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4 de maio de 2020

Campanha Vem Morar (CBIC, ABRAINC e CAIXA)


A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC), em ação conjunta, mobiliza suas entidades e empresas associadas para realizar a campanha Vem Morar. Destinada a potencializar o efeito virtuoso das medidas de estímulo ao mercado imobiliário anunciadas pela Caixa Econômica Federal para a manutenção e geração de novos empregos durante a pandemia pelo novo coronavírus, a iniciativa visa garantir a oferta de benefícios ao comprador na comercialização de imóveis pelas empresas do setor.

A campanha Vem Morar é uma parceria do setor da construção com a Caixa, com duração de 60 dias, que contempla todos os segmentos imobiliários. A iniciativa prevê benefícios oferecidos pelo incorporador/vendedor ao cliente a partir de 3 mil reais sobre o valor do imóvel e, além disso, a Caixa concederá carência de 6 meses para pagamento de financiamentos. Para fortalecer a ação do setor, a Caixa autorizou o uso de sua logomarca nos materiais de divulgação.

Como participar:

A CBIC e a ABRAINC auxiliarão seus associados, cedendo as peças promocionais pré-aprovadas para serem customizadas com a aplicação da logomarca de cada empresa. IMPORTANTE: a empresa participante deverá seguir as orientações do uso da marca contidas no Manual da Campanha).

Para aderir, e consequentemente usar a logomarca da Caixa, a empresa deve cumprir o conjunto de premissas e procedimentos estabelecidos pelo banco, listados a seguir:
Estarão aptas a utilizar a marca da Caixa na divulgação, as construtoras e incorporadoras que gozem de credibilidade e idoneidade comercial, legal e fiscal; que não apresentem impedimentos jurídicos junto à Caixa e que cumpram os seguintes requisitos:
a) Ter negócios vigentes com a Caixa;
b) Estar adimplente em suas obrigações contratuais;
c) Não estar movendo ação judicial em desfavor da Caixa;

O uso da marca será autorizado exclusivamente para promover e divulgar as condições especiais de comercialização de unidades habitacionais adotadas pela empresa, para enfrentar as consequências da pandemia.
a) Essa concessão será garantida por 60 dias, mesmo período das condições especiais divulgadas, prorrogáveis caso o pacote seja estendido pelo agente financeiro e pelo mesmo prazo.

A construtora que atenda aos requisitos exigidos deverá apresentar a Gerência Executiva de Habitação (GIHAB) de seu relacionamento duas vias assinadas do Termo de Licença de Uso da Marca Caixa e/ou Termo de Licença de Uso da Marca Caixa na Internet (baixe aqui), conforme interesse, juntamente com a peça publicitária que será divulgada;
a) De posse desse material a GIHAB, no prazo máximo de 1 dia, analisará se a construtora atende aos requisitos e se a peça publicitária está vinculada a divulgação das condições especiais;
b) Em caso positivo, a GIHAB devolverá 1 via do termo devidamente assinada, o que permitirá a utilização da marca Caixa, observando os modelos ora divulgados, bem como as instruções do Manual de identidade Visual Caixa.

A campanha Vem Morar é estratégica para a indústria da construção. Mais que manter os empregos, garantindo proteção e renda ao trabalhador, será vetor para construirmos a base para uma retomada mais rápida e robusta após a reversão da pandemia. Assim como o governo federal, e seus agentes, está atuando para preservar postos de trabalho e buscar uma saída para a crise, cabe ao setor produtivo dar sua contribuição nesse esforço.

A indústria da construção, e nela o mercado imobiliário, terá papel decisivo nessa jornada.

Vamos ao trabalho!


3 de abril de 2020

Proposta de Nova Linha de Financiamento da Compra de Imóveis é Levada ao Banco Central


Empresários da construção levaram ao Banco Central (BC) a proposta de criação de uma nova linha de financiamento da compra de imóveis, com a taxa de juros atrelada à remuneração da caderneta de poupança e abaixo da média de mercado. A proposta é de autoria da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) e prevê que seria possível oferecer aos consumidores uma taxa de juros em torno de 5% ao ano, patamar inferior à média de 7,5% ao ano praticado nas linhas com recursos captados na poupança – principal fonte de onde os bancos tiram dinheiro para financiar a compra de casas. 


Saiba mais em: https://lnkd.in/dYcd3uv

1 de novembro de 2019

CAIXA DIVULGA NOVAS TAXAS DE JUROS DOS FINANCIAMENTOS IMOBILIÁRIOS COM RECURSOS DO SBPE

Novas condições são válidas para financiamentos com saldo devedor corrigido pela Taxa Referencial

A CAIXA anunciou, nesta quarta-feira (30), as novas taxas de juros para financiamentos de imóveis com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e saldos devedores atualizados pela Taxa Referencial (TR). A taxa efetiva mínima para imóveis residenciais enquadrados nos Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) será de TR + 6,75% a.a. e a taxa máxima será de TR + 8,50% a.a., redução de 0,75 p.p. e 1,0 p.p, respectivamente. As taxas valem para novos contratos e estarão vigentes a partir do dia 06 de novembro.

“A CAIXA é o banco de todos os brasileiros e trabalha com políticas diferenciadas de juros para oferecer à população as melhores condições de aquisição da casa própria”, comenta o presidente da CAIXA, Pedro Guimarães. Ele explica ainda que, matematicamente, esses movimentos de redução de juros permitem a ampliação do acesso à moradia pela prática de preços mais competitivos, além de apoiar o setor produtivo da construção civil com todos os efeitos multiplicadores que tem na geração de emprego e renda.

Além das taxas corrigidas pela TR, a CAIXA também oferece, à escolha do cliente, a alternativa de crédito para imóveis residenciais com recursos do SBPE corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A tabela comparativa a seguir contém as taxas de juros dos financiamentos imobiliários com recursos do SBPE, de acordo com o fator de correção:



As simulações poderão ser realizadas no site da CAIXA, onde o cliente pode comparar os juros e as condições para obtenção do financiamento.

Medidas da CAIXA para o crédito imobiliário:

Esta é a terceira redução da taxa de juros promovida pela CAIXA neste ano. No último dia 08, a CAIXA anunciou a redução de até 1,0 p.p. das taxas de juros para os financiamentos imobiliários com recursos do SBPE. Em junho, o banco já havia anunciado outra redução de até 1,25 p.p. nas taxas, além de alternativas para renegociação de contratos habitacionais para pessoa física, ainda vigentes.

Desde agosto, além da correção dos financiamentos pela TR, a CAIXA também lançou, de forma pioneira e revolucionária no mercado, a possibilidade de crédito para aquisição de imóveis com taxas corrigidas pelo IPCA.

Fonte: 
Assessoria de Imprensa da CAIXA
(41) 2118-5438
caixanoticias.caixa.gov.br | @caixa | imprensa@caixa.gov.br

6 de junho de 2019

CAIXA ANUNCIA MEDIDAS PARA O CRÉDITO IMOBILIÁRIO


Banco reduz taxa de juros e apresenta novas alternativas para renegociação de dívidas do financiamento habitacional

A CAIXA anunciou, nesta quarta-feira (05), a redução de até 1,25 p.p. nas taxas de juros para operações pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e divulgou também novas alternativas para renegociação de contratos habitacionais para pessoa física. O foco são as dívidas em atraso.

A taxa mínima para imóveis residenciais enquadrados no Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) será de 8,5% a.a. e a máxima de 9,75% a.a. As novas taxas já começam a valer na próxima segunda-feira, 10 de junho.


De acordo com o presidente da CAIXA, Pedro Guimarães, a redução das taxas de juros do crédito imobiliário facilita o acesso à casa própria. “Além de ampliar a oferta de crédito imobiliário em condições competitivas de mercado, a redução dos juros demonstra nosso compromisso com as melhores condições de financiamento para as pessoas e colabora para a retomada de investimentos no setor, com a criação de empregos, mais renda e aquecimento da economia”, afirma.

Renegociação Habitacional
Os clientes pessoa física da CAIXA também terão novas alternativas e facilidades para regularização de dívidas do financiamento imobiliário. A renegociação atinge cerca de 600 mil famílias e deve beneficiar 2,3 milhões de pessoas.

Segundo Pedro Guimarães, a CAIXA preparou novas condições para os clientes regularizarem as dívidas dos contratos habitacionais em atraso. “Entendemos que os brasileiros passaram por situações difíceis nos últimos anos e, diante disso, estamos oferecendo uma oportunidade para que possam regularizar os pagamentos, adequar os compromissos e manter o equilíbrio financeiro familiar”, diz o presidente.

Para os contratos de financiamento habitacional serão oferecidas diferentes opções de negociação da dívida, com destaques para:
Pagar à vista um valor de entrada e incorporar as parcelas atrasadas nas próximas prestações a vencer até o fim do prazo contratual.
Utilização do saldo da conta vinculada do FGTS para reduzir o valor da prestação, conforme regras do Fundo.
Alteração da data de vencimento da prestação.
O cliente que não se enquadrar nos critérios anteriores pode procurar uma agência da CAIXA para verificar a possibilidade de um acordo.

As condições de renegociação oferecidas dependem da situação do contrato, tais como valor contratado, valor da garantia, cota de financiamento e quantidade de prestações já pagas.

Essa ação é para todo o território nacional e os clientes poderão receber atendimento pelo telefone 0800 726 8068 opção 8, pelo site www.caixa.gov.br/negociar, nas redes sociais da CAIXA no Facebook (facebook.com/caixa) e Twitter (twitter.com/caixa), App CAIXA Habitação, Internet Banking CAIXA (IBC), além das agências.

A alternativa, abaixo, é uma simulação da retomada do fluxo financeiro do cliente com as novas medidas de renegociação.

Exemplo:


Fonte:
Assessoria de Imprensa da CAIXA
(41)4501-8641

29 de março de 2019

Caixa registra lucro recorrente recorde de R$12,7 bilhões em 2018


Destaques do resultado de 2018:
  • Lucro recorrente recorde de R$ 12,7 bilhões em 2018, 40% superior a 2017
  • ROE – Retorno recorrente sobre patrimônio líquido médio de 16,1%, evolução de 2,45 p.p. em relação ao obtido no ano de 2017
  • Índice de Eficiência Operacional Recorrente chegou a 46,5%, melhora de 2,1 p.p. em 12 meses
  • Índice de Basileia atingiu 19,6%, superior ao mínimo de 11,0%, regulamentado pelas Resoluções do Conselho Monetário Nacional
CAIXA possui mais de 93 milhões de clientes, responsável por 37% da poupança nacional e 69% do crédito habitacional e 55 mil canais exclusivos de atendimento em todo o país, segundo o  presidente Pedro Guimarães.

Resultados e Indicadores

O resultado bruto da intermediação financeira foi de R$ 36,0 bilhões em 2018, evolução de 15,5% em 12 meses, influenciado pela redução de 22,5% nas despesas com provisão para créditos de liquidação duvidosa e pelo crescimento de 1,0% na margem financeira.

As despesas com provisão para créditos de liquidação duvidosa totalizaram R$ 14,9 bilhões em 2018, redução de R$ 4,3 bilhões em 12 meses, reflexo do recuo de R$ 11,8 bilhões na carteira de crédito e da mudança de sua composição, com maior concentração em créditos de baixo risco.

As receitas com prestação de serviços aumentaram 7,2% em 12 meses, chegando a R$ 26,8 bilhões até dezembro de 2018, influenciadas pelas receitas de conta corrente, de fundos de investimento e de cartões.

As despesas administrativas tiveram redução de 2,3% em 12 meses, em função da diminuição de 3,6% nas despesas de pessoal e da estabilidade das outras despesas administrativas, mantendo a tendência contínua de ajuste de estrutura e busca pela melhoria da eficiência operacional.

O resultado operacional registrou R$ 16,9 bilhões, evolução de 16,4% em comparação ao alcançado no acumulado até dezembro de 2017.

O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) registrou 16,1% no ano de 2018, evolução de 2,45 p.p. em relação ao obtido no ano de 2017. O retorno sobre o ativo médio alcançou 1,0%, aumento de 0,29 p.p. em 12 meses.

Com esses resultados, o Índice de Eficiência Operacional alcançou 46,5%, melhora de 2,1 p.p em 12 meses. O índice de cobertura das despesas administrativas evoluiu 8,0 p.p. e atingiu 79,0% e o índice de cobertura das despesas de pessoal totalizou 121,9%, melhora de 14,5 p.p. em 12 meses.

O Índice de Basileia atingiu 19,6%, superior ao mínimo de 11,0% regulamentado pelas Resoluções do Conselho Monetário Nacional nº 4.192 e 4.193, que normatizam no Brasil as recomendações do Comitê de Supervisão Bancária de Basileia relativas à estrutura de capital das instituições financeiras.

O Lucro Líquido Contábil de 2018 foi de R$ 10,4 bilhões, um recuo de 17,1% em relação ao ano de 2017.

CAIXA mantém a liderança no mercado de crédito imobiliário, com 68,8% de participação

O saldo da carteira de crédito habitacional cresceu 3,0% em 12 meses, totalizando R$ 444,7 bilhões em dezembro de 2018, dos quais R$ 265,2 bilhões foram concedidos com recursos FGTS e R$ 179,4 bilhões com recursos CAIXA/SBPE. A CAIXA detém a liderança desse mercado com 68,8% de participação, ganho de 0,6 p.p em 12 meses.

Até dezembro de 2018, foram contratados pela CAIXA R$ 62,5 bilhões no Programa Minha Casa Minha Vida, o equivalente a 505.494 novas unidades habitacionais. Dessas novas moradias, 21,1% foram destinadas à FAIXA 1 do Programa, que se refere aos beneficiários com renda mensal de até R$ 1,8 mil.

Operações de saneamento e infraestrutura cresceram 2,0% em 12 meses

As operações de infraestrutura obtiveram um incremento de 2,0%, alcançando saldo de R$ 84,3 bilhões em dezembro de 2018. Por se configurar de grande relevância e incentivar o desenvolvimento econômico nacional, além de gerar relacionamento de longo prazo com os clientes pessoa jurídica, esse segmento está inserido no escopo de atuação estratégica da CAIXA.

Carteira de crédito ampla alcança saldo de R$ 694,5 bilhões

A carteira de crédito ampla da CAIXA alcançou saldo de R$ 694,5 bilhões em dezembro de 2018, redução de 1,7% em 12 meses, com o comportamento da carteira ainda repercutindo a estratégia adotada pela empresa para equilíbrio de sua estrutura de capital. O sucesso com os ajustes realizados permitiu à CAIXA situar-se confortavelmente acima dos requerimentos mínimos de capital.

Ainda como reflexo dessa estratégia, houve o crescimento nas carteiras de menor risco, como habitação e infraestrutura, e redução da exposição nas carteiras comerciais, tendo como efeito a redução da provisão para devedores duvidosos.

Crédito comercial tem 7,8% de participação no mercado

A carteira de crédito comercial da CAIXA totalizou R$ 137,2 bilhões, redução de 15,2% em 12 meses, atingindo 7,8% de participação no mercado. A carteira PJ atingiu saldo de R$ 55,3 bilhões em dezembro de 2018 e as operações comerciais com pessoas físicas atingiram o saldo de R$ 81,9 bilhões, com reduções de 18,8% e 12,6% respectivamente.

Poupança mantém liderança no mercado, com 37,4% de participação

As captações totais apresentaram saldo de R$ 1,0 trilhão em dezembro de 2018. Os depósitos à vista totalizaram R$ 30,4 bilhões, evolução de 7,6% no trimestre. A poupança apresentou saldo de R$ 298,4 bilhões, alta de 7,8% em 12 meses e 2,4% no trimestre. Com esse saldo, a CAIXA manteve-se na liderança do mercado com 37,4% de participação.

Em dezembro de 2018, a Empresa possuía 78,0 milhões de contas de poupança, incremento de 3,2 milhões de contas em relação ao registrado em dezembro de 2017.

As letras imobiliárias, hipotecárias, financeiras e agrícolas totalizaram R$ 63,6 bilhões, redução de 45,9% em 12 meses, em linha com a estratégia de captação da CAIXA

Patrimônio líquido atinge R$ 81,2 bilhões, 15,1% maior que no ano anterior

A empresa encerrou o ano de 2018 com um patrimônio líquido de R$ 81,2 bilhões, um incremento de 15,1% em comparação com o mesmo período do ano anterior.

A variação de R$ 10,7 bilhões no patrimônio líquido em 12 meses, foi decorrente, principalmente, da evolução de 41,0% nas reservas de lucro.

Loterias arrecadam R$ 13,9 bilhões

As Loterias CAIXA arrecadaram R$ 13,9 bilhões em 2018, mantendo o mesmo patamar alcançado em 2017. Dentre os valores arrecadados, cerca de R$ 5,2 bilhões foram transferidos, no período, aos programas sociais do Governo Federal nas áreas de seguridade social, esporte, cultura, segurança pública, educação e saúde, o que corresponde a 37,4% do total.



Fonte: Assessoria de Imprensa da CAIXA (61) 3206-9182 / 4487 / 4489
caixanoticias.caixa.gov.br/| @caixanoticias | imprensa@caixa.gov.br

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11 de março de 2019

MDR E CAIXA DIVULGAM NOVAS CONDIÇÕES DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO COM RECURSOS DO FGTS

Valor do imóvel em municípios com menos de 20 mil habitantes pode ser de até R$ 145 mil



Entraram em vigência, na última sexta-feira (8), novas condições de financiamento habitacional com recursos do FGTS, nos programas Minha Casa Minha Vida e CCFGTS, destinados às pessoas físicas, tanto nas operações individuais como ligadas a empreendimentos. As novas regras estão amparadas pela Resolução CCFGTS 904/2018, Instrução Normativa Ministério das Cidades 42 e 43/2018 e Instrução Normativa Ministério do Desenvolvimento Regional 06/20019.


Dentre as principais novidades, estão a mudança nos limites de valor do imóvel para municípios com população inferior a 50 mil habitantes e do subsídio para imóveis em municípios com menos de 20 mil habitantes. Os limites de valor de imóvel para a faixa 1,5 permanecem inalterados.

MDR E CAIXA DIVULGAM NOVAS CONDIÇÕES DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO COM RECURSOS DO FGTS

Também foram alteradas as condições para subsídios nos dois últimos recortes territoriais dos programas. O valor máximo do subsídio para a faixa 1,5 do PMCMV, R$ 47,5 mil, será mantido para os mutuários com renda bruta até R$1,2 mil. Rendas superiores terão redução progressiva do subsídio. Para os beneficiários da faixa 2, o valor máximo de R$ 29 mil permanece para os mutuários com renda familiar bruta mensal de até R$ 1,8 mil, de acordo com a região em que estiver localizado o imóvel.


Com essas novas condições, a CAIXA está com capacidade plena para atender a demanda por moradia no mercado imobiliário e aplicar todo o orçamento disponível para 2019, promovendo o aquecimento da economia, gerando empregos e rendas, além de contribuir para a redução do déficit habitacional do país.

Fonte : Assessoria de Imprensa da CAIXA (41) 4501-8641

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22 de fevereiro de 2019

Congresso Portal VGV - Mediação do Painel sobre Crédito Imobiliário

Congresso Portal VGV

No Congresso do Mercado Imobiliário de Santa Catarina que ocorrerá em Balneário Camboriú/SC, haverá um painel exclusivo sobre financiamento imobiliário e crédito, que será coordenado por mim e terá a participação da CAIXA e construtoras.

Outros temas muito interessantes serão abordados pelo Grupo ZAP, Datastore, Giuliano Milano, Daniel Rosenthal, Wagner Bonato, Mega Sistemas e outros.


Garanta agora sua participação.

ÚLTIMAS VAGAS! 


11 de janeiro de 2019

Com Juro Menor, Bradesco Supera Caixa Em Liberação De Crédito Para Casa

Novo presidente da Caixa afirmou que classe média precisaria pagar juros de mercado se quisesse tomar financiamento no banco


A Caixa Econômica Federal já pratica taxas de juros de mercado na concessão de crédito imobiliário para a classe média. Nesta semana, o novo presidente da instituição, Pedro Guimarães, causou polêmica ao dizer que a classe média pagaria juros de mercado se quisesse conseguir financiamento habitacional no banco. A declaração foi interpretada como uma sinalização de aumento das taxas para esse segmento da população, mas ele negou essa mudança no dia seguinte.

Levantamento feito pelo portal Melhor Taxa mostra que o juro médio praticado pela Caixa já é maior que dos concorrentes do setor privado. Em dezembro, a taxa média da Caixa foi de 8,75%, contra 8,40% do Bradesco.

A política dos bancos privados de reduzir as taxas do crédito imobiliário acabaram tirando da Caixa a liderança na concessão de financiamentos. De janeiro a novembro, o Bradesco liderou a oferta de crédito para habitação, com a liberação de 13,5 bilhões de reais para aquisição e construção de 53.704 imóveis. Já a Caixa, segunda colocada, ofereceu 11,4 bilhões de reais para o financiamento de 49.111 unidades.

Com esse movimento, a participação do banco estatal no mercado de crédito caiu 40,43% para 22,31% em comparação com o mesmo período de 2018. Os dados são da Associação Brasileira de Empresas de Crédito Privado e Poupança (Abecip).

Ao tomar posse na segunda-feira, Guimarães disse que o foco “número 1” da Caixa será atender a população de baixa renda e que a classe média terá de pagar mais para tomar recursos para a compra da casa própria no banco. “Não será juro do Minha Casa Minha Vida (MCMV), que é para quem é pobre. A classe média tem de pagar mais ou vai buscar no Santander, Bradesco, Itaú. Na Caixa, vai pagar juro maior que Minha Casa Minha Vida, certamente, e vai ser um juro de mercado. A Caixa vai respeitar acima de tudo mercado, lei da oferta e da demanda”, afirmou.

Os bancos cobram diferentes taxas nas linhas de crédito imobiliário. O valor varia de acordo com o chamado grau de relacionamento com a instituição, que considera se o cliente tem conta-salário no banco e usufrui de outros produtos e serviços, como cartão de crédito e seguro de vida.

No crédito oferecido pelo Sistema Financiamento de Habitação (SFH), a taxa balcão (para clientes que não têm relacionamentos) é de 10,25% na Caixa – a maior do mercado, segundo levantamento do Melhor Taxa. O SFH usa os recursos das contas de poupança ou repasse do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para o financiamento de novos imóveis. A linha de crédito financia imóveis até 1,5 milhão de reais.



Segundo Rafael Sasso, sócio do portal Melhor Taxa e professor de Finanças, é um erro que o presidente da Caixa use o programa Minha Casa Minha Vida para falar sobre as outras linhas de crédito imobiliário. “A Caixa já pratica o juro de mercado nas suas linhas de crédito. Não dá para comparar o Minha Casa Minha Vida com outras linhas e com os outros bancos. O Minha Casa Minha Vida e outras linhas sociais são mais baratos porque são créditos subsidiados. O importante é comparar as taxas e custos dos mesmos produtos e como estão em relação aos outros bancos.”

Segundo Rafael Sasso, sócio do Portal Melhor Taxa e professor de Finanças, é um erro que o presidente da Caixa use o programa Minha Casa Minha Vida para falar sobre as outras linhas de crédito imobiliário. “A Caixa já pratica o juro de mercado nas suas linhas de crédito. Não dá para comparar o Minha Casa Minha Vida com outras linhas e com os outros bancos. O Minha Casa Minha Vida e outras linhas sociais são mais baratos porque são créditos subsidiados. O importante é comparar as taxas e custos dos mesmos produtos e como estão em relação aos outros bancos.”

Fonte: Veja

24 de novembro de 2018

Conheça as principais regras do financiamento imobiliário

Quando o comprador é familiarizado com as condições, adquirir um imóvel pode ser simples

Se você acha que financiamento imobiliário é complicado e impossível de conseguir, engano seu. Com a informação certa é possível conquistar a sua nova casa ou apartamento mais rápido, sem quebrar a cabeça com tanta burocracia.

Este artigo traz as principais regras do financiamento imobiliário. Quer saber mais sobre o assunto? Continue lendo.

Comprovação de renda 
Um dos requisitos para conseguir financiar o imóvel dos sonhos é comprovar uma renda mensal. Mas, é importante frisar que não se trata de qualquer renda. 

Para fins de aprovação de financiamento, usando como base o financiamento pela Caixa Econômica Federal, a prestação não pode ser maior que 30% da sua renda familiar bruta. Ou seja, ​uma pessoa cujo salário é R$1500, não pode pagar mais do que R$450 na prestação da casa.

Esse limite é definido por lei e visa proteger o consumidor de endividamento. Pois, entende-se que uma parcela maior do que a do teto de 30% poderia comprometer despesas básicas como alimentação, habitação, transportes, vestuários e lazer.

Nome sem restrições de crédito
Ao financiar um carro, uma moto ou até fazer a matrícula na academia, é feita uma consulta prévia acerca das restrições de crédito do CPF de cada cliente. No financiamento de um imóvel não poderia ser diferente. 

Além da consulta para verificar se há restrições no CPF, todo o histórico é verificado. São exemplos de cadastros consultados: Serasa, SPC, BACEN e Receita Federal.

Por se tratar de um valor alto e prazo longo, a instituição financeira precisa, de alguma forma, se certificar que a concessão de crédito para determinada pessoa é segura e vale a pena. 

A única forma de adquirir um imóvel mesmo com dívidas pendentes no CPF é financiando pela Faixa 1 do Programa Minha Casa Minha Vida. Afinal, essa faixa é destinada para pessoas cuja renda familiar não ultrapasse R$1.800. É na faixa 1 que os subsídios também são maiores e os juros menores.

Documentação em mãos

Não sabe quais os documentos necessários para financiar o seu imóvel? Anote aí:

Comprador(es) pessoa física
● Documento oficial de identificação
● Comprovante de renda atualizado 
● Última declaração do Imposto de Renda e recibo de entrega à Receita Federal
● Carteira de Trabalho ou Extrato de FGTS
● Certidão Atualizada de Inteiro teor da Matrícula

Tipos de crédito oferecidos 

Engana-se quem acha que só poderá comprar uma casa ou um apartamento a partir do financiamento da Caixa Econômica Federal. Os tipos de imóveis e negócios que podem ser feitos dessa forma são vários. Confira:

● Imóvel novo ou usado: tipo de financiamento mais tradicional de todos, serve para a compra de casa ou apartamento.
● Lote Urbanizado: esse é o financiamento utilizado para a aquisição de terrenos para construir. É chamado de lote urbanizado pois possui infraestrutura, vias de acesso e saneamento básico (água, luz e esgoto).
● Terreno e Construção: essa modalidade pode ser interessante para quem está planejamento construir, pois é possível financiar tanto o terreno (lote
urbanizado) como a construção completa do imóvel.
● Construção em Terreno Próprio: esse tipo de financiamento é destinado para clientes que já possuem a escritura definitiva do terreno (lote urbanizado) e desejam construir o seu imóvel nele.
● Reforma e/ou Ampliação: muitos não sabem, mas é possível financiar também a sua reforma por meio de crédito da Caixa Econômica Federal. Basta possuir a escritura definitiva do imóvel e a aprovação do financiamento.
Uso de FGTS no financiamento imobiliário

Apesar de ser um dinheiro seu, para usar o FGTS na aquisição do seu imóvel é preciso cumprir algumas condições impostas pelo Conselho Curador do FGTS. Para saber que regras e condições são essas, basta continuar lendo.

As regras do uso do FGTS são subdivididas em duas categorias: regras do trabalhador e regras do imóvel. E como a própria subdivisão sugere, uma delas diz respeito ao registro CLT do empregado e a outra às condições do imóvel a ser financiado.

Começando pelo trabalhador, é imprescindível que este tenha, no mínimo, três anos de registro em carteira. Na mesma empresa ou empresas diferentes. Além disso, o trabalhador não pode possuir nenhum financiamento ativo no SFH. 

Por último, o trabalhador não pode ser proprietário, promitente comprador, usufrutuário, ou cessionário de qualquer outro imóvel. 

Sobre as regras do imóvel, primeiro ele deve ser residencial urbano. Ou seja, não deve possuir fins empresariais e deve possuir saneamento básico.Também é imprescindível que o imóvel esteja registrado no Cartório de Registro de Imóveis e seu valor deve estar incluso dentro das normas do SFH.

Outro ponto diz respeito à localização. O imóvel deve estar localizado no mesmo município onde o trabalhador exerce sua ocupação principal. Apesar da regra geral se referir a mesmo município, as cidades vizinhas ou qualquer outra que integre a mesma região também estão valendo.

SFH - Sistema Financeiro de Habitação
O que é SFH? É a sigla para Sistema Financeiro de Habitação. Esse sistema foi criado por meio da Lei 4.380/64 com o objetivo de regulamentar alguns pontos importantes do financiamento imobiliário. Dentre eles: taxa de juros, quota e prazos. 

Estão incluídas no SFH todas as operações que utilizam recursos do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) e do FGTS para serem contratadas. Além disso, também está incluído o Programa Minha Casa Minha Vida.

Ficou com alguma dúvida? É importante estar ciente de todas as regras para conseguir transformar o aluguel em coisa do passado e, finalmente, conquistar a sua casa ou apartamento Minha Casa Minha Vida.





Fonte:
Maria Gabriela Ortiz / Link Builder 

13 de novembro de 2018

Caixa suspende contratação de unidades do Minha Casa Minha Vida

Segundo o Estadão, a CAIXA ECONÔMICA FEDERAL suspendeu a contratação de unidades do Minha Casa Minha Vida na faixa 1,5, na qual se enquadram famílias com renda de até R$ 2.600,00 por mês. 

Acabou o dinheiro! Nessa faixa o Governo subsidia até R$ 47,5 mil do valor do imóvel. Foi justamente este recurso que acabou.


A intenção do banco é retomar os financiamentos em 2019, quando o programa receberá um novo aporte, provavelmente agora com um novo nome: Casa Brasileira


18 de outubro de 2018

STF decide que imóveis de programa habitacional pela Caixa não pagam IPTU

O Supremo Tribunal Federal estabeleceu, nesta quarta-feira (17/10), que imóveis financiados pelo Programa de Arrendamento Residencial (PAR), da Caixa Econômica Federal, têm imunidade tributária e não pagam IPTU. Os ministros aplicaram ao caso a regra da imunidade recíproca entre entes federados.

"A Caixa Econômica Federal é empresa pública que, em essência, explora atividade econômica. Todavia, não restam dúvidas de que o patrimônio afetado à execução do Programa de Arrendamento Residencial (PAR) é mantido por um fundo cujo patrimônio não se confunde com o da CEF, sendo formado por recursos da União e voltado à prestação de serviço público e para concretude das normas constitucionais anteriormente descritas", argumentou o ministro Alexandre de Moraes.

O programa é destinado a oferta de casas populares à população que tem renda de até R$ 1,8 mil por mês. Para o relator do caso, ao não estar caracterizada a ocorrência de atividade comercial, a imunidade não provoca desequilíbrio à livre iniciativa ou à concorrência entre entes privados.

Imóveis financiados pelo Programa de Arrendamento Residencial, da Caixa, têm imunidade tributária e não pagam IPTU - Arquivo/Agência Brasil
"Esses bens imóveis, bem como seus frutos e rendimentos de patrimônio, não se comunicam com o patrimônio da empresa pública”, pontuou o relator. Ele foi acompanhado pela maioria dos colegas, ficando vencido o ministro Marco Aurélio. Para ele, a Caixa atua mediante remuneração e é a proprietária dos imóveis.

O caso chegou ao Supremo por meio de um recurso da Caixa, que foi condenada em 2ª instância a pagar o tributo ao município de São Vicente (SP). De acordo com o banco, a Constituição garante a imunidade tributária de impostos entre o governo federal e dos estados. Além disso, os advogados da Caixa alegaram que os imóveis pertencem ao patrimônio do fundo, que é da União, e não tem objetivo de exploração econômica.

O Plenário estipulou, para repercussão geral, a tese segundo a qual “os bens e direitos que integram o patrimônio do fundo vinculado ao Programa de Arrendamento Residencial (PAR) criado pela Lei 10.188/2001, beneficiam-se da imunidade tributária prevista no artigo 150, inciso VI, alínea ‘a’ da Constituição Federal”.

O Programa de Arrendamento Residencial (PAR) é promovido pelo Ministério das Cidades e tem a Caixa como banco financiador. Após a compra do terreno e construção das habitações, os imóveis são arrendados para os participantes do programa com opção de compra ao final do contrato.

Sustentações orais
O representante da Caixa, Gryecos Attom Valente Loureiro, reafirmou que os imóveis pertencentes ao PAR são de propriedade da União, estando, dessa forma, abrangidos pela imunidade tributária recíproca. Ele enfatizou que à Caixa incumbe apenas operacionalizar o programa. “A Caixa não é proprietária dos imóveis, não aporta recursos ao fundo e sequer aufere lucros. É uma contratada do governo federal e é remunerada por tarifa, assim como sói acontecer em todos os demais programas sociais por ela operados”.

Pela Associação Brasileira das Secretarias de Finanças das Capitais Brasileiras (Abrasf), o advogado Ricardo Almeida Ribeiro da Silva refutou a alegação de que a atividade realizada pela Caixa na matéria não gera lucro. “É uma atividade remunerada realizada com intuito financeiro. O fato de ser uma atividade de fomento econômico não a transforma em típica de soberania”, disse. Para ele, esse modelo de atividade, por ser econômico, suporta tributação.

O advogado Felipe Gramado Gonzales, representando o município de São Vicente, alegou que não se aplica ao caso a jurisprudência firmada pelo Supremo de reconhecer a imunidade de imóveis dos Correios quanto ao IPTU. Gonzales explicou que aos Correios foi reconhecida a imunidade por se tratar de empresa prestadora de serviço público, de caráter obrigatório e exclusivo do Estado. “Por mais relevante que seja a atuação da Caixa para o país, a atividade bancária não configura um serviço obrigatório, exclusivo e público da União. Nem mesmo a fatia de serviços ligada ao PAR”. Com informações da Assessoria de Imprensa do STF.

Leia aqui a íntegra do voto do ministro Alexandre de Moraes.
RE 928.902

Fonte : EBC

14 de setembro de 2018

CAIXA REDUZ TAXAS DE JUROS DO CRÉDITO IMOBILIÁRIO

A partir de novembro, a CAIXA oferecerá um novo serviço de Avaliação de Imóveis para pessoas físicas e jurídicas

Nesta sexta-feira (14), a CAIXA anunciou a redução de 0,75 p.p. das taxas de juros do crédito imobiliário para aquisição de imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), desde que o valor de avaliação do imóvel seja de até R$ 1,5 milhão. As taxas mínimas do SFI passarão de 9,5% a.a para 8,75% a.a. As novas taxas começam a valer a partir de próximo dia 24/09.

De acordo com o presidente da CAIXA, Nelson Antônio de Souza, a redução das taxas de juros facilitam ainda mais o acesso à casa própria e antecipa as condições negociais da Resolução nº 4.676/18 do Conselho Monetário Nacional(CMN). "As mudanças propostas pelo Governo significam novas oportunidades para o setor imobiliário. O objetivo é melhorar as condições de financiamento para nossos clientes em todo país e continuar fomentando a retomada de investimentos do setor da Construção Civil.", afirma.


CAIXA Avalia:
A partir de novembro a CAIXA oferecerá um novo serviço de Avaliações de Imóveis, disponibilizando laudo diretamente para pessoas físicas e jurídicas.

O CAIXA Avalia é uma plataforma que vai permitir a venda de avaliações pelo site da CAIXA com contratação 100% digital.

Medidas do Crédito imobiliário em 2018:
Em abril, a CAIXA reduziu em até 1,25 p.p. as taxas de juros do crédito imobiliário para operações com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). O banco também promoveu melhoria das condições no financiamento de imóveis para pessoa física. O limite de cota de financiamento do imóvel usado subiu de 50% para 70%. A CAIXA também retomou o financiamento de operações de interveniente quitante (imóveis com produção financiada por outros bancos) com cota de até 70%.

Em julho o banco reduziu em média de 1 a 2 pontos percentuais ao ano as taxas do crédito imobiliário para pessoa jurídica. Em agosto a CAIXA promoveu uma redução de até 0,5 p.p. das taxas de juros do crédito imobiliário para operações com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). O limite de cota de financiamento de imóveis usados para pessoa física também subiu de 70% para 80%.

Em 2018, a CAIXA possui R$ 85 bilhões disponíveis para o crédito habitacional. No 1º semestre de 2018 já foram contratados mais de R$ 40 bilhões.

O banco mantém a liderança no setor com cerca de 70% das operações para aquisição da casa própria.

SFH e SFI:
Estão enquadrados no SFH os imóveis residenciais de até R$ 800 mil, para todo país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde o limite é de R$ 950 mil. Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH são enquadrados no SFI.

Fonte: 
Assessoria de Imprensa da CAIXA
(41)4501-8641

26 de agosto de 2018

CAIXA REDUZ JUROS DO CRÉDITO IMOBILIÁRIO

O banco também aumentou para 80% a cota de financiamento de imóvel usado



Nesta sexta-feira (24), a CAIXA anunciou a redução de até 0,5 p.p. das taxas de juros do crédito imobiliário para operações com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). As taxas mínimas passaram de 9% a.a para 8,75% a.a, no caso de imóveis dentro do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e de 10% a.a para 9,5% a.a, para imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI). Além da redução de juros, a CAIXA também promoveu melhoria das condições no financiamento de imóveis para pessoa física. O limite de cota de financiamento de imóveis usados sobe de 70% para 80%. Todas as mudanças começam a valer a partir desta sexta-feira (24).


De acordo com o presidente da CAIXA, Nelson Antônio de Souza, a nova redução das taxas de juros facilita o acesso à casa própria e contribui para a retomada de investimentos no setor da Construção Civil. "Cabe à CAIXA como principal agente financeiro da habitação continuar oferecendo as melhores taxas e condições para os nossos clientes, além de colaborar com a retomada de investimentos do mercado imobiliário e suas cadeias produtivas", afirma.










Novas condições:

O limite de cota de financiamento de imóveis usados para pessoa física também subiu de 70% para 80%. A alteração da cota exige do cliente um entrada menor na aquisição do imóvel usado, o que favorece a superação do déficit habitacional. Em 2018, a CAIXA possui R$ 82,1 bilhões disponíveis para o crédito habitacional. O banco mantém a liderança no setor com 69,3% das operações para aquisição da casa própria.

Medidas do Crédito imobiliário em 2018:
Em abril, a CAIXA reduziu em até 1,25 p.p. as taxas de juros do crédito imobiliário para operações com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). O banco também promoveu melhoria das condições no financiamento de imóveis para pessoa física. O limite de cota de financiamento do imóvel usado subiu de 50% para 70%. A CAIXA também retomou o financiamento de operações de interveniente quitante (imóveis com produção financiada por outros bancos) com cota de até 70%.

Em julho o banco reduziu em média de 1 a 2 pontos percentuais ao ano as taxas do crédito imobiliário para pessoa jurídica.

SFH e SFI:
Estão enquadrados no SFH os imóveis residenciais de até R$ 800 mil, para todo país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde o limite é de R$ 950 mil. Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH são enquadrados no SFI.

Fonte: 
Assessoria de Imprensa da CAIXA
(41) 4501-8641

16 de abril de 2018

CAIXA REDUZ JUROS DO CRÉDITO IMOBILIÁRIO

O banco também aumentou para 70% a cota de financiamento de imóvel usado e retomou 
as operações com interveniente quitante

A Caixa Econômica Federal anunciou, nesta segunda-feira (16), a redução de até 1,25 p.p. das taxas de juros do crédito imobiliário utilizando recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

As taxas mínimas passaram, nesse caso, de 10,25% a.a para 9% a.a, no caso de imóveis dentro do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e de 11,25% a.a para 10% a.a, para imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).

De acordo com o presidente da CAIXA, Nelson Antônio de Souza, a redução das taxas de juros facilitam o acesso à casa própria e contribuem para estimular o mercado imobiliário. “O objetivo da redução é oferecer as melhores condições para os nossos clientes, além de contribuir para o aquecimento do mercado imobiliário e suas cadeias produtivas”, destaca.


Novas condições:
Além da redução de juros, a CAIXA também promoveu melhoria das condições no financiamento de imóveis para pessoa física.

O limite de cota de financiamento do imóvel usado sobe de 50% para 70%. A CAIXA também retomou o financiamento de operações de interveniente quitante (imóveis com produção financiada por outros bancos) com cota de até 70%.

A CAIXA possui R$ 82,1 bilhões para o crédito habitacional para 2018. O banco mantém a liderança no setor com cerca de 70% das operações para aquisição da casa própria.

SFH e SFI
Estão enquadrados no SFH os imóveis residenciais de até R$ 800 mil, para todo país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde o limite é de R$ 950 mil. Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH são enquadrados no SFI.

Todas as mudanças começam a valer nesta segunda-feira (16).

Fonte: 

Assessoria de Imprensa da CAIXA
(41)4501-8641

11 de abril de 2018

Caixa Econômica Federal Baixará Juros do Financiamento Imobiliário em Abril

A Caixa Econômica Federal reduzirá ainda neste mês os juros do financiamento imobiliário que utiliza recursos da caderneta de poupança.

O corte, no entanto, não levará o banco a oferecer, novamente, as taxas mais baixas do mercado. “Não podemos botar banca se não tivermos condição”, disse Nelson Antônio de Souza, novo presidente da instituição financeira, em sua primeira entrevista desde que assumiu o comando do banco há uma semana no lugar de Gilberto Occhi, que foi deslocado para o Ministério da Saúde.

O movimento da Caixa de cortar os juros para o financiamento imobiliário vem com atraso em relação aos concorrentes privados que começaram a reduzir as taxas à medida em que o Banco Central cortou a Selic, taxa básica de juros da economia. Entre os maiores bancos do País, a Caixa é o único que ainda cobra juros de dois dígitos no crédito imobiliário.

A redução já estava em estudo na gestão de Occhi, mas foi impulsionada com a recente decisão do BC de diminuir os depósitos compulsórios – dinheiro que os bancos são obrigados a deixar parado no Banco Central, sem poder usar para novos empréstimos, por exemplo. Leia a seguir trechos da entrevista concedida ao Estadão / Broadcast durante o Summit Imobiliário Brasil 2018, evento promovido pelo Grupo Estado.

O senhor tem menos de um ano de gestão no comando da Caixa, considerando que o Governo mude nas próximas eleições. O que dá tempo de fazer?

Primeiro, é dar continuidade ao trabalho que o (Gilberto) Occhi vinha fazendo e que permitiu um lucro considerável ao banco no ano passado, de R$ 12,5 bilhões (no critério ajustado). Mas eu diria que trabalhar em áreas que tenham um balanço social forte, que é o caso da habitação. Vejo também que as PPPs (parcerias público privadas) são outra saída que podemos chegar, mas não sei se teríamos um resultado já em 2018. E sempre colocando esses produtos para setores que gerem emprego e renda. Esse é o foco. Em harmonia com o Conselho de Administração sob o ponto de vista de utilizar uma política de governo sem, contudo, abrir mão da governança e da consistência de resultados econômicos e financeiros da Caixa.

E a redução de juros nas linhas de crédito imobiliário que usam recursos da caderneta de poupança vem quando?

Vamos anunciar o mais breve possível. Nesta semana já não dá mais, mas ainda em abril nós queremos divulgar a nova taxa de juros da Caixa no crédito imobiliário.

A Caixa vai voltar a ter a taxa mais atrativa do mercado?

Eu diria que a Caixa vai ter taxas compatíveis ao mercado. Não gosto muito de dizer que é a menor. Nós só podemos botar banca se tivermos condições.

A mudança nos depósitos compulsórios ajuda o movimento de redução dos juros no crédito imobiliário?

Vai nos dar um fôlego. A mudança no compulsório melhorou a nossa tomada de divisão, mas já vínhamos estudando.

Fonte: Estadão

16 de agosto de 2017

Caixa Econômica Federal reduz teto no crédito imobiliário de 90% para 80%


No financiamento de imóveis usados, o percentual máximo do financiamento foi reduzido para 70% ou 60%, dependendo da linha.


A partir de hoje (16), a CAIXA ECONÔMICA FEDERAL reduziu o teto do valor dos financiamentos para aquisição da casa própria. As regras valem para os novos contratos.


Veja como ficou:


  • SAC: teto de 90% para 80%, em todas as modalidades.
  • PRICE: Quota mantida para todas as modalidades.
2) Pró-Cotista
  • SAC: 90% para 80%, em todas as modalidades
  • PRICE: de 70% para 60% (imóvel usado); quota mantida para as demais modalidades.
3) Carta de Crédito FGTS
  • SAC: de 90% para 80%, em todas as modalidades.
  • PRICE: de 80% para 70% (imóvel usado); quota mantida para as demais modalidades.
4) SBPE/SFH

As regras são diferentes para servidores públicos e para os demais clientes.
  • SAC (servidor público): de 90% para 80%, para imóvel novo, adjudicado, repasse empreendimento, construção em terreno próprio e aquisição de terreno e construção; quota mantida para as demais modalidades.
  • PRICE (servidor público): quota mantida para todas as modalidades.
  • SAC (demais clientes): de 90 para 80% (imóvel adjudicado/CAIXA); quota mantida para as demais modalidades.
  • PRICE: quota mantida para todas as modalidades.

5) SBP/SFI

As regras são diferentes para servidores públicos e para os demais clientes.

  • SAC (servidor público) : de 90% para 80% (imóvel novo, imóvel adjudicado CAIXA, repasse empreendimento/construção em terreno próprio, aquisição de terreno e construção); quota mantida para as demais modalidades.
  • PRICE: quota mantida para todas as modalidades.
  • SAC (demais clientes): de 90% para 80% (imóvel adjudicado/CAIXA); quota mantida para as demais modalidades.
  • PRICE: quota mantida para todas as modalidades.


8 de agosto de 2017

CAIXA LANÇA LINHA DE CRÉDITO PARA PRODUÇÃO DE LOTEAMENTOS


Produlote é a primeira linha de crédito do país criada especialmente para a produção de lotes urbanizados e desenvolvimento urbano


A Caixa Econômica Federal lançou, nesta terça-feira (8), em São Paulo, o Produlote, a primeira linha de crédito do país criada especialmente para a produção de lotes urbanizados e desenvolvimento urbano. O Produlote tem orçamento de R$ 1,5 bilhão para contratação imediata.

Para o presidente da CAIXA, Gilberto Occhi, o Produlote representa mais um avanço para a indústria da construção civil. “O lançamento dessa linha inédita reafirma a presença da CAIXA em todos os segmentos do crédito imobiliário e o compromisso do banco com a geração de emprego e renda no país”, ressalta.

A nova linha de crédito, oferecida exclusivamente pela CAIXA, destina-se a apoiar as empresas urbanizadoras e loteadoras na produção do loteamento urbano. A nova linha de financiamento é destinada a empresas loteadoras ou urbanizadoras com faturamento fiscal anual superior a R$ 15 milhões. O Produlote estará disponível para contratação a partir de hoje (8/8).

Com esses lotes totalmente regularizados, os clientes pessoa física poderão financiar também a aquisição de terreno e construção de moradia própria.

Como funciona:
A linha de crédito financia até 70% do custo da infraestrutura do loteamento, limitado a 50% do valor global de vendas. As regras para a liberação do crédito devem atender toda infraestrutura exigida pelo Poder Público e as diretrizes emitidas pelas concessionárias, que vão da limpeza do terreno à implantação das redes de água, esgoto e distribuição de energia elétrica.

Os empreendimentos devem estar inseridos em área urbana e possuírem autorizações emitidas pelo Poder Público Municipal e/ou Estadual. Também são necessárias as autorizações das concessionárias e órgãos do meio ambiente, na forma da Lei 6.766/1979.

O contrato é assinado após análise do projeto, da empresa e dos tomadores do crédito. A liberação das parcelas do financiamento é feita em conformidade com o cronograma físico-financeiro da obra e após a medição pela CAIXA. O prazo de obra é de até 24 meses, a empresa possui mais 6 meses de carência pós-obra e mais 48 meses para quitar o financiamento.

Fonte: Assessoria de Imprensa da CAIXA
(41) 3544-5641

21 de junho de 2017

COMEÇA NA PRÓXIMA SEXTA-FEIRA O FEIRÃO CAIXA DA CASA PRÓPRIA EM CURITIBA


Serão mais de 14 mil imóveis ofertados em todas modalidades e linhas de crédito

Começa na próxima sexta-feira (23), o Feirão CAIXA da Casa Própria em Curitiba (PR). O evento, que será realizado no Expo Unimed, conta com mais de 14 mil imóveis, novos ou usados, que estarão em oferta até o domingo (25). Considerado o maior do ramo imobiliário, o Feirão acontece também em outras duas cidades do país, Brasília e Fortaleza, em junho de 2017.

Segundo o superintendente regional da CAIXA, Renato Scalabrin, o Feirão será uma oportunidade para as famílias realizarem o sonho de adquirir a casa própria. “No Feirão, os visitantes podem contar com as condições facilitadas que a CAIXA oferece, além de ter acesso aos principais lançamentos e a diversos imóveis, novos ou usados, disponíveis na região.”, comenta.

O Feirão CAIXA da Casa Própria contará, em Curitiba (PR), com 50 construtoras que ocuparão os estandes do evento. Haverá empreendimentos novos e imóveis usados, num total de 14 mil imóveis em oferta. 200 empregados da CAIXA trabalham para a realização do Feirão em Curitiba, neste ano.

Atendimento:
Para requerer o crédito para casa própria, no Feirão, basta levar documento de identidade, CPF e comprovante de renda. Os interessados também podem obter informações em todas as agências da CAIXA, no site www.caixa.gov.br ou pelo Serviço de Atendimento ao Cliente (0800 726 0101), disponível 24 horas por dia, inclusive nos finais de semana.

Serviço:

Feirão CAIXA da Casa Própria em Curitiba
Data: de 23 a 25 de junho de 2017 (sexta-feira a domingo)
Hora: sexta-feira e sábado, das 10h às 20h – domingo, das 10h às 18h
Local: Expo Unimed - Rua Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 - Curitiba (PR)

Fonte : Assessoria de Imprensa da CAIXA - Regional Curitiba (PR)
(41) 3544-5641 www.caixa.gov.br/agenciacaixadenoticias | @imprensaCAIXA

8 de fevereiro de 2017

Ministério da Transparência apresenta relatório sobre o MCMV


Créditos: Divulgação PAC
O Ministério da Transparência Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União – CGU aponta que quase a metade das unidades do Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) na modalidade do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) apresentam incompatibilidade com os projetos. 

Foram analisados 688 empreendimentos em todo o País, construídos entre 2011 e 2014.

As unidades do MCMV feitas pelo FAR atendem famílias com renda de até três salários mínimos.

Questões Estratégicas Abordadas: 
1. O Processo de escolha da construtora pelo Poder Público ou pela CAIXA, no caso de doação do terreno, está ocorrendo de acordo com as diretrizes estabelecidas pela CAIXA? 2. O Processo de aprovação do empreendimento pela CAIXA está de acordo com as características determinadas pelo Programa? 
3. As unidades habitacionais construídas e a infraestrutura estão compatíveis com as especificações previstas no Projeto ou com as alterações aprovadas? 
4. O Programa está sendo divulgado de forma ampla e adequada para os potenciais beneficiários?
5. No processo de seleção, estão sendo priorizados os beneficiários que atendam aos critérios de hierarquização previstos nos normativos do Programa?
6. Os beneficiários selecionados atendem aos requisitos do Programa? 
7. Foi realizado o Trabalho Social conforme previsto nos normativos? 
8. Qual o nível de satisfação dos beneficiários com a residência adquirida?

Veja o relatório completo clicando aqui.