui esses funcionários são treinados para executar um bom atendimento. Eles aprendem os princípios da empresa, por isso o trabalho deles flui melhor. Além disso, em caso de mudança, essas pessoas terão a mente mais aberta e aceitarão essas modificações de forma mais fácil”, explica Priscila Pinheiro. 

Independência
Além de uma grande oportunidade para se começar uma carreira, que pode ser brilhante, o primeiro emprego é também um fator preponderante para outro aspecto na vida dos jovens: a busca pela independência. “Eu entrei na URBS RT com 16 anos. Ter o primeiro emprego foi uma ótima experiência para mim. Foi o início da conquista da minha independência. É muito gratificante você receber seu primeiro salário, saber que aquele dinheiro foi merecido, foi fruto do seu trabalho”, conta a auxiliar administrativa Nathalia Yngrid Sousa Caetano, de 18 anos, que aos 16 entrou na URBS RT Lançamentos Imobiliários como “menor aprendiz”, Programa do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE).

Depois de mostrar muito empenho e dedicação no departamento de Arquivo da Imobiliária, onde trabalhou por mais de um ano, no dia 8 de março de 2015 (data em que se comemoram justamente as conquistas femininas) Nathalia recebeu a ótima notícia que seria efetivada no setor de Acerto Final da empresa. “Sabia que ia ser uma ótima oportunidade e lá dentro percebi que já tinha algumas pessoas que foram menores aprendizes e que hoje têm ótimos cargos. Então sempre me dediquei, pois sentia que se eu me esforçasse a empresa reconheceria e foi o que aconteceu”, destaca.

Nathalia afirma que o primeiro emprego já tem influenciado em sua escolha por uma carreira. “Aqui na empresa, especialmente em meu setor, fico sabendo sobre muitas leis, por isso estou pensando em cursar Direito”, revela a jovem, que diz também ter amadurecido muito desde que começou a trabalhar. “Aprendi como lidar com vários tipos de pessoas e ter jogo de cintura em situações mais complicadas”, destaca.

Fonte:
COMUNICAÇÃO SEM FRONTEIRAS 
Contatos: (62) 3522.3163 | 3921.0430
Whatsapp: (62) 9.9919.9659 (empresa) | (62) 9.9900-0328
www.comunicacaosemfronteiras.com

Equipe de Atendimento:
Raquel Pinho - raquel@comunicacaosemfronteiras.com
Alessandra Curado - alessandra@comunicacaosemfronteiras.com
Alinne Teles - alinne@comunicacaosemfronteiras.com
Anderson Costa - anderson@comunicacaosemfronteiras.com
Hugo - hugo@comunicacaosemfronteiras.com
Luciana Rolim - luciana@comunicacaosemfronteiras.com
Nayara Reis nayara@comunicacaosemfronteiras.com
Manoela Messias - manoela@comunicacaosemfronteiras.com
Veja 15 ideias de tipos de vídeos para profissionais e empresas do mercado imobiliário. Ideias de vídeos para corretores de imóveis, imobiliárias e incorporadores.



Pare, abra seu Facebook agora, e perceba a quantidade de vídeos que irão aparecer em sua linha do tempo da rede social. Muitos, não é mesmo? Cada vez mais. Isto sem contar o recurso "Facebook Live", ainda não muito explorado por aqui, mas que tem tudo para se tornar cada vez mais recorrente. Este é apenas um indício do que falamos faz alguns anos: vídeos se tornarão cada vez mais importantes. Isto sem contar o Google que valoriza o Youtube na busca, o Youtube que cresce a cada dia, as séries do Netflix que muito se fala, entre outros. Fato! Vídeo é o formato de conteúdo e comunicação da vez.

No Brasil, se pensarmos na grande maioria dos corretores de imóveis, construtoras, incorporadoras e imobiliárias, podemos afirmar que são poucos os vídeos feitos pelo mercado imobiliário. Uma pena! Triste, mas uma grande oportunidade para você que começar agora. A pouca concorrência para um formato que sem dúvida está caindo no gosto da população brasileira, tem tudo para garantir que sua estratégia de vídeos seja percebida. 


Antes de começar, que tal algumas ideias de tipos de vídeos que você pode fazer? Engana-se quem acha que os profissionais do mercado imobiliário podem apenas fazer vídeos de imóveis. Veja abaixo uma lista que preparei com 15 tipos de vídeos possíveis para você começar a fazer os seus.

1. Vídeos de apresentação de imóveis
Os vídeos para apresentar um imóvel com o objetivo de vendê-lo ou alugá-lo, logicamente estão entre o tipos de vídeos mais populares do mercado imobiliário, sejam feitos por imobiliárias, construtoras ou corretores de imóveis.

Sobre vídeos de imóveis, um ponto interessante é que felizmente existem vários aplicativos e recursos disponíveis, e não mais é preciso fazer apenas um slideshow com fotos, por sinal, isto nem é recomendado.



2. Vídeos de entrevistas
Sabemos que oferecer conteúdo educacional sobre todos os processos de como comprar, alugar ou vender um imóvel, é algo importantíssimo para o nosso negócio. As pessoas compram em média 2 ou 3 imóveis durante toda a vida, ou seja, nunca serão experientes nisto, portanto, conteúdo educacional é importantíssimo. Que tal entrevistar seus clientes, colegas, ou algum especialista em alguma etapa importante, e gravar um vídeo que ensine algo? Depois você pode usar o vídeo para complementar suas redes sociais, seu site, ou até mesmo para enviar para quem ainda não fez negócio com você. Sem dúvida uma forma muita simpática e profissional para se apresentar como um corretor de imóveis ou uma empresa diferenciada. 



3. Vídeos ao vivo para apresentar imóveis ou tirar dúvidas
Que tal fazer lives, ou seja, vídeos ao vivo no Facebook, Hangout, Twitter, Youtube, ou qualquer outro sistema que permita isto? Veja abaixo algumas formas de utilizar estes vídeos: 

  1. Você pode mostrar imóveis ao vivo (novos ou prontos). A transmissão ao vivo pode mostrar não apenas o interior do imóvel, mas também a vizinhança, algum evento perto, a rua, e até mesmo ousar, mostrando o trajeto do novo imóvel até o atual trabalho de seu cliente; 
  2. Fazer um "plantão tira dúvidas" com algum especialista em alguma etapa ou algum imóvel, convidando todos os clientes da sua imobiliária para estar online dia x, 22h, por exemplo. 

4. Vídeos de dicas e conselhos para quem quer comprar, alugar ou vender
Como falei na dica 2, conteúdo educacional é muito importante. Que tal uma série de vídeos seus ou de sua empresa, dando dicas das principais etapas de como comprar, alugar ou vender. É uma forma fantástica do cliente ver você como um profissional diferenciado (pense, quantos corretores de imóveis fazem isto?) e principalmente, de ter confiança em você, algo fundamental em nosso negócio.

Exemplo de uso: 

Gravar vídeos com as principais dúvidas de quem quer comprar, vender ou alugar, e assim que falar com o futuro cliente, mandar um vídeo seu com estas dicas. Isto não é normal de acontecer, certamente o cliente vai pensar: "oi? Ele fez um vídeo para me ajudar?".


5. Vídeos de imóveis com oferta especial ou feirão de vendas online

Está com algum imóvel muito importante, ou que realmente está com uma super oferta? Faça um vídeo mostrando este imóvel e reforçando que é uma oferta especial, depois, envie para seus clientes que possuem perfil de compra. Assim como algumas construtoras fizeram, você também pode fazer um feirão de vendas online. 

Importante: Para que a estratégia funcione, é preciso que o imóvel realmente seja uma oferta especial, e que você faça poucos vídeos assim. Não vai funcionar se você fizer um vídeo deste tipo todos os dias. 

6. Vídeos com as melhores coisas para fazer no bairro (e também com as coisas que ninguém conhece) 

Também com o objetivo de oferecer algo a mais para seu cliente, mostrar que você é um corretor ou uma empresa diferenciada, e ampliar os seus pontos de contato com ele, aumentando as chances de fazerem negócios.

Faça dois vídeos: 
1: Um vídeo com as 10 melhores coisas para fazer no bairro que você é especialista, para os clientes novos no bairro. 
2: Um vídeo com as 10 melhores coisas para fazer no bairro, que até mesmo quem já mora pode não conhecer (afinal você é um corretor de imóveis, vive na rua, e conhece o bairro como ninguém não é mesmo?). 
Dicas: As melhores coisas pode ser desde um parque, um shopping, até mesmo um restaurante, um bolo, uma comida, etc. Importante nunca ser algo polêmico, que a pessoa pode não gostar. Nunca fale sobre religião, política, futebol, etc. 

Depois de gravados, você pode sempre enviar para seus clientes, seja via e-mail, colocando em seu site, etc. O importante é apenas contextualizar bem o envio do vídeo, para o cliente entender que foi um "mimo", um plus a mais para ajudá-lo, e que você é um corretor diferenciado. 

7. Vídeos "sobre mim"
Um dos vídeos mais legais e úteis, e que são raros os corretores e imobiliárias do Brasil que fazem. Grave um vídeo breve (máximo 2, 3 minutos) se apresentando, fale de sua experiência, bairros que atua, estatísticas de seu desempenho, etc. Resumindo, o seu futuro cliente precisa assistir, e ao término do vídeo confiar que você é o melhor corretor / empresa que ele pode contar no mundo (sim, mundo! vamos pensar grande), seja para ajudar a comprar ou alugar, ou para vender seu imóvel.


Esta estratégia também funciona para imobiliárias e construtoras, basta o vídeo ter um teor da empresa e não pessoal. Depois de pronto, o vídeo pode ser sempre enviado para cada novo futuro cliente que de fato tiveram um contato maior com você, e também disponibilizar em seu site.

8. Vídeos "uma volta no bairro"
Grave vídeos mostrando o entorno do imóvel, e os principais pontos do bairro. Este vídeo não é igual ao vídeo da dica 6, é um vídeo mais visual, não dá dicas. É útil para quem tem como principal cliente pessoas que não moram na cidade. Exemplo: Locais turísticos, cidades litorâneas e investidores de outras regiões.


9. Vídeos "estudo de caso de clientes que tiveram sucesso"
Sabe aqueles seus clientes que entraram em contato com você sem saber direito como pagar, sem saber o que queriam, e você foi lá, matou no peito e achou o imóvel perfeito? Que tal selecionar este cliente, e gravar um breve vídeo explicando como foi este processo? Vídeos case são excelentes para gerar credibilidade para você, afinal, não é você que explica o que aconteceu, e sim outra pessoa. 

Não se esqueça. Os vídeos precisam ser curtos para quem não fiquem chatos! (máximo 4 minutos). Depois de gravado, o vídeo também pode virar um material de divulgação, e você também sempre pode enviar para ganhar pontos de credibilidade na cabeça dos clientes que você está ajudando. 

10. Meeting / Convenção de Vendas Online
Que tal economizar alguns milhares de reais R$$$$ ou até milhões, e deixar de lado a convenção de vendas presencial, e fazer uma convenção online? O interessante desta estratégia, é que ao contrário das convenções tradicionais, onde normalmente apenas as imobiliárias parceiras estão presentes, é que no modo online você pode convidar todos os corretores de sua cidade.


11. Vídeos Institucionais
São vídeos que apresentam sua marca, utilizados normalmente por incorporadoras e imobiliárias. São vídeos de qualidade superior, portando mais caros e feito com planejamento, que são utilizados para "vender" a imagem de sua empresa.




12. Vídeos Evolução das Obras
Bom para incorporadoras, estes vídeos mostram em time-lapse (vídeo acelerado), como as obras estão evoluindo. Este material pode ser gravado periodicamente, e enviado para o mailing de clientes que compraram o lançamento + equipe de corretores que estão atuando na venda do empreendimento. 



13. Vídeos "how to" para o mercado imobiliário 
Para quem não sabe, "how to" são vídeos que basicamente possuem o significado de "como fazer", ou seja, são vídeo práticos, que mostram como fazer algo. Segundo dados do Google / Youtube é uma das categorias que mais crescem no mundo, principalmente no mercado imobiliário.

Em nosso segmento, você poderia falar sobre várias coisas, desde como financiar com a Caixa Economia Federal, até como escolher uma imobiliária ou como fazer uma vistoria com segurança.

14. Vídeos para recrutar corretores de imóveis
Vídeos também podem ser um forte aliado quando o objetivo é aumentar o seu time. Você pode gravar vídeos mostrando como o clima de sua imobiliária é sensacional, ou até mesmo focando diretamente em recrutamento, exemplo: "10 motivos para você trabalhar na imobiliária Mariana Imóveis". Vídeos sem dúvida tangibilizam tudo aquilo que você fala em seus anúncios ou entrevistas de recrutamento. Uma arma poderosa.



15. Pequenos vídeos imobiliários para Instagram, Whatsapp ou Snapchat 
Caso você tenha estas redes sociais, pegue pequenas partes dos vídeos criados ao longo destas dicas que dei neste post, e faça versões para seu Instagram ou Snapchat. É uma forma de manter suas redes ativas com o que já fez. Aproveite e faça o mesmo para o Whatsapp, onde você pode enviar para os clientes que está falando e que faz sentido enviar: Atenção! No Whats, cuidado para não ser um corretor chato e mandar conteúdo sem relação com o que a pessoa quer.