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Bee Rede Imobiliária acredita que 2017 será um ano “mais comprador”

Curitiba - Avenida Sete de Setembro
Se o ano passado foi da locação que – apesar de uma redução da ordem de 9% dos preços – registrou um incremento superior a 10% no volume de imóveis residenciais alugados, 2017 deverá ser um ano mais comprador, sobretudo para os perfis de imóveis de padrão médio e alto. A previsão é do diretor da Bee Rede Imobiliária, João Margarido Diniz, que defende que o pior da situação econômica já passou. “As medidas tomadas pelo governo nessa área trouxeram boas expectativas. Já notamos que houve melhora nas negociações de venda nesse começo de ano e as locações prosseguem em crescimento. Estamos otimistas”, argumenta.

Segundo a Bee Rede Imobiliária – associação que congrega 34 imobiliárias, aproximadamente 200 corretores de imóveis e uma carteira com mais de cinco mil imóveis disponíveis para venda e locação em Curitiba e Região Metropolitana – o preço médio dos imóveis residenciais vendidos atualmente é em torno de R$ 320 mil. “O tipo de imóvel mais procurado tanto para a venda de usados, quanto para a locação, são as residências, pois, com a perda de poder aquisitivo as famílias tendem a fugir de despesas como a taxa de condomínio, por exemplo. Acreditamos que essa tendência vai se manter nesse ano”, revela Diniz.

O diretor da Bee Rede Imobiliária diz que o momento é do comprador, especialmente se ele detém uma boa reserva financeira, considerando que o mercado conta com diversidade de oferta e significativas margens de negociação. “A medida econômica de redução da Selic é um bom presságio para o setor imobiliário. Com a redução das taxas de juros, os investimentos deverão ser retomados, recuperando o emprego e a renda. Esses fatores vão impulsionar o mercado, tornando-o mais comprador”, opina.

Para quem dispõe apenas de uma pequena parte do valor total do imóvel que deseja comprar, ou então depende totalmente do financiamento imobiliário, Diniz afirma que a locação é uma opção interessante. “Para a população de menor renda, a locação será a alternativa predominante, já que as medidas econômicas demandam um tempo de maturação até alcançar todos os segmentos do mercado”, analisa. Apesar da situação econômica do país, a desocupação por inadimplência em 2016 ficou estável, na faixa de 2% em Curitiba, segundo o Instituto de Pesquisa do Mercado Imobiliário e Condominial (Inpespar).

Para quem quer vender o imóvel, vale uma análise prévia de mercado quanto à concorrência e à demanda. “O vendedor deve considerar a quantidade de oferta de produtos semelhantes ao seu na cidade, no bairro e até mesmo no mesmo edifício e a capacidade financeira do comprador do seu imóvel, bem como estar preparado para a forte barganha de quem deseja comprar à vista”, orienta Diniz.

Para as imobiliárias que intermediam a venda ou a locação do imóvel, uma boa alternativa para potencializar os negócios é o trabalho em rede. O diretor da Bee Rede Imobiliária diz que, ao contrário da simples parceria, esse modelo comercial baseia-se em regras bem definidas, constituindo vínculos entre as associadas, a fim de tornar a relação estável e transparente quanto aos parâmetros de divisão dos honorários e a disponibilidade real do imóvel.

“Esse é o formato que utilizamos na Bee. O estabelecimento de regras definidas para todos os procedimentos de comercialização da carteira de imóveis garante segurança à transação. O compartilhamento da carteira da imobiliária com todas as associadas amplia a divulgação dos imóveis, alavancando os negócios por meio de centenas de profissionais certificados ligados às associadas da rede, o que potencializa o trabalho de divulgação”, cita.

Os benefícios se estendem a proprietários, compradores e inquilinos. “O trabalho em rede proporciona ao proprietário a vantagem de contratar apenas uma imobiliária para comercializar o imóvel e, na prática, receber o serviço das outras associadas, inclusive por meio de seus portais, e de centenas de corretores de imóveis, sem custo adicional. Para quem deseja comprar ou alugar, ao contatar uma imobiliária da rede terá à disposição um número significativo de imóveis em oferta, facilitando o processo de busca e evitando a perda de tempo e dinheiro”, defende Diniz.

Fonte: contato@memilia.com

Rede Paraná Imóveis e Rede Imóvel Fácil unem-se para formar a Bee Rede Imóveis

Aumentar a sinergia entre os agentes do mercado imobiliário local para fomentar os negócios e ampliar a força de vendas. Como esse objetivo, a Rede Paraná Imóveis e a Rede Imóvel Fácil uniram-se para formar a Bee Rede Imóveis, que será lançada oficialmente na próxima terça-feira (23/8), em Curitiba. A nova entidade vai congregar 34 imobiliárias e aproximadamente 200 corretores de imóveis, totalizando mais de cinco mil imóveis disponíveis para venda e locação em Curitiba e Região Metropolitana. O nome da nova rede imobiliária – Bee - é uma analogia à colmeia, símbolo da cooperação, e foi idealizado pela Nuna Marketing e Comunicação.

De acordo com o presidente da primeira gestão da Bee (2016-2017) e sócio fundador da Roma Imóveis, Edson Luis Esquinazi, a união vai potencializar e uniformizar as atividades que já vinham sendo realizadas pelas duas redes. “Ambas atuavam como um instrumento para a formação de parcerias e integração entre os principais agentes do mercado para a efetivação da transação imobiliária, assim como para a capacitação e qualificação dos corretores de imóveis. Essas funções foram absorvidas na formação da nova rede, a Bee”, explica.

Edson Luis Esquinazi. Crédito foto: Eneas Gomez
Ainda que a transformação traga vantagens para os profissionais das imobiliárias associadas, Esquinazi defende que o maior beneficiário dessa junção é o cliente. “Para o proprietário, ter um imóvel divulgado numa rede imobiliária significa maior exposição do bem e segurança de que ele será anunciado corretamente, dentro do valor de mercado. Para quem vai comprar e alugar, significa mais opções de imóveis para escolher e a confiança de que todo o processo será realizado de forma correta e transparente, por profissionais capacitados”, destaca.

Investir na oferta de cursos, treinamentos e palestras em gestão e atendimento ao cliente é prioridade, segundo o presidente da Bee. “O corretor de imóveis é de grande importância para a transação imobiliária. Ele não pode ser apenas um tomador de pedidos ou um plantonista e esperar que o cliente vá até ele. Ao contrário, deve ir ao encontro do cliente, saber todas as informações do imóvel que vai vender ou alugar, do mercado em que está inserido e ser capaz de encontrar o imóvel que atende às necessidades do comprador ou do inquilino. Hoje ele é um consultor que atende um cliente cada vez mais exigente”, opina Esquinazi.

Na avaliação do dirigente, o ajuste pelo qual o mercado passou nos últimos anos também contribuiu para essa mudança no perfil do corretor de imóveis, culminado numa seleção dos profissionais mais qualificados, e o setor começa a dar sinais de recuperação. “O mercado de locação residencial está mais ativo. Em função da alta inflação e da dificuldade para a aprovação de crédito para financiamento imobiliário junto aos bancos, muitos clientes estão optando pelo aluguel em vez da compra. Ainda assim, sentimos uma melhora na venda de imóveis usados nesse segundo semestre e acreditamos que isso deve se intensificar a partir do ano que vem”, prevê.

Mercado - O momento é bom para quem detém uma reserva financeira e pode encontrar oportunidades interessantes para a compra da casa própria, seja para o primeiro imóvel ou para a troca da atual moradia por uma maior ou mais bem localizada, na opinião do presidente da Bee. “Os vendedores continuam dispostos a negociar e a oferecer descontos. O preço dos imóveis usados também se ajustou ao poder de compra do consumidor e há mais opções disponíveis no mercado, o que torna a aquisição bastante atrativa”, explica.

Fonte: contato@memilia.com



















































































O cenário econômico alterou a forma de fazer negócios, mas, para a associação, a exclusividade para a venda do imóvel é uma garantia que deve ser mantida. O argumento é que esse princípio oferece mais segurança para os agentes envolvidos na transação. “No caso do proprietário, a exclusividade garante a segurança na hora de vender o seu imóvel, evita o leilão de preços e, consequentemente, a desvalorização do bem. Já o comprador tem a certeza que está negociando o imóvel com um profissional credenciado pelo CRECI [Conselho Regional de Corretores de Imóveis], bem como a segurança na hora de efetuar o pagamento do sinal de negócio e quanto ao preço do imóvel, pois, ele será anunciado somente por um único valor”, defende Esquinazi.








A exclusividade para a venda do imóvel atende uma determinação do Conselho Federal dos Corretores de Imóveis (Cofeci). Segundo o artigo primeiro da resolução nº 458, de 15 de dezembro de 1995: “somente poderá anunciar publicamente o corretor de imóveis, pessoa física ou jurídica, que tiver, com exclusividade, contrato escrito de intermediação imobiliária”.